<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655</id><updated>2012-01-25T17:48:56.323-08:00</updated><category term='Eventos'/><category term='Vídeos'/><category term='Livros'/><category term='Notícias'/><category term='Decisões judiciais'/><category term='Sites e Dicas'/><category term='Legislação'/><category term='Entrevistas'/><category term='Artigos e Crônicas'/><title type='text'>Ministério Público Brasil - http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/</title><subtitle type='html'>O blog Ministério Público Brasil busca compilar o que há de mais importante na atuação diária e incansável do Ministério Público do país, instituição que tem servido de verdadeiro baluarte da ética, da seriedade e da Lei no Brasil.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>411</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-4086473794579449207</id><published>2011-10-14T11:43:00.001-07:00</published><updated>2011-10-14T11:43:57.695-07:00</updated><title type='text'>STF nega alegação de ofensa ao princípio do promotor natural</title><content type='html'>A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou Habeas Corpus (HC &lt;br&gt;103038) apresentado pela defesa de Leonardo Santiago Gibson Alves, condenado &lt;br&gt;a 15 anos e meio de reclus&amp;#227;o em regime fechado pela pr&amp;#225;tica de homic&amp;#237;dio &lt;br&gt;qualificado (emboscada) e oculta&amp;#231;&amp;#227;o de cad&amp;#225;ver (artigos 121, &amp;#167; 2&amp;#186;, inc. IV, &lt;br&gt;e 211, ambos do C&amp;#243;digo Penal). O relator do HC, ministro Joaquim Barbosa, &lt;br&gt;rejeitou o argumento de que o julgamento realizado pelo Tribunal do J&amp;#250;ri da &lt;br&gt;Comarca de Santa Izabel (PA), assim como todos os atos dela decorrentes, &lt;br&gt;seriam nulos pelo fato de o procurador-geral de Justi&amp;#231;a do Par&amp;#225; ter &lt;br&gt;designado um promotor lotado em Bel&amp;#233;m para atuar no caso.&lt;p&gt;A defesa sustentou, sem sucesso, que o ato do procurador-geral de Justi&amp;#231;a &lt;br&gt;afrontou as regras de atribui&amp;#231;&amp;#227;o estabelecidas na Lei n&amp;#186; 8.625/93 (Lei &lt;br&gt;Org&amp;#226;nica Nacional do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico) e na Constitui&amp;#231;&amp;#227;o Federal, violando &lt;br&gt;o princ&amp;#237;pio do promotor natural. Ap&amp;#243;s requisitar e receber informa&amp;#231;&amp;#245;es do &lt;br&gt;procurador-geral de Justi&amp;#231;a do Par&amp;#225; sobre o caso, o ministro Joaquim Barbosa &lt;br&gt;verificou que a designa&amp;#231;&amp;#227;o questionada foi absolutamente regular. O relator &lt;br&gt;ressaltou que o STF tem reiteradas decis&amp;#245;es no sentido de que o postulado do &lt;br&gt;promotor natural tem o objetivo de impedir que chefias institucionais do &lt;br&gt;Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico fa&amp;#231;am designa&amp;#231;&amp;#245;es &amp;quot;casu&amp;#237;sticas e injustificadas, &lt;br&gt;instituindo a reprov&amp;#225;vel figura do acusador de exce&amp;#231;&amp;#227;o&amp;quot;.&lt;p&gt;&amp;quot;Compulsando os autos, no entanto, n&amp;#227;o vislumbro a ocorr&amp;#234;ncia de excepcional &lt;br&gt;afastamento ou substitui&amp;#231;&amp;#227;o do promotor natural do feito origin&amp;#225;rio, mas &lt;br&gt;t&amp;#227;o-somente a designa&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#233;via e motivada de um promotor para atuar em &lt;br&gt;determinada sess&amp;#227;o do Tribunal do J&amp;#250;ri, tudo em conformidade com o &lt;br&gt;procedimento previsto na Lei n&amp;#186; 8.625/93&amp;quot;, afirmou Joaquim Barbosa.&lt;p&gt;Com base nas informa&amp;#231;&amp;#245;es prestadas pelo procurador-geral de Justi&amp;#231;a do Par&amp;#225;, &lt;br&gt;o ministro relator verificou que a designa&amp;#231;&amp;#227;o foi feita em conformidade com &lt;br&gt;a parte final da al&amp;#237;nea &amp;#39;f&amp;#39; do artigo 10 da Lei n&amp;#186; 8.625/93, dispositivo que &lt;br&gt;permite ao procurador-geral designar membro do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico para &lt;br&gt;&amp;quot;assegurar a continuidade dos servi&amp;#231;os, em caso de vac&amp;#226;ncia, afastamento &lt;br&gt;tempor&amp;#225;rio, aus&amp;#234;ncia, impedimento ou suspei&amp;#231;&amp;#227;o de titular de cargo, ou com &lt;br&gt;consentimento deste&amp;quot; e tamb&amp;#233;m com base no artigo 24 da mesma lei (o &lt;br&gt;procurador-geral de Justi&amp;#231;a poder&amp;#225;, com a concord&amp;#226;ncia do promotor de &lt;br&gt;Justi&amp;#231;a titular, designar outro promotor para funcionar em feito &lt;br&gt;determinado, de atribui&amp;#231;&amp;#227;o daquele).&lt;p&gt;No habeas corpus, a defesa argumentou que a designa&amp;#231;&amp;#227;o havia se baseado na &lt;br&gt;al&amp;#237;nea &amp;#39;g&amp;#39; do mesmo do inciso IV do artigo 10 da Lei Org&amp;#226;nica do Minist&amp;#233;rio &lt;br&gt;P&amp;#250;blica, ou seja, o procurador-geral teria designado membro do Minist&amp;#233;rio &lt;br&gt;P&amp;#250;blico para &amp;quot;por ato excepcional e fundamentado, exercer as fun&amp;#231;&amp;#245;es &lt;br&gt;processuais afetas a outro membro da institui&amp;#231;&amp;#227;o, submetendo sua decis&amp;#227;o &lt;br&gt;previamente ao Conselho Superior do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico.&amp;quot;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-4086473794579449207?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/4086473794579449207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=4086473794579449207&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4086473794579449207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4086473794579449207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/10/stf-nega-alegacao-de-ofensa-ao.html' title='STF nega alegação de ofensa ao princípio do promotor natural'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5399864689541092132</id><published>2011-09-13T10:50:00.000-07:00</published><updated>2011-09-13T10:54:05.414-07:00</updated><title type='text'>Demóstenes Torres é relator da PEC 75/2011</title><content type='html'>&lt;DIV align=justify&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;O senador Demóstenes Torres  (DEM-GO) foi designado relator da Proposta de Emenda à Constituição n.º 75 de  2011, que prevê, entre outras penalidades, a possibilidade de demissão de  promotores e procuradores por decisão do Conselho Nacional do Ministério Público  (CNMP). A matéria, apresentada por Humberto Costa (PT-PE), está em tramitação na  Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;A PEC 75/2011  dá nova redação aos artigos 128 e 130-A da Constituição Federal, para prever a  possibilidade de aplicação, a membros do Ministério Público, das p enas de  demissão e cassação de aposentadoria ou de disponibilidade pelo CNMP, órgão  administrativo de controle externo. Atualmente, promotores e procuradores só  podem ser demitidos por sentença judicial transitada em julgado. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;A  Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) já elaborou nota  técnica contra a proposta. Para a entidade, a PEC 75/2011 apresenta "evidente  inconstitucionalidade, incoerência sistêmica e risco pragmático" ao país. O  documento explicita os motivos da atual garantia dos membros do MP à  vitaliciedade. "A importância dessa garantia mostrou-se de vital importância  para a evolução do Estado de Direito. A vitaliciedade instrumentaliza e assegura  a independência funcional", diz a nota. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Também segundo o  documento, a justificativa da PEC de que a vitaliciedade não pode "de forma  alguma servir de abrigo seguro aos membros que, tendo se conduzido de maneira  reprovável, desejem escusar-se de suas responsabilidades legais" é argumento  muito comum em regimes autocráticos e ditatoriais. "A perda do cargo é prevista,  mas não facilitada ao ponto de servir de estímulo à pressão exógena. Retirar do  Poder Judiciário e concentrar no Conselho Nacional do Ministério Público a  possibilidade de decretar essa sanção é medida que certamente vai estimular o  surgimento de uma nova instância de pressão, hoje inexistente, e os fins  perseguidos nem sempre serão nobres", explicita o documento. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;A  CONAMP alerta ainda que, caso seja aprovada, a PEC 75/2011 oferecerá risco  pragmático à atuação do Ministério Público e, consequentemente, à preservação  dos direitos fundamentais. "A garantia de que os membros do Ministério Público  somente possam perder o cargo em virtude de sentença judicial, exigência que a  justificativa da PEC n.º 75/2011 considera 'excessivamente burocrática', é de  vital importância para que esses agentes possam bem exercer as diversas  atribuições que lhes foram outorgadas pela ordem jurídica, o que, não raro, os  contrapõe aos interesses secundários dos poderes constituídos ou, mesmo, aos  interesses de poderosos grupos econômicos", afirma a entidade na  nota.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Confira abaixo a íntegra da nota técnica da CONAMP contra a  PEC 75/2011:&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;"Nota Técnica&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Proposta de Emenda à  Constituição nº 75/2011 - Senado Federal.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Ementa: Prevê a  possibilidade de aplicação, a membros do Ministério Público, das penas de  demissão e cassação de aposentadoria ou de disponibilidade pelo Conselho  Nacional do Ministério Público&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Referência: Dá nova redação aos  arts. 128, § 5º, I, a, e 130-A, § 2º, III, da Constituição  Federal&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;A Associação Nacional dos Membros do Ministério Público  (CONAMP), com o objetivo de colaborar para o debate legislativo, externa o seu  posicionamento a respeito da evidente inconstitucionalidade, da incoerência  sistêmica e do risco pragmático apresentados pela Proposta de Emenda à  Constituição nº 75, de 2011, de autoria do Senador Humberto  Costa.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;A PEC nº 75/2011, embora preserve semanticamente a garantia  da vitaliciedade outorgada aos membros do Ministério Público, promove alterações  nos arts. 128, § 5º, I, a e 130-A, § 2º, III, ambos da Constituição Federal,  para (a) suprimir a exigência de "sentença judicial transitada em julgado" para  a decretação da perda do cargo desses agentes; e (b) outorgar competência ao  Conselho Nacional do Ministério Público para que, administrativamente, aplique  essa sanção.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Antes de adentrarmos nos vícios apresentados pela PEC  nº 75/2011, é necessária uma explicação preliminar. O que se entende por  vitaliciedade no direito brasileiro? Nossa primeira Constituição, a Imperial, de  1824, fez referência ao termo em duas ocasiões, isso ao considerar que senadores  (art. 40) e membros do Conselho de Estado (art. 137), uma vez escolhidos, se  tornavam vitalícios. A esse termo atribuía-se o mesmo sentido do direito inglês,  em que a House of Lords contava com "pares hereditários", sistema que prevaleceu  até o House of Lords Act de 1999 (Cf. BRADLEY e EWING. Constitutional and  Admnistrative Law, 2003, p. 173-176). Vitalício, assim, era o que perdurava por  toda a vida. A mesma Constituição Imperial, ao dispor sobre as garantias dos  Juízes de Direito, embora dispusesse que "[s]ó por Sentença poderão estes Juizes  perder o Logar" (art. 155), não fazia qualquer referência à vitaliciedade. Com a  proclamação da República e o advento da Constituição de 1891, passou-se a  entender por vitaliciedade a exigência de que o ocupante do cargo público  somente pudesse perdê-lo em virtude de sentença judicial transitada em julgado.  Era o que dispunha o seu art. 57: "[o]s Juízes federais são vitalícios e  perderão o cargo unicamente por sentença judicial".&amp;nbsp; A sistemática não foi  alterada por nenhuma das Constituições subsequentes, que preservaram a essência  dessa garantia. Com o advento da Constituição de 1988, a garantia foi estendida,  em toda a sua intensidade, aos membros do Ministério Público, que não mais  poderiam perder o cargo por força de decisão administrativa.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;À luz  dessas observações de caráter propedêutico, podemos afirmar, sem margem de erro,  que, nos últimos cento e vinte anos, o constitucionalismo brasileiro não conhece  vitaliciedade outra que não aquela que exige uma sentença judicial transitada em  julgado para a decretação de perda do cargo. E qual é a razão de ser dessa  garantia? A resposta é simples: é a mesma que iluminou os ingleses na edição do  Act of Settlement, de 1701: impedir que os juízes fossem demitidos ad libitum do  soberano ou de outra autoridade superior. Com isso, foi assegurada a sua  independência, podendo atuar quamdiu se bene gesserint (rectius: during good  behaviour, terminologia também encampada pela Constituição norte-americana de  1787: art. III, Seção 1). A importância dessa garantia mostrou-se de vital  importância para a evolução do Estado de Direito. Para dizer o menos, foi a  partir dela que Montesquieu (De L'Ésprit des Lois, Tome 1er., 1949, p. 163 e  ss.) idealizou a sua tripartição do poder, enquanto Locke (The second treatise  of government., 1976, §§ 143 a 148), escrevendo em momento anterior, apesar de  identificar a função, não visualizou a existência de um verdadeiro Poder  Judicial, isso em razão da submissão de seus agentes à Coroa. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;A  vitaliciedade instrumentaliza e assegura a independência  funcional.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Avançando para os vícios da PEC nº 75/2011, o primeiro  deles é o de inconstitucionalidade material. O Ministério Público, por  imperativo constitucional, foi considerado uma Instituição permanente,  "incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos  interesses sociais e individuais indisponíveis" (art. 127, caput). Sua atuação  funcional ainda foi objeto de maior especificação nos incisos do art. 129 da  Constituição Federal e em diversos diplomas normativos infraconstitucionais,  todos assegurando a proteção de direitos afetos à coletividade, como é o caso da  segurança pública (v.g.: propondo a ação penal pública); dos direitos sociais,  como a saúde e a educação (v.g.: instaurando o inquérito civil e ajuizando a  ação civil pública); do patrimônio público e social, do meio ambiente e de  outros interesses difusos e coletivos etc. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;A ratio essendi do  Ministério Público é a proteção, mediata ou imediata, dos interesses da  coletividade, facilmente enquadráveis sob a epígrafe dos direitos fundamentais.  Nesse sentido, deve-se lembrar que, segundo o art. 5º, § 2º, da Constituição de  1988, "os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros  decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados  internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte". De modo  correlato à disponibilização de direitos, a ordem constitucional prevê a  existência de instrumentos e de instituições cuja funcionalidade é torná-los  efetivos. A exemplo dos direitos e garantias individuais, que consubstanciam  limites materiais ao poder de reforma constitucional (CF/1988, art. 60, § 4º,  IV), também o são os instrumentos e as instituições que operacionalizam a sua  transposição para a realidade. É o que ocorre, por exemplo, em relação à  liberdade de cátedra e à autonomia universitária, que operacionalizam o direito  à educação (Cf. WANG. Die Entwicklung der Grundrechte., 2008, p. 143). A  existência do Ministério Público e as prerrogativas outorgadas aos seus membros  são enquadráveis sob a epígrafe dos direitos-garantia, refletindo uma "garantia  institucional" (institutionelle Garantie) ao exercício de inúmeros direitos  fundamentais. Vide: EMERSON GARCIA. Ministério Público., 2008, p. 46-47; e PAULO  BONAVIDES. Curso de Direito Constitucional, 2006, p 357.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Além do  vício de inconstitucionalidade material, a PEC nº 75/2011 pretende ser a  artífice de uma incoerência sistêmica. E isso por duas razões básicas. A  primeira delas ao continuar atribuindo aos membros do Ministério Público a  garantia da "vitaliciedade", mas, paralelamente, permitir que a perda do cargo  ocorra por decisão meramente administrativa. O propósito declarado é o de  aplacar o ímpeto dos críticos, já que a garantia da "vitaliciedade" teria sido  preservada. Essa interessante linha argumentativa parece partir da premissa de  que a essência das coisas é desinfluente à identificação do significado a ser  atribuído a um signo linguístico. Lembrando Julieta, ao propor a Romeu que  renegassem o nome e a inimizade de seus genitores para viverem o seu intenso  amor, pode-se afirmar: "What's in a name? that wich we call a rose, By any other  name would smell as sweet" (SHAKESPEARE. Romeo and Juliet, Ato II, Cena II, in  The Complete Works of William Shakespeare, s/d, p. 901). São justamente as  convenções linguísticas que permitem seja alcançada a convergência de  entendimentos. E são justamente essas convenções que a PEC ora analisada  pretende ignorar. Quer simplesmente denominar a pimenta de bocadilho e servi-la  no chá da tarde. A segunda razão de incoerência é que o mesmo texto  constitucional passará a abrigar duas espécies distintas de vitaliciedade: a dos  magistrados e a dos membros do Ministério Público. A primeira, verdadeira,  contemplada no art. 95, I; e, a segunda, "de mentirinha", prevista no art. 128,  § 5º, I, a.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Por fim, a PEC nº 75/2011, caso aprovada, oferecerá um  imenso risco pragmático à atuação do Ministério Público e, consequentemente, à  preservação dos direitos fundamentais. A garantia de que os membros do  Ministério Público somente possam perder o cargo em virtude de sentença  judicial, exigência que a justificativa da PEC nº 75/2011 considera  "excessivamente burocrática", é de vital importância para que esses agentes  possam bem exercer as diversas atribuições que lhes foram outorgadas pela ordem  jurídica, o que, não raro, os contrapõe aos interesses secundários dos poderes  constituídos ou, mesmo, aos interesses de poderosos grupos econômicos. Somente  assim se evita que pressões exógenas venham a censurar a sua atuação ou, mesmo,  retaliá-la, o que, no extremo, pode comprometer a sua própria subsitência e a de  sua família. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Afirmar, como o faz a justificativa da PEC nº  75/2011, que a vitaliciedade não pode "de forma alguma servir de abrigo seguro  aos membros que, tendo se conduzido de maneira reprovável, desejem escusar-se de  suas responsabilidades legais", é reproduzir escusa muito comum em regimes  autocráticos e ditatoriais. Tira-se a independência dos juízes porque julgam  mal; tira-se a imunidade dos parlamentares porque são corruptos e legislam mal;  tira-se a vitaliciedade dos membros do Ministério Público porque praticam  excessos; enfim, tira-se a liberdade do povo porque não sabe usá-la. A garantia  é outorgada à Instituição, não ao indivíduo. Se erros são praticados, a solução  é punir o indivíduo, não enfraquecer a Instituição, colocando-a de joelhos  perante seus algozes. E, em termos de punição, o sistema é pródigo. A perda do  cargo é prevista, mas não facilitada ao ponto de servir de estímulo à pressão  exógena. Retirar do Poder Judiciário e concentrar no Conselho Nacional do  Ministério Público a possibilidade de decretar essa sanção é medida que  certamente vai estimular o surgimento de uma nova instância de pressão, hoje  inexistente, e os fins perseguidos nem sempre serão nobres. &lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;Em  conclusão dessas breves considerações, que expõem os diversos vícios que atingem  a PEC nº 75/2011, espera a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público  (CONAMP) seja ela rejeitada e, ao final, arquivada.&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;BR&gt;César Bechara  Nader Mattar Jr.&lt;BR&gt;Presidente" &lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-5399864689541092132?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/5399864689541092132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=5399864689541092132&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5399864689541092132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5399864689541092132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/09/demostenes-torres-e-relator-da-pec.html' title='Demóstenes Torres é relator da PEC 75/2011'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7963005265587633695</id><published>2011-08-15T15:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T15:13:58.318-07:00</updated><title type='text'>Roberto Gurgel é reconduzido hoje ao cargo de PGR</title><content type='html'>Ser&amp;#225; realizada, nesta segunda-feira (15), a solenidade de recondu&amp;#231;&amp;#227;o do &lt;br&gt;procurador-geral da Rep&amp;#250;blica, Roberto Gurgel, ao cargo. O presidente da &lt;br&gt;Associa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Membros do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico (CONAMP), C&amp;#233;sar Mattar &lt;br&gt;Jr., participar&amp;#225; da cerim&amp;#244;nia, marcada para as 15h, no Pal&amp;#225;cio do Planalto, &lt;br&gt;em Bras&amp;#237;lia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7963005265587633695?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7963005265587633695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7963005265587633695&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7963005265587633695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7963005265587633695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/roberto-gurgel-e-reconduzido-hoje-ao.html' title='Roberto Gurgel é reconduzido hoje ao cargo de PGR'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7367388566358055536</id><published>2011-08-11T14:07:00.001-07:00</published><updated>2011-08-11T14:07:08.027-07:00</updated><title type='text'>Oswaldo Trigueiro é reconduzido ao cargo de PGJ da Paraíba</title><content type='html'>O governador da Para&amp;#237;ba, Ricardo Coutinho, nomeou Oswaldo Trigueiro do Valle &lt;br&gt;Filho ao cargo de procurador-geral de Justi&amp;#231;a do estado. Ele foi o candidato &lt;br&gt;mais votado na lista tr&amp;#237;plice, formada em elei&amp;#231;&amp;#227;o no &amp;#250;ltimo dia 27 de julho. &lt;br&gt;Atual PGJ do estado, Trigueiro continuar&amp;#225; &amp;#224; frente do MP paraibano at&amp;#233; 2013.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7367388566358055536?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7367388566358055536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7367388566358055536&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7367388566358055536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7367388566358055536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/oswaldo-trigueiro-e-reconduzido-ao.html' title='Oswaldo Trigueiro é reconduzido ao cargo de PGJ da Paraíba'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2213820147071853815</id><published>2011-08-10T13:03:00.000-07:00</published><updated>2011-08-10T13:02:19.392-07:00</updated><title type='text'>CNMP realiza hoje posse de conselheiros</title><content type='html'>Nesta quarta-feira (10), ser&amp;#227;o empossados os novos conselheiros e os &lt;br&gt;conselheiros reconduzidos do Conselho Nacional do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico (CNMP) &lt;br&gt;do bi&amp;#234;nio 2011/2013. O presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Membros do &lt;br&gt;Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico, C&amp;#233;sar Mattar Jr., toda a diretoria e integrantes do &lt;br&gt;conselho deliberativo da entidade estar&amp;#227;o presentes na cerim&amp;#244;nia de posse, &lt;br&gt;marcada para as 19h, no audit&amp;#243;rio Juscelino Kubitschek, da Procuradoria &lt;br&gt;Geral da Rep&amp;#250;blica, em Bras&amp;#237;lia.&lt;p&gt;Confira abaixo os novos conselheiros e os reconduzidos:&lt;p&gt;Novos conselheiros:&lt;br&gt;- Alessandro Tramujas, do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico de Roraima, em vaga dos MPs &lt;br&gt;Estaduais.&lt;br&gt;- Jarbas Soares, do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico de Minas Gerais, em vaga dos MPs &lt;br&gt;Estaduais&lt;br&gt;- Tito Amaral, do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico de Goi&amp;#225;s, em vaga dos MPs Estaduais&lt;br&gt;- Jefferson Luiz Pereira Coelho, na vaga do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Trabalho&lt;br&gt;- Jos&amp;#233; L&amp;#225;zaro Alfredo Guimar&amp;#227;es, do Tribunal Regional Federal da 2&amp;#170; Regi&amp;#227;o, &lt;br&gt;em vaga do Superior Tribunal de Justi&amp;#231;a (STJ)&lt;p&gt;Conselheiros reconduzidos:&lt;br&gt;- Maria Ester Henriques Tavares, em vaga do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico Militar&lt;br&gt;- Almino Afonso Fernandes, em vaga da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)&lt;br&gt;- Adilson Gurgel, em vaga da OAB&lt;br&gt;- Ta&amp;#237;s Schilling Ferraz, em vaga do Supremo Tribunal Federal (STF)&lt;p&gt;Os membros do CNMP ficam no colegiado por dois anos, podendo ser &lt;br&gt;reconduzidos para mais um mandato. Os conselheiros Cl&amp;#225;udia Chagas e M&amp;#225;rio &lt;br&gt;Bonsaglia ainda ficam no Conselho at&amp;#233; dezembro deste ano. J&amp;#225; o mandato de &lt;br&gt;Luiz Moreira se encerra em 2012. O representante do Senado Federal, que &lt;br&gt;substituir&amp;#225; Bruno Dantas, ainda n&amp;#227;o foi escolhido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2213820147071853815?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2213820147071853815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2213820147071853815&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2213820147071853815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2213820147071853815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/cnmp-realiza-hoje-posse-de-conselheiros.html' title='CNMP realiza hoje posse de conselheiros'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-6037312335968696709</id><published>2011-08-08T10:05:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T10:04:48.027-07:00</updated><title type='text'>ADI questiona norma sobre atuação de defensores públicos</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ajuizou no  Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI  4636) contra a norma que autoriza os defensores públicos a atuarem em favor de  pessoas jurídicas, bem como dispensa o registro profissional para exercer as  atividades do cargo.&lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;A ação aponta a inconstitucionalidade do termo "e jurídicas" incluído no  inciso V, e a íntegra do parágrafo 6º, ambos do artigo 4º da Lei Complementar  80/1994, com a redação dada pela Lei Complementar 132/2009.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Essa lei é  responsável pela organização da Defensoria Pública da União, do Distrito Federal  e dos Territórios e reúne as normas gerais para a organização das Defensorias  nos Estados.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;De acordo com a OAB, os dispositivos apontados são  inconstitucionais porque contrariam os artigos&amp;nbsp; 5º, inciso LXXIV, e 134 da  Constituição Federal ao admitir o "extrapolamento do campo de atuação da  Defensoria Pública para além da premissa estabelecida na Constituição  Federal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Isso porque a Constituição determina que a Defensoria Pública  deverá promover a orientação jurídica e a defesa dos necessitados, ao contrário  do que permite a lei complementar ao definir que os defensores devem atuar "em  favor de pessoas naturais e jurídicas".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para a OAB, prevalece o que diz a  Constituição que define os necessitados como o cidadão carente, desprovido de  recursos e desassistido do direito à orientação jurídica e assistência  judiciária. Dessa forma, sustenta que a Lei Complementar 132/2009 "acaba por,  indevidamente, ampliar a área de atuação da Defensoria Pública, com total  alheamento de sua missão constitucional" e cria outras atribuições do órgão que  não seja a orientação dos necessitados.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Registro profissional &lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Em relação à permissão para o defensor público atuar sem registro na OAB, a  ação aponta que esta possibilidade está prevista no parágrafo 6º do artigo 4º  (LC 132/2009) ao afirmar que "a capacidade postulatória do defensor público  decorre exclusivamente de sua nomeação e posse no cargo público".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Para a  OAB, essa norma é inconstitucional porque antes de tudo, a atividade exercida  pelos defensores públicos é a advocacia, pois defendem direitos, peticionam,  participam de audiências, recorrem, sustentam oralmente suas teses, enfim,  exercem atividades privativas da advocacia.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;Nesse sentido, a Ordem sustenta que "a natureza das coisas aponta que  [os defensores públicos] são advogados, portanto, tais advogados, no exercício  de função essencial à jurisdição do Estado, devem ser inscritos na OAB por  várias razões". &lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Assim, afirma que como os defensores públicos são essencialmente advogados,  desse modo, não se pode dispensá-los da inscrição nos quadros da OAB, uma vez  que desempenham as mesmas atividades dos advogados privados, na respectiva área  de atuação.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"Não obstante entendimento contrário, data vênia, a nomeação  de bacharel em direito para o serviço público não o legitima a postular em  juízo", defende a Ordem ao afirmar que "a capacidade postulatória de tais  profissionais decorre da condição inexorável de serem, na essência, advogados e,  como tais, inscritos na OAB, daí a inconstitucionalidade do  dispositivo".&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A ação destaca que a inscrição na OAB é indispensável para  o ingresso na carreira de defensor público, então, não se justifica  desobrigá-los de permanecer registrados, o que tem levado muitos desses  profissionais a cancelar a respectiva inscrição.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;"Não é razoável entender, com todo respeito, que após a nomeação no  cargo, possam os defensores públicos cancelar a inscrição na OAB, visto que é no  exercício do cargo que praticam atividades inerentes à advocacia, e, nessa  condição, revela-se indispensável a inscrição nos quadros da OAB",  sustenta.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Com esses argumentos, pede medida cautelar para suspender a  eficácia dos dispositivos questionados e, no mérito, pretende que estes sejam  julgados inconstitucionais.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O relator da ADI é o ministro Gilmar  Mendes.&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-6037312335968696709?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/6037312335968696709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=6037312335968696709&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6037312335968696709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6037312335968696709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/adi-questiona-norma-sobre-atuacao-de.html' title='ADI questiona norma sobre atuação de defensores públicos'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-123732168003321440</id><published>2011-08-08T10:03:00.001-07:00</published><updated>2011-08-08T10:03:03.871-07:00</updated><title type='text'>Ministério Público: singularidade histórica e defesa da cidadania no Brasil</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Gunter Axt, historiador&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Publico abaixo, o texto que serviu de base para a minha palestra desta  semana, em Florianópolis. É claro que na palestra eu procurei contextualizar  melhor muitos aspectos. Aqui, tudo está resumido. Este post também não se trata  de um artigo, com indicação de fontes e referências, pois é o roteiro de uma  palestra. Aqueles que sentirem disposição para aprofundar a questão podem  consultar um de meus livros sobre a evolução histórica do MP no Brasil.  &lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;------------------------------&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;O  Ministério Público no Brasil está entre as mais notáveis instituições que  assinalam a singularidade de nossa cultura institucional. Nenhum outro no mundo  possui garantias tão sólidas e atribuições tão amplas. O ente ministerial, hoje  considerado por muitos um Poder na prática, foi o último a se independentizar do  Executivo, mas as funções já existiam há milênios.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Alguns  localizam a origem do Ministério Público na figura do magiaí, funcionário do  faraó no Antigo Egito, há mais de quatro mil anos, encarregado do castigo aos  rebeldes, repressão aos violentos, acolhida dos apelos dos injustiçados, dos  órfãos ou das viúvas, e que tomava também parte na instrução dos inquéritos. Há  quem prefira identificar os primórdios da instituição nos éforos de Esparta:  cinco magistrados anualmente eleitos que formavam um colégio tribunício para  controlar a autoridade dos reis e dos gerontes; ou, ainda, nos tesmotetas  atenienses: seis magistrados, também reunidos num colegiado, que instruíam  processos posteriormente julgados pelos tribunais, velando pela correta  aplicação das leis e controlando a prestação de contas dos  estrategos.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Mas  foi o nascimento do Parquet, na França, com a Ordenança de 1302, de Felipe IV, o  Belo, que deu origem ao Ministério Público moderno. Esses agentes, demissíveis  ad nutum, intervinham em tudo que fosse considerado de interesse público,  pedindo castigo para criminosos, assistindo menores em causas civis ou criminais  e oficiando junto aos tribunais nos assuntos de interesse da Coroa, do Estado ou  da Igreja.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Em  Portugal, os procuradores da Coroa e da Fazenda e o promotor da justiça existiam  desde o século XIV e achavam-se presentes na Casa da Suplicação, a antiga corte  de apelação. No Brasil, as funções existiam desde 1548, vinculadas à acusação  penal e à defesa dos interesses do rei.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;No  Império (1822-1889), os promotores eram indicados pelo Ministro da Justiça, que  integrava o gabinete parlamentar, dominado por um partido e moderado pelo  Imperador. Funcionavam como uma espécie de estágio para a ascensão na carreira  política. Um promotor leal ao partido e com boa oratória tinha chances de ser  contemplado nas listas de candidatos para as Assembléias Legislativas, ou  alcançar o cargo de Chefe de Polícia, para então seguir adiante na carreia  pública.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;As  funções dos jurados e promotores não poderiam, ainda, ser acumuladas por  senadores, deputados, magistrados, oficiais de justiça e autoridades  administrativas e militares de primeiro e segundo escalão; mas nada impedia que  vereadores exercessem o cargo. A Lei mandava preferir os candidatos instruídos  em Direito, mas não vedava o exercício da função aos leigos, concessão  fundamental para o preenchimento das vagas num País que há pouco criara os  primeiros cursos jurídicos em Olinda e São Paulo, de acordo com a Lei de 11 de  agosto de 1827.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Os  promotores eram nomeados pelo governo na Corte e pelos presidentes de  províncias, pelo prazo de três anos, a partir de lista tríplice proposta pelas  câmaras municipais. Tinham por atribuições privativas a denúncia de crimes  públicos, policiais e de calúnias contra a família imperial e poderes da Nação,  a acusação dos réus perante os jurados, solicitar a prisão de criminosos,  promover a execução de sentenças e mandatos judiciais e, por fim, denunciar  corrupção ou incompetência de autoridades administrativas. O promotor podia  encaminhar suas denúncias aos juizes, às Relações, ao Supremo ou às câmaras  legislativas provinciais.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Regresso Conservador&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;A  Reforma do Código de Processo Criminal, pela Lei nº 261, de 3 de dezembro de  1841, suprimiu a participação das câmaras municipais na indicação do promotor. A  nomeação para o cargo passou a ser privativa do Imperador ou dos presidentes da  província, que eram, aliás, também nomeados pelo Imperador. Doravante, os  promotores perceberiam salários e deveriam acompanhar os juizes de direito, os  quais podiam substituí-los interinamente. A permanência na promotoria era por  tempo indeterminado e os ocupantes eram demissíveis ad nutum. Fixou-se o número  de um promotor por comarca  e não mais por termo , podendo haver mais de um  nas comarcas mais populosas.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Reações&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Os  liberais procuraram mobilizar as comunas e reagiram às manobras conservadoras  com a irrupção dos movimentos armados de 17 de maio de 1842, em São Paulo, e 10  de junho de 1842, em Minas Gerais. O descontentamento foi potencializado em  virtude das eleições para a Legislatura de 1842, ocorridas durante o Gabinete  Maiorista, tristemente celebrizadas pela alcunha de "eleições do cacete", quando  o Partido Conservador, assenhoreado do poder, promoveu a remoção de chefes de  polícia e juízes de direito, bem como a suspendeu de juízes de paz, que  presidiam o pleito, a fim de generalizar diversas formas de  fraude.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;O  Decreto nº 502 de 18 de fevereiro de 1847 proibiu o acúmulo do cargo de vereador  para promotores efetivos, adjuntos e interinos. O Aviso de 7 de outubro de 1843  vedou aos promotores o emprego de professor de francês. O Aviso de 31 de outubro  de 1859 instituiu o impedimento à advocacia para os promotores nas causas  criminais e nas cíveis que pudessem vir a ser objeto de processo crime, embora  houvesse exceções para o exercício da advocacia. O Aviso nº 499 de 31 de outubro  de 1871 obrigava os subdelegados que porventura fossem nomeados promotores a se  demitirem do cargo anterior. Os Códigos de Processo Criminal proibiam também o  acúmulo de secretarias de província. O promotor adjunto também não poderia  exercer cargos administrativos nas câmaras. Nenhum promotor poderia exercer  função de jurado ou de juiz municipal. Um membro da assembléia provincial não  poderia ser nomeado para a promotoria pública, mesmo depois de encerrado seu  mandato parlamentar, conforme dispunha o Aviso de 9 de outubro de  1877.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;O  Imperador identificou no procurador um aliado para fiscalizar os procedimentos  da magistratura  A Reforma de 1841 procurou converter o promotor num  instrumento do Poder Central nos termos e nas comunas, o que, bem ou mal, se  submetia o promotor ao chefe policial e ao ministro da justiça, não deixava de  constituir-se numa garantia da população contra a prepotência dos poderes  privados locais.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Reforma de 1871&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Nabuco  de Araújo pretendera uma instituição independente, sob o comando do procurador  da Coroa, com atribuições extensivas às áreas administrativa, criminal,  comercial e cível. Sua ação alcançaria todas as formas de violação do princípio  da justiça e todos as esferas de jurisdição do Poder Judiciário, da paróquia ao  Supremo, convertendo-se no guardião da Constituição e das leis. Como providência  conexa, Nabuco de Araújo preconizara também a criação de uma Ordem dos  Advogados.&amp;nbsp; Ambas as medidas, entretanto, foram consideradas por demais  ousadas, não merecendo contemplação na Lei 2.033 de  1871.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Todavia, ainda que o Ministério Público estivesse muito longe da forma  divisada por Nabuco de Araújo, parte das reivindicações do Estadista do Império  foi sendo lentamente concretizada pela legislação seguinte. A Lei do Ventre  Livre, promulgada logo a seguir, em 28 de setembro de 1871, sob o número 2.040,  deu ao promotor público a função de protetor do fraco e indefeso, ao estabelecer  que a ele cabia zelar para que os filhos livres de mulheres escravas fossem  devidamente registrados.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Assim,  em 2 de maio de 1874, pelo Decreto nº 5.618, o Imperador estabelecia um novo  Regulamento das Relações  Pela primeira vez, a legislação brasileira referia-se  ao procurador como o "órgão do Ministério Público perante a Relação". O promotor  de justiça e procurador da Coroa e da Soberania Nacional mantinham ainda  cumulativamente todas as prerrogativas de magistrado: o chefe do Ministério  Público era o desembargador mais moderno.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Com a  proclamação da República, o governo central foi substituído pelos estaduais na  indicação dos promotores, que se tornaram dependentes dos Governadores e do  partido no poder. Eram os tempos de coronelismo: na política, campeavam a fraude  eleitoral e estratégias extralegais, próprias de universo de indistinção entre  espaços público e privado.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;1934   Pela primeira vez, o Ministério Público foi formalmente contemplado no texto  constitucional, sendo integrado ao Capítulo VI e considerado como "órgão de  cooperação nas atividades governamentais". A nomeação do procurador-geral da  República continuou como atributo do presidente, mas deveria agora ser aprovada  pelo Senado, enquanto os membros seriam nomeados mediante concurso público. Os  promotores e procuradores ganharam também estabilidade, podendo apenas perder o  cargo mediante processo administrativo ou sentença judiciária, diante dos quais  lhes era assegurada ampla defesa. Aos chefes do Ministério Público da União e  dos estados foi vedada a acumulação de outras funções públicas, salvo o  magistério. Finalmente, a Constituição determinou a organização do Ministério  Público em todos os estados e territórios.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Nos  anos 1940, a ditadura do Estado Novo varguista impusera retrocesso com relação a  conquistas asseguradas na Constituição de 1934. Mas promotores de São Paulo e do  Rio Grande do Sul conseguiram organizar as suas associações de classe, dando um  passo decisivo na consolidação da carreira. Com o tempo, foram seguidos pelas  categorias dos outros estados.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;O  Código Penal de 1940 fortaleceu o Ministério Público, ao permitir a requisição  de diligências à polícia e avançar no sentido do reconhecimento da titularidade  da ação penal. Prestigiou a ação do Juiz e do Ministério Público e limitou o  protagonismo gozado pela polícia durante a república Velha. Este movimento de  valorização do Magistrado e do membro da instituição ministerial dialoga em  sintonia com as modificações introduzidas na área cível pelo Código de Processo  Civil de 1939. A consagração do princípio do livre convencimento no julgamento é  outro traço recorrente entre a nova legislação processual penal e  cível.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Em  1942, realizou-se em São Paulo o I Congresso Nacional do Ministério Público.  Pretendiam os congressistas conquistar a independência para com a Magistratura,  consolidar carreira própria, universalizar a obrigatoriedade do concurso  público, garantir a estabilidade funcional, impedir as remoções arbitrárias,  ressalvar amplo direito à defesa nos processos administrativos e sindicâncias,  consolidar o direito às férias remuneradas e evitar o acúmulo, em segunda  instância, das funções do Ministério Público com a advocacia do  estado.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;A  Constituição de 1946 garantiu algumas dessas reivindicações, mas a pauta era  ousada e se consolidou em ritmos diferentes nos estados, tendo São Paulo sempre  à frente. Com o regime militar instalado em 1964, percebeu-se que o centro de  decisões deslocava-se para Brasília, em virtude da centralização política.  Assim, os membros do Ministério Público investiram na consolidação da CAEMP,  Confederação das Associações Estaduais do Ministério Público, no seio da qual se  debateu um amplo projeto de reforma da instituição.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Em  1965, as leis de Ações Populares expressaram o poder interveniente na condição  de fiscal da lei e de protetor do interesse público. E o Código de Processo  Civil, de 1973, disciplinou a intervenção ministerial em matérias  cíveis.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Em 14  de dezembro de 1981, a Lei Complementar nº 40, qualificou pela primeira vez o  Ministério Público como "instituição permanente e essencial à função  jurisdicional", sendo considerado "responsável, perante o Judiciário, pela  defesa da ordem jurídica e dos interesses indisponíveis da sociedade". Foram  estabelecidos como seus princípios cardeais a unidade, a indivisibilidade e a  autonomia funcional. Determinou-se a organização do Ministério Público em todos  os estados e garantiu-se um plano de carreira próprio, autonomia administrativa  e financeira, com dotação orçamentária específica. Além da Corregedoria e do  Conselho Superior, criou-se, dentre os órgãos constitutivos, o Colégio de  Procuradores.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Ainda  em 1981, legitimou-se o Ministério Público à proposição de ação de  responsabilidade civil ou criminal na área do meio ambiente, que se tornava  sensível no Brasil. Em 24 de julho de 1985, a Lei da Ação Civil Pública,  consolidou essa evolução, conferindo-lhe legitimidade para a propositura de  ações civis públicas em defesa dos interesses difusos e indisponíveis, como  aqueles relacionados à defesa do meio ambiente, do patrimônio histórico e  paisagístico, do consumidor, do deficiente, dos direitos constitucionais do  cidadão, etc. Este diploma estabeleceu um novo horizonte ao Ministério Público  na área cível, pois a partir daí formou-se um canal proponente para o tratamento  judicial das questões atinentes aos direitos coletivos.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;A  Constituição de 1988 acolheu as novas mudanças e ampliou o seu alcance. Pela  primeira vez, um texto constitucional disciplinou de forma orgânica e harmônica  a organização e as atribuições da instituição ministerial no País. Na área  criminal, explicitou que ao Ministério Público competia, privativamente, a  promoção da ação penal pública. Conferiu-lhe ainda o exercício do controle  externo da atividade policial, na forma de lei complementar, ao nível federal e  estadual. Permitiu-lhe requisitar diligências investigatórias e determinar a  instauração de inquérito policial. Na área cível, além da promoção da ação de  inconstitucionalidade, a Constituição passou a reconhecer-lhe a defesa dos  interesses indígenas em juízo e a promoção da ação civil pública. Além disso,  deferiu-lhe explicitamente a vigilância da probidade administrativa dos  governantes.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Erigido quase como um quarto Poder, ao Ministério Público foi cometido o  zelo das principais formas do interesse público. Foi responsabilizado pela  defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e  individuais indisponíveis. As garantias de unidade, indivisibilidade e autonomia  firmaram-se na base da independência funcional dos membros. Isto é, os poderes  do procurador-geral passaram a encontrar limite constitucional na independência  funcional dos membros. Portanto, a hierarquia do Ministério Público foi  desenhada como sendo administrativa e não funcional. A Constituição repisou os  princípios de autonomia financeira da instituição traçados pela Lei Complementar  de 1981. Mas avançou ao admitir iniciativa no processo legislativo, no tocante à  edição de leis complementares, à criação ou extinção de cargos, organização de  serviços auxiliares e de concursos.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Tamanho salto qualitativo foi possível porque a classe estava organizada.  Em 1985 e em 1986, realizaram-se encontros nacionais preparatórios para a  Constituinte, nos quais a proposta foi amadurecida. Durante a Constituinte,  ajudou a aprovação da pauta o fato de influentes parlamentares serem ligados à  instituição. Mas houve oposição. A mais renhida partiu do Ministério Público  Federal, que não aceitava o projeto dos estados, especialmente na parte que  estabelecia a vedação à advocacia da União: o MPF queria permanecer vinculado ao  Poder Executivo. Por seu turno, grande parte do Ministério Público do Rio de  Janeiro não queria abrir mão da advocacia privada, cujo exercício acumulava com  a função ministerial. Ambas as categorias acabaram derrotadas e o projeto dos  promotores dos estados se impôs.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;Promulgada a Constituição, a oposição transferiu-se para a classe  política. Surgiram, por exemplo, de lá para cá, projetos tentando amordaçar os  promotores ou cassar-lhes atribuição de participação na fase pré-processual,  investigatória.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;No  início dos anos 1990, construiu-se no Brasil um substrato legal  infraconstitucional de extraordinário alcance para o reconhecimento e proteção  dos chamados direitos indisponíveis e difusos, o que estabeleceu um novo  paradigma jurídico. Na esteira da Lei da Ação Civil Pública, de 1985, vieram, em  1990, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código do Consumidor; em 1992,  a Lei da Improbidade foi o corolário do debate iniciado no Congresso em janeiro  de 1988, com a instalação da CPI da Corrupção; também em 1992, foi promulgado o  Código do Meio Ambiente.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Este  novo arcabouço pode se converter na pedra de toque da moderna democracia  brasileira, justamente por constituir uma cunha fincada no coração do nosso  renitente caráter cordial, na feliz expressão do historiador Sérgio Buarque de  Holanda. Este quadro diferencia o Brasil de outros países emergentes,  fortalecendo-lhe condições para a construção da  democracia.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: small"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-FAMILY: arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Fonte: &lt;A  href="http://wp.clicrbs.com.br/pedepagina/2011/08/07/ministerio-publico-singularidade-historica-e-defesa-da-cidadania-no-brasil/?topo=13,1,1,,,77"&gt;http://wp.clicrbs.com.br/pedepagina/2011/08/07/ministerio-publico-singularidade-historica-e-defesa-da-cidadania-no-brasil/?topo=13,1,1,,,77&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-123732168003321440?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/123732168003321440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=123732168003321440&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/123732168003321440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/123732168003321440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/ministerio-publico-singularidade.html' title='Ministério Público: singularidade histórica e defesa da cidadania no Brasil'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5612955043389023737</id><published>2011-08-08T09:59:00.000-07:00</published><updated>2011-08-08T09:58:52.690-07:00</updated><title type='text'>Associação do Ministério Público de Alagoas</title><content type='html'>&lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #4d4d4d; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;Adilza Inácio  de Freitas venceu as eleições da &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns =  "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:PersonName  ProductID="Associa&amp;#65511;&amp;#65507;o do Minist&amp;#65513;rio P&amp;#65530;blico" w:st="on"&gt;Associação do Ministério  Público&lt;/st1:PersonName&gt; de &lt;st1:PersonName w:st="on"&gt;Alagoas&lt;/st1:PersonName&gt;  (Ampal). Ela foi eleita, nesta sexta-feira (05), pela chapa &lt;I  style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Unidade e Trabalho&lt;/I&gt;, que recebeu 131  votos. Adilza, que já assumiu a presidência, ficará à frente da entidade no  biênio 2011/2013. &lt;?xml:namespace prefix = o ns =  "urn:schemas-microsoft-com:office:office"  /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-5612955043389023737?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/5612955043389023737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=5612955043389023737&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5612955043389023737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5612955043389023737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/associacao-do-ministerio-publico-de.html' title='Associação do Ministério Público de Alagoas'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2418502824021710128</id><published>2011-08-04T13:29:00.001-07:00</published><updated>2011-08-04T13:29:05.680-07:00</updated><title type='text'>Cláudio Lopes é eleito presidente do CNPG</title><content type='html'>O procurador-geral de Justi&amp;#231;a do Rio de Janeiro, Cl&amp;#225;udio Lopes, foi eleito &lt;br&gt;presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais de Justi&amp;#231;a do &lt;br&gt;Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico dos Estados e da Uni&amp;#227;o (CNPG). A elei&amp;#231;&amp;#227;o foi realizada &lt;br&gt;hoje (04), durante a reuni&amp;#227;o do CNPG, que contou com a participa&amp;#231;&amp;#227;o do &lt;br&gt;presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Membros do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico &lt;br&gt;(CONAMP), C&amp;#233;sar Mattar Jr.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2418502824021710128?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2418502824021710128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2418502824021710128&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2418502824021710128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2418502824021710128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/claudio-lopes-e-eleito-presidente-do.html' title='Cláudio Lopes é eleito presidente do CNPG'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2673980820026873054</id><published>2011-08-04T11:45:00.001-07:00</published><updated>2011-08-04T11:45:08.836-07:00</updated><title type='text'>Recondução de Gurgel é aprovada no plenário do Senado</title><content type='html'>O plen&amp;#225;rio do Senado aprovou, h&amp;#225; pouco, a recondu&amp;#231;&amp;#227;o do procurador-geral da &lt;br&gt;Rep&amp;#250;blica, Roberto Gurgel, ao cargo, por 56 votos a favor e 6 contra. O &lt;br&gt;presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Membros do Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico &lt;br&gt;(CONAMP), C&amp;#233;sar Mattar Jr., acompanhou a vota&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;p&gt;Roberto Gurgel foi indicado para a recondu&amp;#231;&amp;#227;o ao cargo de procurador-geral &lt;br&gt;da Rep&amp;#250;blica, no dia 6 de junho, pela presidente da Rep&amp;#250;blica, Dilma &lt;br&gt;Rousseff. A indica&amp;#231;&amp;#227;o foi feita ap&amp;#243;s Gurgel ter sido o mais votado em &lt;br&gt;elei&amp;#231;&amp;#227;o promovida pela Associa&amp;#231;&amp;#227;o Nacional dos Procuradores da Rep&amp;#250;blica &lt;br&gt;(ANPR).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2673980820026873054?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2673980820026873054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2673980820026873054&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2673980820026873054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2673980820026873054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/08/reconducao-de-gurgel-e-aprovada-no.html' title='Recondução de Gurgel é aprovada no plenário do Senado'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7046179056227712579</id><published>2011-07-28T11:52:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T11:56:34.554-07:00</updated><title type='text'>O mito da concepção cênica da sala de audiências e a geopolítica do Foro da Restinga</title><content type='html'>&lt;DIV&gt; &lt;DIV class=autor&gt;Por Lenio Luiz Streck&lt;/DIV&gt; &lt;DIV style="HEIGHT: 100%"&gt; &lt;DIV class=corpo_texto id=artigo_texto&gt; &lt;DIV id=artigo_imagens_destaque&gt; &lt;DIV class="artigo_foto idx0"&gt;&lt;A title=""  href="http://intra.mp.rs.gov.br/media/atuacaomp/2011/07/25733_640_480__leniostrhghj.jpg"&gt;&lt;IMG  id=foto_idx0  src="http://intra.mp.rs.gov.br/media/atuacaomp/2011/07/25733_220_220__leniostrhghj.jpg"  border=0&gt;&lt;/A&gt;  &lt;DIV class=legenda&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;Em 2007, escrevi artigo que tinha como  Leitmotiv uma decisão exarada pelo juiz de direito André Luiz Nicolitt, nos  autos do Processo nº 2003.005.000056-7, que negava validade aos dispositivos  legais que estabelecem a prerrogativa de os membros do Ministério Público  ocuparem assento do lado direito dos juízes e tribunais. Naquela oportunidade, o  magistrado fluminense entendeu que "a composição cênica" da sala de audiências  estava em confronto com a garantia constitucional da igualdade e acabava por  configurar um ambiente antidemocrático no desenrolar da relação processual.  Naquele caso, a fundamentação passava pela "aplicação" (sic) da Teoria da Ação  Comunicativa, de Jürgen Habermas, buscando construir uma "sala de audiências  discursivamente democrática". O que é isto, ninguém saberia explicar. Mas, não  vem ao caso. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Passados praticamente quatro anos, o magistrado  rio-grandense Mauro Caum Gonçalves reabre o debate, na medida em que proferiu  decisão no processo administrativo 02/2011 que tramitava na 1ª Vara Criminal do  Foro Regional Restinga da Comarca de Porto Alegre, determinando, in verbis: "a  alteração do mobiliário da sala de audiências de modo que seja removido o  assento ora destinado ao órgão do Ministério Público, que deverá, quando  comparecer às solenidades aprazadas pelo juízo, tomar lugar nos remanescentes  que se situam à direita (e não ao lado) do julgador". &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O referido  procedimento "mobiliário" foi instalado por pedido formulado pela Defensoria  Pública do Rio Grande do Sul, que visava a "recomposição cênica da sala de  audiência", de modo a posicionar o membro do órgão ministerial "no mesmo plano  da defesa" (sic). Argumentou-se que "a lei complementar 80/94 garante aos  membros da defensoria sentar no mesmo plano dos do parquet". Aduziu-se, ainda,  que o Estatuto da OAB estabelece não haver hierarquia entre Advogados,  Promotores e Magistrados e que o reposicionamento da sala de audiência não  importa violação de garantia funcional dos órgãos do MP, na medida em que a  expressão "à direita do juiz" não significa, necessariamente, "ao lado"  (observação inicial – aqui, já de pronto, há um problema: se todos devem estar  no mesmo plano, o juiz se inclui nisso, pois não?). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na decisão, embora  os fundamentos argüidos pelo magistrado portoalegrense sejam, em maior ou menor  medida, diferentes daqueles utilizados pelo juiz fluminense em 2007 – combatidos  sem tréguas por mim naquele ano –, penso que muitos dos argumentos que esgrimi  naquela ocasião permanecem válidos para a discussão que agora se instala em  nosso Estado. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;É verdade que a decisão do juiz Caum, do Foro Restinga,  não se ergue na afirmação, pura e simples, da inconstitucionalidade material da  Lei Orgânica Nacional do Ministério Público (LOMIN) ou da Lei Orgânica do  Ministério Público do Rio Grande do Sul por afrontarem o princípio da igualdade,  de paridade de armas, etc., quando determinam ser prerrogativa do MP sentar-se à  direita do julgador (aliás, como o é no Supremo Tribunal Federal). No caso em  questão, a alegação do magistrado é que haveria uma inconstitucionalidade  formal, na medida em que, nos termos do art. 125, § 1º, da CF, a organização  judiciária é matéria reservada à competência legislativa dos Estados e de  iniciativa privativa do Tribunal de Justiça. Já aqui temos um segundo problema:  se assim é, não haveria que se esperar um projeto de lei a ser remetido à  Assembléia Legislativa por parte do Presidente do TJRS? &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;De todo modo, em  sendo a LOMIN posterior à Constituição (Lei n. 8.625/93), a necessidade da  propalada inconstitucionalidade formal ser reconhecida pelo Tribunal de Justiça  em incidente de inconstitucionalidade permanece, do contrário estaria usurpada  competência reservada ao órgão especial do TJ pelo art. 97 da CF. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;E, no  mais, é preciso ter presente que a composição da sala de audiências não pode ser  tida como matéria de organização judiciária de competência parcial de um único  Estado, pelo simples motivo de que, se assim fosse, teríamos que admitir que a  composição da sala de audiências seria uma no RS e outra em SP, algo que não faz  o menor sentido na medida em que temos códigos de processo nacionais e nossa  federação optou por reservar tais matérias à competência legislativa da União.  Não obstante o esforço do magistrado em retratar o problema como simples questão  de organização judiciária que cabe dentro das competências parciais dos Estados,  é preciso considerar que a questão deve ser enquadrada no contexto do tipo de  federalismo que foi desenhado pelo constituinte em 1988. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ademais, a  LOMIN inclui a questão no âmbito das prerrogativas funcionais do Ministério  Público de modo que, assim sendo, a matéria passa a ser questão processual cuja  competência legislativa é reservada pela Constituição à União. Sendo mais claro:  prerrogativas funcionais (independente do debate acerca da relevância ou não de  tal prerrogativa) é matéria de processo. Portanto, deve ser tratada por lei  federal. Logo, no caso julgado em Porto Alegre, permanece firme a incidência da  LOMIN, não se sustentando o argumento do magistrado de que haveria, na hipótese,  inconstitucionalidade formal da LOMIN. E não há, por um simples motivo: a  questão que se coloca não é simples matéria de organização judiciária, mas, sim,  de direito processual. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ao final da decisão, depois de excluir a  aplicação da LOMIN e da Lei Orgânica do Ministério Público do Rio Grande do Sul,  concluiu o juiz pela aplicação do Código de Organização Judiciária do Estado  (COJE). Inacreditável. Nesse importe, o juízo afirma que não há nenhuma  referência à prerrogativa quando se determina a posição do órgão ministerial na  sala de audiência. Afirma-se apenas que será "à direita" do juiz, o que não  significa, necessariamente, ao lado. Busca-se, com isso, uma discussão meramente  semântica do significado de "à direita", nos trilhos daquilo que podemos chamar  de "hermenêutica clássica". O que seria, então, sentar à direta? Ou seja, a  discussão virou "um problema de semântica e de geopolítica"...! &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Nos  tópicos a seguir procurarei demonstrar minha posição de modo a tornar claros os  equívocos da decisão. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;É importante alertar, desde logo, que a discussão  que aqui se encaminha tem como pressuposto o amor pelo debate e a incitação,  própria da ciência, à critica. Essa discussão se coloca, por si só, acima de  interesses corporativos e/ou pessoais. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;1. O estado da arte da discussão:  a solução dos paradoxos e os paradoxos da solução &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Na ciência, os  paradoxos não têm solução, a não ser que se construa um modo artificial de sua  superação. Ou seja, paradoxo é algo sobre o qual não se pode decidir. Para  explicar melhor, tomo como exemplo o famoso "paradoxo do mentiroso" (The Liar´s  Paradox), pelo qual um cretense, ao afirmar que todos os cretenses eram  mentirosos, criou um problema: ele também era cretense e, conseqüentemente,  estaria incluído no conjunto dos epitetados como mentirosos; logo, se era  mentiroso, acabara de dizer uma mentira. E o contrário da mentira é a verdade;  mas, se era verdade, não poderia ser mentira! &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Assim, ou o cretense  sairia de Creta para afirmar o enunciado, o que criaria um novo problema,  exatamente por ele ter saído de Creta, com o que a afirmação "todos os  cretenses" estaria viciada, ou apelaria à lógica, afirmando que o enunciado ao  qual se refere não faz parte do conjunto dos enunciados de quem o profere. Hans  Kelsen fez isto para construir a sua "Teoria Pura do Direito", resolvendo,  assim, o problema do dualismo "mundo do ser e mundo do dever ser", ou seja, a  TPD passa a ser uma metalinguagem feita sobre uma linguagem objeto.  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Kelsen "escapa", pois, do paradoxo. Entre o mundo ser (todos os  cretenses são mentirosos) e o mundo do dever ser (o lugar em que o cretense fala  sobre os atributos dos cretenses), a lógica consegue resolver artificialmente o  problema dos paradoxos. Já no "mundo concreto" não é bem assim. Ou seja, como  resolver o problema da fórmula "na sala de audiência todos são isonômicos, sem  diferenciações, discriminações, sem lugares diferenciados, sem mesas mais altas,  sem cadeiras com espaldar avantajado etc.", sem que o juiz se dê conta de que  também ele – sim, o próprio juiz – está na sala de audiências, e que, portanto,  a propalada isonomia será isonomia ou a igualdade só será igualdade se, de fato,  "todos os que estão na sala" se beneficiarem da aludida principiologia. Ou a  isonomia é apenas para  os-demais-atores-que-compõem-o-cenário-daquilo-que-é-denominado-de-concepção-cênica-da-sala-de-audiência",  ficando o juiz de fora da aplicação da principiologia? Algo do tipo: o Estatuto  da OAB – para falar apenas dessa Lei – embora diga que não há diferenciação,  quer dizer "vale para todos os demais, menos para o juiz"... &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Assim, sem  a metalinguagem (ficção lógica), recurso metafísico para superar o paradoxo  representado pelo fato de o juiz também estar (fazer parte) na sala, devendo  também a ele aplicar-se, por conseguinte, o "princípio" e a "democracia cênica",  o próprio juiz terá de se submeter ao enunciado "todos os que...". Portanto, não  poderá ele ostentar espaço privilegiado (afinal, o próprio estatuto da OAB  assegura a igualdade da tríade processual). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mais ainda, a aplicação da  isonomia ou igualdade (se assim se quiser) não poderá ser aplicada pela metade,  com o que, por exemplo, haverá forte prejuízo cênico se apenas o juiz, o  promotor e o advogado (Defensor Público ou não) tomarem cafezinho, e o réu ou as  testemunhas ficarem de fora do butim (no Rio Grande do Sul já haveria um sério  problema em face do chimarrão, que teria que correr de mão em mão!); por outro  lado, haverá sérios problemas com a constitucionalidade dos dispositivos legais  que asseguram tratamento ao nível de excelência (1) para algumas autoridades;  por certo, haverá seríssimo prejuízo à democracia da sala de audiência se o réu  ou as testemunhas não obtiverem o mesmo tratamento republicano...! &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Cabe  indagar, de outra banda, as razões pelas quais a democratização do espaço  público (ou "concepção cênica", se assim se quiser) deve ficar restrita à sala  de audiências. Afinal, por que não espraiar a democracia e a isonomia pelo mundo  afora? Assim, só para argumentar, indagaria: juízes, deputados (ou outras  autoridades, incluindo promotores) podem ter estacionamento privativo? E  elevadores privativos? Isso pode? E restaurantes separados do restante da  população? Pode? Mais ainda (e desculpem a ironia dos meus argumentos): que  negócio é esse de, enquanto as pessoas "comuns" – peço também desculpas pela  expressão "cenicamente e politicamente incorreta" – necessitam entrar em filas  de bancos, nós, juízes, promotores, procuradores do Estado e deputados (para  falar apenas dessas autoridades), termos a nossa disposição agências bancárias –  instaladas no interior dos respectivos prédios públicos – só para atender nossas  contas? Isso não fere a isonomia? &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ora, ora. Na verdade, essa é uma  discussão absolutamente secundária. Como o é a discussão da "geopolítica da  distribuição dos espaços na sala de audiências". Isto porque, levado a ferro e  fogo, nada poderia funcionar na República. Os deputados não poderiam ter  passagens pagas, os fóruns não poderiam ter restaurantes com espaço reservado  para juízes, os Ministros do STF (e os demais Ministros da República) não  poderiam ter a prerrogativa de viajar em primeira classe ou classe executiva, os  prédios públicos não poderiam ter estacionamento privativos para os funcionários  (porque isso violaria o direito dos não funcionários públicos), etc. E assim  iríamos ad infinitum nas "violações da igualdade"...! Mas, por favor...! Não é  disso que trata a Constituição. Do mesmo modo, não é pela "distribuição do  espaço mobiliário" que se mede a democracia abaixo do Equador. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Afinal,  se a tese da Defensoria, albergada pelo juiz, é republicana, adequada  constitucionalmente, deveria ser, a toda evidência, levada às suas últimas  conseqüências. Deixar a sua aplicação restrita à sala de audiências – que não é  exatamente o espaço público de que fala Habermas, por exemplo – não me parece  suficiente. Nem um pouco. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Retornando ao tema stricto sensu, parece  evidente que o problema da democracia ou da (boa ou má) funcionalidade da  justiça não reside na geopolítica da sala de audiências ou da sala de sessões do  Supremo Tribunal Federal (já fico a imaginar o procurador-geral da República, a  quem cabe a última palavra nas ações penais, ser instado a se retirar do lugar  que ocupa atualmente, para que um observador "tenha a 'impressão', senão  identidade, ao menos proximidade das atribuições [a de julgar e a de acusar,  acrescentei]" (sic), tal como constou da decisão do juiz de Porto Alegre. Ou a  concepção cênica não deverá valer para o Supremo Tribunal Federal? &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mas,  vamos lá: quem disse que as funções de Ministério Público e as de Defensoria  Pública são iguais? Pode um defensor pedir a condenação de seu cliente? Tem o  Defensor-Geral a última palavra nas ações penais? Tem a Defensoria Pública  alguma parte – ínfima que seja – da parcela de soberania do Estado? Pois, só  para lembrar: na República brasileira, se o Procurador-Geral da República ou o  Procurador-Geral de Justiça decidir que alguém não deverá ser processado, esse  alguém não será. Isso é parcela de soberania. Logo, não são poucos os  diferenciais entre acusação e defesa... Queiramos ou não. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Por fim,  importa registrar que o TJ/RS deferiu liminar (MS 7004110856/2011) que suspendeu  os efeitos da decisão do Juiz Caum. Na decisão, o relator do caso, Desembargador  Armínio José Abreu Lima da Rosa, referiu, de maneira percuciente, que o deslinde  da questão não se esgota pela análise das questões que envolvem apenas o  processo penal. Ao contrário, aduziu o eminente relator que a solução do debate  deve atender a uma solução conjugada entre as funções exercidas pelo órgão  ministerial no processo e panel e no processo civil. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Ademais, tem  carradas de razão o Desembargador Armínio quando afirma que "a grandeza, o  respeito e a dignidade das funções não residem na disposição de seus assentos,  mas, antes de tudo, naquilo em que se traduzir efetiva sua atuação em prol da  sociedade". &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Do mesmo modo, é preciso concordar com o  Desembargador-relator do MS que defiriu a liminar requerida pelo Ministério  Público do Rio Grande do Sul (suspendendo os efeitos da decisão do juiz do Foro  de Restinga), quando afirma: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"De resto, não parece razoável, tomando-se  por invocação o art. 4º da Lei Complementar n. 80/94, alterar-se o mobiliário e  a ordem dos assentos do Ministério Público, sabendo-se que nem sempre irá atuar  a Defensoria Pública na defesa dos réus, a par de, a vingar a tese, impor-se ao  Parquet, quando fiscal da lei, a posição não exatamente adequada a tal função.  Ou, pior, submetê-lo a constrangedor, para dizer o mínimo, deslocamento para  outro lugar". &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;2. O enfrentamento dos argumentos &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;2.1. Uma  preliminar necessária: a violação do sistema de controle de constitucionalidade  brasileiro – a flagrante violação do artigo 97 da Constituição do Brasil  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;De plano, é preciso deixar claro o seguinte: não basta o juiz de direito  dizer, por exemplo, que a norma 'x" é inconstitucional ou que está fazendo uma  interpretação conforme, para que a decretação da inconstitucionalidade seja  levada a efeito (como ocorre, por exemplo, com a afirmação de que haveria uma  inconstitucionalidade na LOMIN e na LOMPRS, por não respeitarem os regime de  competência legislativa determinado pela CF para as questões de organização  judiciária. Isso sem contar que a decisão desconsidera o necessário debate a ser  feito acerca do regime federativo insculpido na mesma Constituição. Trata-se, in  casu, daquilo que Laurence Tribe e Michel Dorf chamam de uma leitura  sub-integrada do texto constitucional, na medida em que desconsidera que a parte  compõe um todo maior que ela. Nesse sentido, não há que se falar em regime  parcial de competência legislativa quando há um evidente contexto federativo em  jogo: como afirmado acima, não dá para a sala de audiências ter um formato no  RS, outro em SC, outro em SP, etc., etc., etc.). Com efeito, para inquinar uma  norma jurídica de inconstitucional, não basta dizê-lo. Deve haver uma  fundamentação e uma justificação. Como se sabe, um juiz pode deixar de aplicar  uma norma se, de forma fundamentada e justificada, entendê-la como  inconstitucional; o tribunal – no caso, o órgão fracionário – só poderá fazê-lo  se suscitar o incidente de inconstitucionalidade (excetuadas as hipóteses do  art. 481, do CPC) (2). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A declaração de inconstitucionalidade em uma  democracia é medida de exceção. Sempre é medida de exceção. E para fazer uma  verfassungskonforme Auslegung (interpretação conforme a Constituição) ou uma  Teilnichtigerklärung ohne Normtextreduzierung (nulidade parcial sem redução de  texto), há que se ter claro que se está diante de decisões: a primeira, de  rejeição parcial qualitativa de inconstitucionalidade; a segunda, de acolhimento  parcial qualitativo de inconstitucionalidade. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mais do que isto: se o  juiz, no primeiro grau, diz que a norma "x" é inconstitucional (com adequada ou  inadequada fundamentação) e a parte adversa recorre ao tribunal sob o argumento  de que a norma "x" não é inconstitucional, o tribunal terá dois caminhos a  seguir: revoga a decisão de 1º grau, por entender que a norma "x" não fere a  Constituição (portanto, o tribunal desfaz o equívoco do juiz de 1º grau); a  segunda opção é o tribunal confirmar a decisão de 1º grau, concordando com a  decisão do juiz. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Neste caso, como a decisão de primeiro grau afastou  norma infraconstitucional com base na Constituição (questão prejudicial), o  órgão fracionário deverá necessariamente suscitar o respectivo incidente de  inconstitucionalidade. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Nunca é demais repetir que há limites no processo  hermenêutico. Ao contrário do que pensam alguns doutrinadores, o processo de  atribuição de sentido não é arbitrário, "segundo as íntimas convicções do  intérprete". Que norma e texto são coisas diferentes, não é novidade. Mas isto  nem de longe pode significar que o intérprete esteja autorizado a atribuir  sentidos arbitrariamente, sob os ventos do pragmatismo ou de eventuais  "sentimentos do justo". Nunca é demais trazer a lição de Gadamer: se queres  dizer algo sobre um texto, deixe primeiro que o texto lhe diga algo. O problema  é que, às vezes, os textos jurídicos nos dizem coisas das quais não gostamos.  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;No Estado Democrático de Direito, para que uma lei – ou parte dela –  deixe de ser aplicada, deve haver uma fundamentação – de índole constitucional –  consistente. Sendo mais claro: se a lei ou o dispositivo não é inconstitucional,  então as possibilidades de sua não aplicação ficam reduzidas a zero! Não é  possível "passar por cima da lei" (5), o que seria um retorno a uma espécie de  "realismo tardio" ou "positivismo fático", de inspiração escandinava, útil nos  tempos em que não havia Constituição. Mas hoje temos uma Constituição. E uma  Constituição democrática. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Daí os limites do processo interpretativo. Não  se pode dizer qualquer coisa sobre qualquer coisa! Afinal, por mais que um  intérprete seja convincente, por certo não conseguirá convencer o interlocutor,  por exemplo, que não foi a Alemanha que invadiu a Polônia, e sim o contrário!  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Este é, aliás, um dos problemas da "ciência jurídica" no Brasil,  constatável a toda evidência, também no Supremo Tribunal Federal, que, por  vezes, ao deixar de aplicar a Constituição, transforma-se – ilegitimamente – em  constituinte originário (ou derivado). No caso sob comento, em havendo um  comando legal, não há qualquer justificativa para não aplicar a lei, a menos que  esta, repito, seja declarada inconstitucional. Repita-se: há limites no processo  interpretativo, que não pode ser relativizado (6). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Resumindo: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;a)  um juiz só deve aplicar leis válidas (veja-se, sempre, a diferença, muito cara à  teoria do direito, entre vigência, que é secundária, e validade, que é  primária); &lt;BR&gt;b) um juiz só pode deixar de aplicar uma lei se, de forma  fundamentada e justificada, entendê-la inconstitucional, afastando-a da relação,  porque questão prejudicial; &lt;BR&gt;c) na mesma linha, o juiz pode elaborar uma  interpretação conforme à Constituição (será uma decisão de rejeição parcial  qualitativa de inconstitucionalidade), não havendo, neste caso, redução do  texto, não prescindindo, este processo, de cuidadosa fundamentação e  justificação; &lt;BR&gt;d) ainda no mesmo diapasão, o juiz poderá entender que um dos  sentidos do texto é inconstitucional, elaborando, assim, uma  inconstitucionalidade parcial sem redução de texto (será uma sentença de  acolhimento parcial qualitativa de inconstitucionalidade), devendo deixar  explícito o que restado sentido (também aqui não há redução de texto); &lt;BR&gt;e)  também poderá deixar de aplicar a lei a partir da utilização dos critérios para  resolução de antinomias, sempre com um olhar na Constituição, porque, por vezes,  a lex posterior que revoga lex anterior pode ser contrária a Constituição...!  &lt;BR&gt;Fora dessas hipóteses, o juiz não tem outro caminho: não pode deixar de dar  aplicabilidade à lei. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;2.2. Da inadequada parametricidade alegada  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Fica claro, assim, que, no Estado Democrático de Direito, as leis que  não forem invalidadas constitucionalmente ou que não forem revogadas/derrogadas  por outras leis (critério para a solução de antinomias), não podem deixar de ser  aplicadas pelo Poder Judiciário. Esta é a garantia da democracia. O fato de um  juiz considerar injusta uma lei ou, por critérios pragmáticos, entender em não  aplicá-la, não lhe dá o direito de ignorá-la, negando-lhe validade. O Poder  Judiciário pode não aplicar uma lei, como já dito, só que, para tanto, deve  seguir os passos que o sistema jurídico estabeleceu para esse desiderato: o  controle de constitucionalidade. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;No caso sob comento, foi esgrimido o  argumento de que as leis orgânicas do Ministério Público (federal e estadual),  ao estabelecerem a prerrogativa do assento ao lado da presidência, contrariavam  (sic) o art. 125, § 1º, da CF, que reserva aos Estados a competência para  legislar sobre organização judiciária, concedendo a iniciativa ao Tribunal de  Justiça. Conforme já assinalado, essa questão não pode ser bem compreendida se  descolada do contexto federativo que tem lugar no modelo constitucional  brasileiro. Só para lembrar de novo: na República de terrae brasilis, quando um  juiz quer afastar uma lei (ou duas), deve dizê-la inconstitucional de forma  fundamentada e não esgrimir argumentos pragmaticistas. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;De todo modo,  volta-se ao problema da pretensa "igualdade" ou da "isonomia". Algo que não  aparece na superfície do discurso articulado pela decisão de Caum, mas a  sustenta de modo subterrâneo (haja vista às inúmeras menções ao modelo  acusatório de processo penal) é a alegação do ferimento do princípio da isonomia  ou da igualdade. Essa questão também foi levantada pelas decisões fluminenses de  2007 a respeito da matéria. Por isso, é importante, desde logo, confrontá-las,  embora já acima as tivesse feito lato sensu. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Creio que não é suficiente  uma tal alegação, por tudo que a tradição (no sentido gadameriano) nos tem  ensinado, sendo desnecessário cansar o leitor com uma sucessão de citações  doutrinárias que digam respeito ao conceito de isonomia, igualdade formal e  igualdade material, além da diferença entre a igualdade na lei e a igualdade  perante a lei. O problema talvez esteja no fato de que, por vezes, a  Constituição não nos diz aquilo que queremos ouvir. E não se pode torturá-la,  arrancando-lhe sentidos que não possui. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Dito de outro modo, o princípio  da isonomia – assim como o da igualdade – não é uma panacéia que possibilite  inquinações de inconstitucionalidade no atacado – como é comum em um país de  "baixa constitucionalidade" - , como foi o caso de um conhecido jurista paulista  que, mal havia sido promulgada a Lei nº 9.296/96 regulamentando a escuta  telefônica, defendeu, com contundência, a inconstitucionalidade do dispositivo  que não determinava a intimação da defesa (ou do acusado) por ocasião da  autorização da instalação da escuta, tudo com base no princípio da ampla defesa  e da isonomia (sic). De fato, seria interessante avisar o investigado antes de  instalar a escuta...! Ou seja, nem sempre o que parece, é. Isonomia,  igualdade... Palavras que se transformaram em enunciados performativos...!  Aliás, a palavra isonomia não pode provocar um paradoxo do tipo, se tudo é, nada  é. Se todos são isonômicos, nada poderá ser. Isonomia só existe para marcar a  diferença. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Nessa mesma linha, caberia ainda indagar: seriam  inconstitucionais o prazo em dobro da defensoria pública e o prazo privilegiado  da fazenda pública? É inconstitucional o dispositivo do CPP que garante a prévia  defesa (prazo de 15 dias) ao funcionário público antes do recebimento da  denúncia, enquanto as "pessoas comuns" não têm esse direito? &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Mais: fere  o princípio da igualdade (ou da isonomia) o dispositivo que garante o  recebimento da denuncia contra juiz, promotor ou deputado, pelo colegiado do  Tribunal competente? Ainda: em face da propalada isonomia e da igualdade, os  defensores públicos não deveriam ser julgados pelo Tribunal de Justiça? E os  Procuradores do Estado? E os Delegados de Polícia? Como a Constituição não diz  isso – e, repito, as vezes a CF não diz tudo o que a gente quer – estaríamos em  face de uma "omissão" ou "lacuna da Constituição"? Ou exatamente isso é assim  porque há diferenças entre as carreiras de MP e DP? Se se concedesse foro  privilegiado ao Defensor Público, o que diriam os advogados que não são  defensores públicos? Se os juízes e promotores tem porte de arma (de ofício), os  defensores públicos também não deveriam ter porte de ofício? Mas, de novo: o que  diriam os advogados que não são defensores públicos? Podem eles – os advogados  não defensores públicos – deter menos prerrogativas que os seus colegas  Defensores Públicos? Creio desnecessário desfilar um rosário de exemplos de  pretensas quebras de isonomia que podem ou não serem "quebras". Por isto,  repito, nem sempre o que parece, é. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Desse modo, o argumento de que o  Ministério Público e a Defesa devem sentar juntos, porque o lugar ocupado pelo  Ministério Público fere a democracia (ou argumento desse jaez), a concepção  cênica e a isonomia, e que isso fomentaria uma certa "promiscuidade" entre  juízes e promotores (era o argumento do juiz fluminense em 2007), deve – esse  argumento - ser hermeneuticamente irrigado, em primeiro lugar, a partir do  perfil jurídico-constitucional assumido, na atualidade, pelo Ministério Público.  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Evidentemente, tal configuração institucional não pode ser  desencaixotada do regime político-normativo, antidemocrático e  pré-constitucional que fecundou o CPP, senão que haverá de ser recolhido da  Constituição de 1988, notadamente a partir do artigo 127, claro em dispor que ao  Ministério Público incumbe, como instituição permanente e essencial à função  jurisdicional do Estado, defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos  interesses sociais e individuais indisponíveis. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;À luz desta e das  subseqüentes disposições constitucionais que formatam o perfil jurídico-político  da instituição, é-nos facultado reconhecer, também, que o Ministério Público dos  tempos atuais lança-se ao exercício de uma magistratura ativa na defesa da ordem  jurídico-democrática, expressão essa cunhada por um de seus líderes históricos –  porquanto Procurador-Geral da República à época da discussão em torno do texto  constitucional porvir –, o hoje Ministro do Supremo Tribunal Federal Sepúlveda  Pertence (7). Depreende-se de seu voto, em julgamento envolvendo a matéria de  que estamos a cuidar: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;"O Ministério Público da União, em particular,  desvinculado do seu compromisso original com a defesa judicial do Erário e a  defesa dos atos governamentais, que o prendiam necessariamente aos laços de  confiança do Executivo, está agora cercado de contrafortes de independência e  autonomia, que o credenciam ao efetivo desempenho de uma magistratura ativa de  defesa impessoal da ordem jurídica democrática, dos direitos coletivos e dos  direitos da cidadania" (8). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Essa vocação à defesa da legalidade  democrática é o que fundamenta a existência e o estatuto constitucional do  Ministério Público. Sua missão institucional, portanto, não pode ser  hermeneuticamente reduzida em suposta obediência à "bipolaridade" própria de uma  teoria linear do processo. Afinal, "mesmo que no pólo ativo da lide, visa a  fiscalizar a exata aplicação da lei, em cujo favor intervém, e não em benefício  da pessoa que eventualmente poderá vir a ser beneficiada por sua ação, pois,  trata-se de tutelar um interesse público, e não um interesse privado" (9).  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Não seria exatamente por isso que há uma diferença entre o papel do  Ministério Público e do Defensor? (10) &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O Ministério Público  tradicionalmente ocupa o lugar que ocupa não porque é mais importante ou porque  é igual à parte ou o juiz, mas, sim, porque ocupa um lugar que é simplesmente  diferente. E isto não faz o Ministério Público ser mais ou menos democrático,  assim como o uso dos elevadores privativos ou o lugar de destaque da mesa do  juiz não fazem o judiciário mais ou menos democrático. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;É nesse sentido  que devemos superar um certo "uso reificante da linguagem", como se as palavras  carregassem um sentido próprio e nas coisas estivesse a sua essência. Enfim, é  como se, de forma reificada, o sentido da democracia estivesse contido  (essencialmente) na "coisa" (concepção cênica). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;De qualquer sorte,  poderiam ser aqui colacionadas várias indicações constitucionais da posição  diferenciada assumida pela instituição do Ministério Público. E, insisto, não  deve haver problema nenhum em assumir essa diferenciação. Nos termos do artigo  127 da Constituição, incumbe-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime  democrático e dos interesses sociais indisponíveis. Regime democrático este,  fundado em premissas principiológicas como a cidadania (art. 1º, inc. II), a  promoção da dignidade da pessoa humana (art. 1º, inc.III), a construção de uma  sociedade livre, justa e solidária (art. 3º, inc. I) etc. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Agregue-se,  por fim, que é equivocada a cisão – porque todo dualismo é metafísico – entre  Ministério Público "fiscal da lei" e Ministério Público "parte" (por exemplo, o  júri), como se houvesse diferença na atuação. Fazer essa cisão é o mesmo que  pensar que o juiz do cível – ao julgar ações de caráter interindividual – é  diferente do juiz que decide uma ação civil pública. O Ministério Público possui  prerrogativas institucionais e garantias constitucionais exatamente porque não  atua por si; sempre atua em nome da sociedade. Na sintética assertiva de  Mazzilli, "o Ministério Público é advocacia de partido – o partido dos  interesses sociais e individuais indisponíveis"(11). &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;3. À guisa de  conclusão: crise dos paradigmas de direito e de Estado e de como a tese da  concepção cênica (sic) esconde aquilo que quer desvelar &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Relembro, por  relevante, uma questão que remete a discussão ao problema dos paradigmas do  direito e do Estado. Refiro-me à sempre perigosa (re)afirmação do paradigma  liberal-individualista, próprio de uma determinada concepção de direito e de  Estado. Assim, não podemos olvidar que: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;a) no Estado Liberal, há uma  preocupação voltada para a proteção dos interesses interindividuais, fruto  exatamente do triunfo contra o velho regime; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;b) no Estado Social, que  exsurge da crise do modelo liberal, a preocupação passa ser a proteção de  grupos, a partir de um direito promovedor, em contraponto a um direito meramente  ordenador da fase liberal-absenteísta; &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;c) no Estado Democrático de  Direito, a preocupação passa a ser com os direitos de terceira e quarta  dimensão, agregando as fases anteriores, a partir de um direito e de um Estado  que, agora, passam a ter a sociedade como preocupação maior. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Veja-se,  pois, a evolução: indivíduo, grupo, sociedade. E não há como negar que o  Ministério Público – na moldura institucional que lhe foi dada pelo  constituinte, reforçada na Emenda Constitucional nº 45/04 – foi elevado ao  epicentro dessas alterações ocorridas no direito e no Estado. Os princípios e as  funções institucionais que lhe dão vida afiguram-se consagrados em uma  Constituição democrática, a qual, afastando-o do Poder Executivo, tornou-lhe, em  uma consideração pragmática, esperança social. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Tenha-se em mente, no  particular, que no contexto em que está imersa a sociedade contemporânea,  esperança social poderá significar esperança de democracia substancial, de  redução das desigualdades sociais, enfim, esperança de justiça social ou,  minimamente, esperança de real e efetiva defesa dos interesses sociais.  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;É dizer, pois: de um Ministério Público protetor dos interesses  individuais, de perfil liberal-individualista – ao qual, certamente, os  defensores da tese da concepção cênica se referem –, salta-se para um novo  Ministério Público, que claramente deve assumir uma postura intervencionista em  defesa do regime democrático e dos direitos fundamentais sociais, a partir de  uma dupla intervenção: de um lado, utilizando os remédios constitucionais,  buscando, em todas as instâncias (políticas e jurídicas), a concretização de  tais direitos (direito à saúde, educação etc); de outro, atuando, com  legitimidade prioritária, no combate aos delitos que colocam em xeque os  objetivos da República. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;É nesse contexto que a Constituição do Brasil  elegeu o Ministério Público como a guardião da ordem democrática. E,  convenhamos, queiramos ou não, isto não é pouca coisa. Ah, não é, não!  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Portanto, a propalada "readequação" "mobiliária" da sala de audiências –  ao procurar "isonomizar e/ou igualar" o Ministério Público à defesa (que é  sempre defesa do indivíduo) –, na verdade busca, consciente ou  inconscientemente, corporativamente ou não, desqualificá-lo, tendo como pano de  fundo o velho paradigma liberal-individualista, em que o Estado colocava suas  baterias na defesa do indivíduo, e em que o Estado era contraposto à sociedade.  E nisso reside o equívoco: a sociedade não deve ser contraposta ao Estado; esse  dualismo é falso. O Estado não é uma entidade metafísica. A sociedade se realiza  no Estado. Alguém já "encontrou" o Estado por aí? Como seria a "entidade"  Estado? Imaginemos a "figura" do "Estado inglês" e a do "Estado afegão"...  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Dizendo de outra maneira: o Estado não é necessariamente mau, como se  pensava no século XIX; ele pode ser amigo dos direitos fundamentais. A ruptura  com o modelo dogmático-formalista (de cariz liberal-individualista) aparece  nitidamente na dupla face do papel a ser exercido pela ação do Estado, isto é,  essa alteração de papel dá-se quando o Estado, de potencial opositor a direitos  fundamentais (essa era a perspectiva do modelo de direito formal-burguês),  torna-se seu protetor, e, o que é mais incrível – "que o Estado se torne amigo  dos direitos fundamentais" (Stern) (13), problemática bem visível na  Constituição do Brasil, quando estabelece o comando da erradicação da pobreza,  da construção de uma sociedade justa e solidária etc. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Isto significa  afirmar que este (o Estado) deve deixar de ser visto na perspectiva de inimigo  dos direitos fundamentais, passando-se a vê-lo como auxiliar do seu  desenvolvimento (Drindl, Canotilho, Vital Moreira e Stern) ou outra expressão  dessa mesma idéia, deixam de ser sempre e só direitos contra o Estado para serem  também direitos através do Estado (14). Dito de outro modo, por detrás da tese  da concepção cênica é possível vislumbrar o velho preconceito contra o Estado,  e, via de conseqüência, contra a sociedade. Ou seja, a tese esconde exatamente  aquilo que quer desvelar. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Em síntese, o Ministério Público, seja na sua  atuação como fiscal da lei ou como parte, inexoravelmente deverá ser  pré-compreendido no âmbito do horizonte de sentido do Estado Democrático de  Direito. A tese da "concepção cênica", além de estar fundada em um pressuposto  estruturalista de igualdade, olvida a diferença de sentido presente nos papéis  desempenhados pelo defensor e pelo agente ministerial. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;De todo modo,  numa palavra final: a democracia não se mede pelos espaços físicos da sala de  audiência e pela posição que as partes (incluído o juiz) assumem fisicamente.  Fosse isso verdadeiro, a justiça norte-americana estaria em maus lençóis, pelo  patamar mais alto que coloca a figura do juiz. Em terrae brasilis, penso que, se  o assunto é tão relevante como pensa a nobre e respeitável Defensoria Pública,  então que travemos um debate público sobre o assunto, sobre o tema "como deve  ser a geografia das salas de audiências dos fóruns e tribunais da República" e  como "isso melhorará a qualidade das decisões judiciais". Dele deverão  participar todos os envolvidos. Mas, sinceramente, não penso que isso possa ser  resolvido com uma penada de uma decisão judicial que manda fazer uma "reforma  mobiliária". Ou, quem sabe, o assunto não tem essa relevância toda? Talvez  estejamos mesmo, conforme definiu o Ministro Paulo Brossard citado pelo  Desembargador Armínio em sua decisão, diante de uma "controvérsia mesquinha".  &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Notas &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;(1) Não podemos esquecer que na Europa não existem esses  privilégios. A propósito: em dezembro de 2004, o presidente do governo da  Espanha baixou decreto proibindo o tratamento de excelência aos membros do  governo (aliás, na mesma semana em que aquele juiz brasileiro ingressou com  mandamus para ser chamado de excelência e doutor). &lt;BR&gt;(2) Nesse sentido, meu  Jurisdição constitucional e hermenêutica: uma nova crítica do direito. 2. ed.  Rio de Janeiro: Forense, 2003, em especial capítulos 10 e segs. &lt;BR&gt;(3) Esta  questão está muito clara no âmbito do Supremo Tribunal Federal. Com efeito,  mesmo que o órgão fracionário "apenas afaste" a aplicação da norma  infraconstitucional, por ser esta inconstitucional, não estará liberado de  suscitar o respectivo incidente. Vale referir, pela relevância, a seguinte  decisão do Supremo Tribunal Federal: "Controle difuso de constitucionalidade de  norma jurídica. Artigo 97 da Constituição Federal. A declaração de  inconstitucionalidade de norma jurídica incidenter tantum, e, portanto, por meio  de controle difuso de constitucionalidade, é o pressuposto para o Juiz, ou o  Tribunal, no caso concreto, afastar a aplicação da norma tida como  inconstitucional. Por isso, não se pode pretender, como o faz o acórdão  recorrido, que não há declaração de inconstitucionalidade de uma norma jurídica  incidenter tantum quando o acórdão não a declara inconstitucional, mas afasta a  sua aplicação, porque tida como inconstitucional. Ora, em se tratando de  inconstitucionalidade de norma jurídica a ser declarada em controle difuso por  Tribunal, só pode declará-la, em face do disposto no art. 97 da Constituição, o  Plenário dele ou seu Órgão Especial, onde este houver, pelo voto da maioria  absoluta dos membros de um ou de outro. No caso, não se observou esse  dispositivo constitucional. Recurso Extraordinário conhecido e provido". RE  179170-CE, DJ 30.10.98. &lt;BR&gt;(4) A Lei nº 8.625, de 12 de fevereiro de 1993, que  dispõe sobre normas gerais para a organização do Ministério Público dos Estados  e dá outras providências, em seu artigo 41, inciso XI, constitui como  prerrogativa dos membros do Ministério Público, além de outras previstas na Lei  Orgânica, "tomar assento à direita dos Juízes de primeira instância ou do  Presidente do Tribunal, Câmara ou Turma". Por sua vez, a Lei Complementar  estadual nº 106/03, em seu artigo 82, inciso X, da mesma forma assegura aos  Membros do Ministério Público a prerrogativa de "sentar-se no mesmo plano e  imediatamente à direita dos Juízes singulares ou dos Presidentes dos órgãos  judiciários ou dos demais órgãos perante os quais oficiem, inclusive nas sessões  solenes". Assim, toda a legislação citada garante aos Membros do Ministério  Público as prerrogativas e, no exercício de suas funções, "tomar assento à  direita dos Juízes de primeira instância ou do Presidente do Tribunal, Câmara ou  Turma". Estabelece o artigo 128, parágrafo 5º, da Constituição Federal que "Leis  complementares da União e dos Estados, cuja iniciativa é facultada aos  respectivos Procuradores-Gerais, estabelecerão a organização, as atribuições e o  estatuto de cada Ministério Público". &lt;BR&gt;(5) Antes que me acusem de  "conservadorismo", chamo a atenção para a diferença que existe entre a firme  defesa que faço da aplicação da jurisdição constitucional – questão sobre a qual  tenho escrito (Jurisdição Constitucional, op. cit.) e praticado de há muito, a  partir da tese (que proponho) de uma Constituição Dirigente adequada a países de  modernidade tardia – e a necessária crítica a discricionarismos judiciais. Não  podemos esquecer que a discricionariedade é uma forma de positivismo. E, em  tempos de neoconstitucionalismo, há que se combater toda forma de resistência  positivista. Afinal, o neoconstitucionalismo suplanta o positivismo (nas suas  variadas faces) a partir de três frentes de batalha: a teoria das fontes, a  teoria da norma e um novo paradigma interpretativo. É neste contexto que se  encaixam as minhas críticas às múltiplas formas assumidas pelo positivismo nesta  quadra da história. &lt;BR&gt;(6) Remeto o leitor, aqui, para o meu Hermenêutica  jurídica e(m) crise. 10. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2011, em  especial item 12.10. &lt;BR&gt;(7) Cf. FELDENS, Luciano. Tutela penal de interesses  difusos e crimes do colarinho branco – por uma relegitimação da atuação do  Ministério Público. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2002, pp. 242-243.  &lt;BR&gt;(8) Voto proferido no Mandado de Segurança nº 21.239-DF (RTJ 147/161).  &lt;BR&gt;(9) Cf. OLIVEIRA, José Maria Leoni de. A nova Lei de Investigação de  Paternidade. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 1999, pp. 148-149. Ver, também,  sobre a matéria: VIEGAS, João. Reconhecimento da Paternidade. Revista dos  Tribunais, São Paulo, n. 699, 1994, p. 13. &lt;BR&gt;(10) Como assinalado pelo STF, "o  Ministério Publico, mesmo intervindo como fiscal da lei, qualifica-se como um  dos sujeitos da relação processual" (STF, ADIn n° 758, Rel. Min. Celso de Mello,  j. em 22/04/93, DJU 08/04/94; e, também, STF, Agravo Regimental n° 1.364, Rel.  Min. Moreira Alves, j. em 22/05/02, DJU 02/05/03). &lt;BR&gt;(11) MAZZILLI, Hugo  Nigro. Regime jurídico do Ministério Público. São Paulo: Saraiva, 1993, p. 25  &lt;BR&gt;(12) Cf. CUNHA, Maria da Conceição Ferreira da. Constituição e Crime. Porto:  Universidade Católica do Porto, 1995, pp. 273 e segs. &lt;BR&gt;(13) Id., ibid., pp.  273 e segs. &lt;BR&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV id=artigo_links&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7046179056227712579?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7046179056227712579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7046179056227712579&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7046179056227712579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7046179056227712579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/07/o-mito-da-concepcao-cenica-da-sala-de.html' title='O mito da concepção cênica da sala de audiências e a geopolítica do Foro da Restinga'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2033035382638812285</id><published>2011-07-01T10:27:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T10:34:19.577-07:00</updated><title type='text'>Ajuizado Mandado de Injunção para buscar revisão do subsídio</title><content type='html'>&lt;FONT face=Georgia size=2&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público da União  (Frentas), integrada pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE),  Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (ANAMATRA),  Associação dos Magistrados da Justiça Militar Federal (AMAJUM), Associação dos  Magistrados do Distrito Federal e Territórios (AMAGIS/DF), Associação Nacional  dos Procuradores da República (ANPR), Associação Nacional dos Procuradores do  Trabalho (ANPT), Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM) e  Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT), em  articulação com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público  (CONAMP), tendo em vista o descaso quanto à recomposição das perdas  inflacionárias dos subsídios dos Juízes e dos Membros do Ministério Público, vem  a público manifestar-se nos seguintes termos.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  Nesta data, as Associações representativas da Magistratura e do Ministério  Público ajuizaram mandado de injunção perante o Supremo Tribunal Federal  requerendo o cumprimento do art. 37, inciso X, da Constituição Federal, que  determina a revisão anual dos seus subsídios.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  Nos últimos cinco anos, o índice de inflação oficial (ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS  AO CONSUMIDOR AMPLO - IPCA) já atingiu os 30,732%. Descontado o pequeno reajuste  determinado pelas Leis n. 12.041/2009 e 12.042/2009 (8,88%), as perdas  inflacionárias acumuladas no período chegam ao percentual de 21,852%, o que  representa a subtração de mais de um quinto do poder de compra dos membros do  Poder Judiciário e do Ministério Público.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  Apesar de enviados ao Congresso Nacional, para cumprimento do mandamento  constitucional, pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Procurador-Geral da  República em agosto do ano passado, os Projetos de Lei ns. 7.749/2010 e  7.753/2010, que objetivam, apenas, a reposição, até dezembro de 2010, com  reajuste de 14,79% a partir de janeiro deste ano, das perdas inflacionárias  impostas ao valor nominal dos subsídios do Judiciário e do Ministério Público,  ainda não mereceram da Câmara dos Deputados apreciação em nenhuma comissão  daquela Casa.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  O fato - extremante preocupante - é que, diferentemente de qualquer outra  categoria profissional, seja do serviço público, seja do setor privado, que  angariaram ganhos reais ou, no mínimo, a recomposição dos índices de inflação,  os Membros do Judiciário e do Ministério Público não têm uma política  remuneratória que dê efetividade ao comando constitucional da revisão anual de  seus subsídios, em direta violação ao que dispõe o art. 37, Inciso X, da  Constituição Federal.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  É imprescindível, pois, adoção de medidas e ações que sejam eficazes no processo  de construção da política remuneratória que assegure não somente a dignidade dos  subsídios dos Membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, mas também  que restaure a valorização das carreiras, na posição alçada constitucionalmente  como teto remuneratório, em ordem a preservar o perene processo de recrutamento  de quadros de excelência.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;6.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  Infelizmente, essa percepção não é compartilhada pelos responsáveis  institucionais pela aprovação dos Projetos de Lei.&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;7.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  Esse quadro de grande preocupação e perturbação institucional, além de denunciar  de forma clara e inegável o reiterado descumprimento da norma constitucional que  impõe a revisão anual (CF, art. 37, X) e a irredutibilidade dos subsídios (CF,  arts. 95, III, e 128, § 5º, I, "c"), merece ser superado, com urgência, pelo  Poder Judiciário.&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;8.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  Essas graves razões impuseram às Associações representativas da Magistratura e  do Ministério Público o ajuizamento dos mandados de injunção nesta data,  confiantes de que o Supremo Tribunal Federal, no exercício da função máxima de  guardião da Constituição da República, determinará a recomposição das perdas  inflacionárias, salvaguardando, assim, os direitos fundamentais desrespeitados.  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;9.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  A Frente Associativa da Magistratura e do Ministério Público da União e a  Associação Nacional dos Membros do Ministério Público comunicam, ainda, que  estão organizando, no segundo semestre deste ano, ato nacional em defesa da  dignidade e pela valorização da Magistratura e do Ministério Público.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Brasília, DF 30 de junho de 2011.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Sebastião Vieira Caixeta&lt;BR&gt;Presidente da ANPT - Coordenador da  Frentas&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Renato Henry Sant'anna&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Presidente da ANAMATRA&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Gabriel de Jesus Tedesco Wedy&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Presidente da AJUFE&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;José Barroso Filho&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Presidente da AMAJUM&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Gilmar Tadeu Soriano&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Presidente da AMAGIS/DF&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Alexandre Camanho de Assis&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Presidente da ANPR&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;César Bechara Nader Mattar Júnior&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Presidente da CONAMP&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Trajano Sousa de Melo&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Presidente em exercício da AMPDFT&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2033035382638812285?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2033035382638812285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2033035382638812285&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2033035382638812285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2033035382638812285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/07/ajuizado-mandado-de-injuncao-para.html' title='Ajuizado Mandado de Injunção para buscar revisão do subsídio'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2611734290936452014</id><published>2011-06-20T06:50:00.001-07:00</published><updated>2011-06-20T06:50:38.023-07:00</updated><title type='text'>A cada 100 mortes, apenas oito terminam em denúncia do Ministério Público</title><content type='html'>&lt;p class="voceEsta"&gt;18/06/2011 19:49&lt;/p&gt;     &lt;h2&gt; Homic&amp;iacute;dio esclarecido? No Brasil, nem sempre &lt;/h2&gt;     &lt;h4&gt; A cada 100 mortes, apenas oito terminam em den&amp;uacute;ncia do       Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico &lt;/h4&gt;     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reinaldo Chaves&lt;br&gt;       &lt;/strong&gt;Ag&amp;ecirc;ncia BOM DIA&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;O Mapa da Viol&amp;ecirc;ncia 2011, pesquisa&amp;nbsp; coordenada pelo governo       federal e Instituto Sangari, mostra que a cada 100 mortes, apenas       oito terminam em den&amp;uacute;ncia do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Essa realidade terr&amp;iacute;vel n&amp;atilde;o &amp;eacute; a mesma em todo o pa&amp;iacute;s. Em S&amp;atilde;o       Paulo, a Secretaria da Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica diz que 60% dos       homic&amp;iacute;dios foram esclarecidos em 2010 &amp;#8211; dos 1.196 casos       registrados, 788 foram solucionados, de acordo com a pasta. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Segundo o BOM DIA apurou, a estrutura para&amp;nbsp; investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es de       homic&amp;iacute;dios em S&amp;atilde;o Paulo est&amp;aacute; acima da m&amp;eacute;dia no pa&amp;iacute;s, mas dentro do       estado ainda &amp;eacute; desigual. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       A grande ilha de excel&amp;ecirc;ncia de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mortes &amp;eacute; o DHPP       (Departamento de Homic&amp;iacute;dios e de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Pessoa), que foi       criado em 1986 e conta hoje com cerca de 700 policiais civis. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Ele atua apenas na capital paulista e na Grande S&amp;atilde;o Paulo. No       Interior, apenas em casos que envolvam funcion&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos. Foi       o DHPP que criou o GEAcrim (Grupo Especializado em Assessoramento       de Local de Crime), for&amp;ccedil;a policial que trabalha na rua e &amp;eacute;       especializada em atuar nas primeiras 48 horas ap&amp;oacute;s uma morte,       per&amp;iacute;odo de&amp;nbsp; tempo considerado essencial para desvendar o caso.&lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Outras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es fortes do Departamento s&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m o cuidado especial       com a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tentativas de homic&amp;iacute;dios,&amp;nbsp; de chacinas e       recentemente dos casos de resist&amp;ecirc;ncias seguidas de mortes que       envolvem policiais. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       De acordo com a assessoria de imprensa da SSP (Secretaria de       Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica), o modelo do DHPP&amp;nbsp; est&amp;aacute; implantado no Interior       e cada seccional tem um setor de homic&amp;iacute;dio.&lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Mas o n&amp;uacute;mero de policiais dispon&amp;iacute;veis para investigar mortes n&amp;atilde;o &amp;eacute;       o mesmo. Exemplos:&amp;nbsp;em Guarulhos s&amp;atilde;o 32, em Presidente Prudente,       12, e em Sorocaba, 11 . A explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que o n&amp;uacute;mero varia de       acordo com a criminalidade e o n&amp;uacute;mero de habitantes. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       A taxa de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de homic&amp;iacute;dios no Interior ficou entre 44,06% e       78,94% em 2010. Al&amp;eacute;m dessa grande varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, h&amp;aacute; estruturas que&amp;nbsp;s&amp;oacute;       existem ainda na Capital e Grande S&amp;atilde;o Paulo, como o servi&amp;ccedil;o de       per&amp;iacute;cia m&amp;oacute;vel e setores especializados em crimes como chacinas. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       A SSP promete investir mais em seguran&amp;ccedil;a em 2011. O&amp;nbsp; or&amp;ccedil;amento       deste ano &amp;eacute; de R$ 11,9 bilh&amp;otilde;es, sendo que ano passado foi de&amp;nbsp; R$       11,2 bilh&amp;otilde;es. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Outra reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o antiga &amp;eacute; aumentar o sal&amp;aacute;rio dos delegados em       S&amp;atilde;o Paulo, um dos piores do pa&amp;iacute;s. O sal&amp;aacute;rio inicial varia entre R$       5.810,30 e R$ 5.495,30. A promessa do governo do estado &amp;eacute; divulgar       uma proposta de reajuste no m&amp;ecirc;s que vem. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       &lt;strong&gt;Discord&amp;acirc;ncia&lt;br&gt;       &lt;/strong&gt;O cientista social Guaracy Mingardi diz que os n&amp;uacute;meros de       S&amp;atilde;o Paulo fogem da realidade. &amp;#8220;Muitas vezes a pol&amp;iacute;cia descobre que       o &amp;#8216;Zezinho&amp;#8217; matou algu&amp;eacute;m e considera como esclarecimento, sem       informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou provas que baseiem den&amp;uacute;ncia criminal&amp;#8221;. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       A SSP n&amp;atilde;o informou em quantos suspeitos presos resultaram os       esclarecimentos. Segundo a pasta, a pol&amp;iacute;cia tem a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o       completa dos autores de crimes solucionados. Mingardi analisou       inqu&amp;eacute;ritos de homic&amp;iacute;dios durante tr&amp;ecirc;s anos em que trabalhou no       Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico e chegou &amp;agrave; conclus&amp;atilde;o de que apenas 30% deles       s&amp;atilde;o resolvidos. (Com Tha&amp;iacute;s Nunes)&lt;br&gt;       &lt;br&gt;       &lt;strong&gt;Cidad&amp;atilde;o pode cobrar investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;br&gt;       &lt;/strong&gt;Segundo a SSP, &amp;eacute; um direito de qualquer pessoa que teve       um familiar assassinado pedir diariamente na delegacia respons&amp;aacute;vel       informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o andamento das investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es. As pol&amp;iacute;cias de       S&amp;atilde;o Paulo tamb&amp;eacute;m disp&amp;otilde;e de uma ouvidoria para queixas e den&amp;uacute;ncias:       0800-177070 ou no site &lt;a         href="http://www.ouvidoria-policia.sp.gov.br"&gt;www.ouvidoria-policia.sp.gov.br&lt;/a&gt;.       &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Outra grande marca da impunidade no pa&amp;iacute;s s&amp;atilde;o&amp;nbsp;inqu&amp;eacute;ritos sobre       homic&amp;iacute;dios parados. A chamada Meta 2 da Enasp (Estrat&amp;eacute;gia Nacional       de Justi&amp;ccedil;a e Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica), articulada por v&amp;aacute;rios &amp;oacute;rg&amp;atilde;os       ligados &amp;agrave; seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica,&amp;nbsp; tem o objetivo de concluir todos os       inqu&amp;eacute;ritos sobre homic&amp;iacute;dios instaurados at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2007       e ainda em aberto. At&amp;eacute; maio, o Brasil tinha um total de 153.542       inqu&amp;eacute;ritos parados e 1.366&amp;nbsp; no estado de S&amp;atilde;o Paulo.&amp;nbsp; O prazo para       conclus&amp;atilde;o dos inqu&amp;eacute;ritos vai at&amp;eacute; julho de 2011, para os estados       com at&amp;eacute; quatro mil procedimentos, e at&amp;eacute; dezembro de 2011, para os       demais. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Dentro do objetivo de acelerar os inqu&amp;eacute;ritos sobre homic&amp;iacute;dios, o       CNMP (Conselho Nacional do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico)&amp;nbsp; coordena as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es       para agilizar a persecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o penal dos crimes de homic&amp;iacute;dios, ou       seja, o procedimento criminal brasileiro. O Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico       est&amp;aacute; fazendo sua parte,&amp;nbsp; procurando se pronunciar em todas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es       penais de mortes que est&amp;atilde;o paradas.&amp;nbsp; O BOM DIA tentou contato       durante toda a semana com os respons&amp;aacute;veis pelo projeto no MP       paulista, mas n&amp;atilde;o obteve retorno at&amp;eacute; o fechamento desta mat&amp;eacute;ria.       S&amp;oacute; foi divulgado que os n&amp;uacute;meros de inqu&amp;eacute;ritos ca&amp;iacute;ram, de 1.423 em       abril para 1.366 em maio.&lt;br&gt;       &lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2611734290936452014?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2611734290936452014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2611734290936452014&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2611734290936452014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2611734290936452014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/06/cada-100-mortes-apenas-oito-terminam-em.html' title='A cada 100 mortes, apenas oito terminam em denúncia do Ministério Público'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-3628535029692482335</id><published>2011-06-16T14:44:00.000-07:00</published><updated>2011-06-16T14:42:58.389-07:00</updated><title type='text'>Assento do MP nos tribunais é constitucional</title><content type='html'>&lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 12px; MARGIN-BOTTOM: 0px; COLOR: #666"&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #4d4d4d; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #4d4d4d; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #4d4d4d; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;O assento dos membros do  Ministério Público imediatamente à direita dos juízes e presidentes de órgãos  judiciais é constitucional. A decisão é do Supremo Tribunal (STF), que negou o  seguimento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3962, ajuizada pela  &lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"  /&gt;&lt;st1:PersonName w:st="on" ProductID="Associa&amp;#65511;&amp;#65507;o Nacional"&gt;Associação  Nacional&lt;/st1:PersonName&gt; dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). A  entidade questionava a legalidade da alínea a, do inciso I, do artigo 18, da Lei  Complementar n.º 75 de 1993 (Lei Orgânica do Ministério Público) e o artigo 1º  da resolução n.º 7 de 2005 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).  &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #4d4d4d; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns =  "urn:schemas-microsoft-com:office:office"  /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face=Georgia color=#000000 size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Os dispositivos asseguram aos  membros do Ministério Público a prerrogativa de sentar-se no mesmo plano e  imediatamente à direita dos juízes singulares ou presidentes dos órgãos  judiciários, em que oficiarem como custos legis ou parte. A entidade alegava na  ação que o direito significaria um "privilégio injustificado" ao MP,  comprometendo a igualdade das partes e o equilíbrio processual.  &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT  color=#000000&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face=Georgia color=#000000 size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Em sua manifestação sobre a ADI, o  presidente do Tribunal Superior do Trabalho informou que naquele tribunal "já há  jurisprudência consolidada para assegurar ao membro do Ministério Público o  assento à direita do magistrado e que tanto o artigo 18 da Lei Orgânica do MP  quanto a resolução do CSJT são constitucionais. &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT  color=#000000&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face=Georgia color=#000000 size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Já o Advogado-Geral da União e o  Procurador-Geral da República se manifestaram pelo não conhecimento da ação  direta, por ilegitimidade da Anamatra, uma vez que a entidade representa apenas  a magistratura trabalhista. A constitucionalidade da prerrogativa dos promotores  e procuradores ao assento à direita dos juízes também foi defendida pelo AGU e  pelo PGR.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT  color=#000000&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face=Georgia color=#000000 size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;Ao negar o seguimento da ADI  &lt;st1:metricconverter w:st="on" ProductID="3962, a"&gt;3962, a&lt;/st1:metricconverter&gt;  relatora da ação, ministra Cármem Lúcia, citou recentes decisões nos agravos das  Ações Diretas de Inconstitucionalidade 3.617 e 3.843, reafirmando a  jurisprudência do Supremo quanto à ilegitimidade de fração de associação para  propor ação direta contra dispositivo cujos efeitos ultrapassam seu âmbito de  representatividade. &lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT  color=#000000&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face=Georgia color=#000000 size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: gray; FONT-FAMILY: 'Trebuchet MS'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;FONT color=#000000&gt;"Como ressaltado, se o ato  normativo impugnado na ação direta de inconstitucionalidade repercute sobre a  esfera jurídica de toda a categoria, não é legítimo permitir-se que associação  representativa de apenas uma parte dos seus membros impugne o dispositivo por  essa via", diz a decisão da ministra.  &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-3628535029692482335?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/3628535029692482335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=3628535029692482335&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3628535029692482335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3628535029692482335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/06/assento-do-mp-nos-tribunais-e.html' title='Assento do MP nos tribunais é constitucional'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-1096138198234371677</id><published>2011-06-09T19:12:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T19:13:09.099-07:00</updated><title type='text'>Arquivamento do Caso Palocci</title><content type='html'>Quem quiser ler a decis&amp;#227;o de arquivamento do Procurador-Geral da &lt;br&gt;Rep&amp;#250;blica a respeito do caso Palocci, pode acessar o documento em &lt;br&gt;&lt;a href="http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_pdfs/APF_2011_06_06.pdf"&gt;http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_pdfs/APF_2011_06_06.pdf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-1096138198234371677?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/1096138198234371677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=1096138198234371677&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1096138198234371677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1096138198234371677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/06/arquivamento-do-caso-palocci.html' title='Arquivamento do Caso Palocci'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-6437595126546546554</id><published>2011-06-07T12:04:00.000-07:00</published><updated>2011-06-07T12:05:03.524-07:00</updated><title type='text'>Caso Palocci: No MP, decisão da Procuradoria é recebida com surpresa e indignação</title><content type='html'>&lt;font color="#339999"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="trebuchet           ms,sans-serif"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);               font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 14px;               line-height: 18px; font-weight: normal;"&gt;               &lt;h1 style="border-width: 0px; list-style-type: none;                 margin: 0px 0px 10px; outline-width: 0px; padding: 0px;                 font-size: 23px; font-weight: normal;"&gt;&lt;a                   moz-do-not-send="true" href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/no-mp-decisao-da-procuradoria-e-recebida-com-surpresa-e-indignacao/"                   rel="bookmark" style="border-width: 0px;                   list-style-type: none; margin: 4px 0px 16px;                   outline-width: 0px; padding: 0px; color: rgb(0, 0, 0);                   text-decoration: none; font-weight: normal; display:                   block; font-family: Arial; font-size: 23px;                   line-height: 26px;" target="_blank"&gt;No MP, decisão da                   Procuradoria é recebida com surpresa e indignação&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;               &lt;div style="border-width: 0px; list-style-type: none;                 margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px;"&gt;                 &lt;p style="border-width: 0px; list-style-type: none;                   margin: 0px 0px 10px; outline-width: 0px; padding:                   0px; font-size: 14px; line-height: 18px; text-align:                   justify;"&gt;                   &lt;span style="border-width: 0px; list-style-type: none;                     margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px;                     color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Por Fausto Macedo, no Estadão:&lt;br                       style="border-width: 0px; list-style-type: none;                       margin: 0px; outline-style: none; padding: 0px;"&gt;                     A decisão do procurador-geral causou perplexidade e                     até indignação entre promotores de Justiça e                     procuradores da República. Eles avaliam que o chefe                     do Ministério Público Federal poderia, a par de seu                     argumento central - a lei penal não tipifica como                     crime a incompatibilidade entre o patrimônio e a                     renda declarada -, ter adotado medidas preliminares,                     sem que isso violasse o status dignitatis do                     indivíduo, no caso Antonio Palocci.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p style="border-width: 0px; list-style-type: none;                   margin: 0px 0px 10px; outline-width: 0px; padding:                   0px; font-size: 14px; line-height: 18px; text-align:                   justify;"&gt;                   &lt;span style="border-width: 0px; list-style-type: none;                     margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px;                     color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Afinal, argumentam, não é                     assim que o Ministério Público age, rotineiramente?                     Um procurador, de Brasília, foi taxativo. "Qualquer                     João da Silva já teria seus registros devassados                     pela Receita, Banco Central e Polícia Federal, a                     requerimento do procurador." Ele observa que a                     simples abertura de investigação não significa                     denúncia criminal.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p style="border-width: 0px; list-style-type: none;                   margin: 0px 0px 10px; outline-width: 0px; padding:                   0px; font-size: 14px; line-height: 18px; text-align:                   justify;"&gt;                   &lt;span style="border-width: 0px; list-style-type: none;                     margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px;                     color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Tecnicamente, os procuradores                     consideram que Roberto Gurgel deveria ter mandado                     verificar o rol de empresas às quais Palocci diz ter                     prestado consultorias e se tiveram ou têm algum tipo                     de relação com o governo. "Para abrir investigação,                     não precisa de provas, mas indícios", anota um                     promotor de São Paulo, que investiga corrupção. "Um                     indício é a multiplicação do patrimônio (do                     ministro). Ninguém está dizendo que é crime. O                     membro do Ministério Público não pode esperar que as                     representações já venham acompanhadas de documentos                     comprobatórios. Fosse assim, para que serve o                     Ministério Público?"&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p style="border-width: 0px; list-style-type: none;                   margin: 0px 0px 10px; outline-width: 0px; padding:                   0px; font-size: 14px; line-height: 18px; text-align:                   justify;"&gt;                   &lt;span style="border-width: 0px; list-style-type: none;                     margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px;                     color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Um procurador invocou a                     Castelo de Areia, operação da PF que em 2009 apontou                     suposto esquema de evasão de divisas, mandou para a                     prisão executivos da Construtora Camargo Corrêa e                     pôs sob suspeita grande elenco de políticos de                     partidos diversos. A investigação teve início com                     base em denúncia anônima e delação premiada de um                     doleiro com alentada folha corrida. O Superior                     Tribunal de Justiça mandou trancar o caso. Um                     Roberto Gurgel diligente entrou em ação:                     imediatamente anunciou que iria recorrer e afirmou                     que as provas do esquema não são ilegais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;/div&gt;               &lt;i style="border-width: 0px; list-style-type: none;                 margin: 0px; outline-style: none; padding: 0px;"&gt;Por                 Reinaldo Azevedo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-6437595126546546554?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/6437595126546546554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=6437595126546546554&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6437595126546546554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6437595126546546554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/06/caso-palocci-no-mp-decisao-da.html' title='Caso Palocci: No MP, decisão da Procuradoria é recebida com surpresa e indignação'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7666354111668913915</id><published>2011-06-07T12:03:00.001-07:00</published><updated>2011-06-07T12:03:17.275-07:00</updated><title type='text'>Demóstenes Torres critica Gurgel e o arquivamento do caso Palocci</title><content type='html'>&lt;div class="moz-text-html" lang="x-unicode"&gt;       &lt;div&gt;         &lt;div style="padding-top: 8px; overflow-x: hidden;"&gt;&lt;span             class="Apple-style-span" style="font-size: 16px;             line-height: 25px;"&gt;             &lt;div class="entry" style="max-width: 100%;"&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;Josias de Souza&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;a href="http://www.blogdaresenhageral.com.br/v1/wp-content/uploads/Torres.jpg"                   style="max-width: 100%; color: rgb(86, 85, 236) !                   important;"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full                     wp-image-68764" title="Torres"                     src="cid:part1.07010402.01020404@gmail.com" alt=""                     style="max-width: 100%; height: auto ! important;                     color: rgb(86, 85, 236) ! important;" width="470"                     height="238"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;                 L&amp;iacute;der do DEM no Senado, Dem&amp;oacute;stenes Torres (GO) atribuiu                 o arquivamento das representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es contra Ant&amp;ocirc;nio Palocci                 ao desejo do procurador-geral Roberto Gurgel de ser                 reconduzido ao cargo.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&amp;#8220;Isso ficou, na minha opini&amp;atilde;o,                 evidente. &amp;Eacute; uma pena. Muitas vezes, &amp;eacute; mais honroso                 perder um cargo pela coragem do que ser reconduzido por                 uma aparente coniv&amp;ecirc;ncia. O procurador-geral, na minha                 opini&amp;atilde;o, se acovardou&amp;#8221;.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;O mandato de Gurgel expira em                 22 de julho. Pela Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cabe a Dilma Rousseff a                 decis&amp;atilde;o de reconduzi-lo ao posto para um novo per&amp;iacute;odo de                 dois anos.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;Egresso do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico,                 Dem&amp;oacute;stenes &amp;eacute; um dos signat&amp;aacute;rios das representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es                 levadas ao arquivo. Em entrevista ao&amp;nbsp;&lt;em                   style="max-width: 100%;"&gt;blog&lt;/em&gt;, ele disse que                 Gurgel desconsiderou &amp;#8220;ind&amp;iacute;cios eloquentes&amp;#8221;.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&amp;#8220;&amp;Eacute; como se o Palocci tivesse                 escrito a decis&amp;atilde;o para ele&amp;#8221;, declarou. Para o senador, a                 decis&amp;atilde;o &amp;#8220;enfraquece o Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico&amp;#8221;,                 comprometendo-lhe a &amp;#8220;automia&amp;#8221; e conferindo-lhe a                 apar&amp;ecirc;ncia de &amp;#8220;&amp;oacute;rg&amp;atilde;o do governo&amp;#8221;. Abaixo, a entrevista:&lt;span                   id="more-68763" style="max-width: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- O que achou da                     decis&amp;atilde;o do procurador-geral?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Ele usou                 os mesmos argumentos do Palocci para, praticamente,                 absolver o ministro. &amp;Eacute; como se o Palocci tivesse escrito                 a decis&amp;atilde;o para ele. Todos os ind&amp;iacute;cios, todo o                 contradit&amp;oacute;rio que consta das representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es foi                 desconsiderado. Os ind&amp;iacute;cios s&amp;atilde;o eloquentes. H&amp;aacute; elementos                 de sobra para iniciar uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A decis&amp;atilde;o                 enfraquece o Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Por qu&amp;ecirc;?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Em                  1988, eu era um jovem promotor. Pegava &amp;ocirc;nibus em Arraias                 [ex-munic&amp;iacute;pio de Goi&amp;aacute;s, hoje incorporado a Tocantins] e                 vinha a Bras&amp;iacute;lia para defender a autonomia do Minist&amp;eacute;rio                 P&amp;uacute;blico. Vinha brigar na Constituinte para que o                 Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico conquistasse sua autonomia.                 Conquistamos o que tanto quer&amp;iacute;amos. E agora o Minist&amp;eacute;rio                 P&amp;uacute;blico continua se comportando como se fosse um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o                 do governo! Fico me questionando se valeu a pena toda                 aquela luta que tivemos no passado. A decis&amp;atilde;o do                 procurador-geral foi muito arriscada para a estabilidade                 pol&amp;iacute;tica e para a pr&amp;oacute;pria democracia.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Como assim?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Ao                  agir como institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de governo, o Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico                 compromete a sobriedade que se espera dele. Submete-se a                 ju&amp;iacute;zos pol&amp;iacute;ticos. Os ind&amp;iacute;cios existem e a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o                 n&amp;atilde;o foi aberta. Amanh&amp;atilde;, o que o procurador-geral n&amp;atilde;o viu                 hoje no caso do Palocci, ele pode enxergar numa                 representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra um senador ou um deputado de                 oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o acusado de enriquecimento il&amp;iacute;cito. Essas coisas                 n&amp;atilde;o podem ser subjetivas.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Por que o                     procurador-geral fragilizaria a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ele                     pr&amp;oacute;prio chefia?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A decis&amp;atilde;o tem aparente                 rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o desejo de recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do procurador-geral                 ao cargo.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Est&amp;aacute; convencido                     de que h&amp;aacute; liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o arquivamento e a imin&amp;ecirc;ncia                     do t&amp;eacute;rmino do mandato do procurador-geral?&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Isso                  ficou, na minha opini&amp;atilde;o, evidente. &amp;Eacute; uma pena. Muitas                 vezes, &amp;eacute; mais honroso perder um cargo pela coragem do                 que ser reconduzido por uma aparente coniv&amp;ecirc;ncia. O                 procurador-geral, na minha opini&amp;atilde;o, se acovardou.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- De onde vem sua                     convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Sou do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico.                 Sei que, com muito menos, se abre uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.                 Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ningu&amp;eacute;m. &amp;Eacute; um dever de                 quem tem atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es para isso abrir a apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando                 h&amp;aacute; elementos. E os elementos, no caso do Palocci, s&amp;atilde;o                 abundantes. O pa&amp;iacute;s inteiro viu, a imprensa apresentou,                 n&amp;oacute;s formulamos as representa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. S&amp;oacute; o procurador-geral                 n&amp;atilde;o viu.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- H&amp;aacute; algo a ser                     feito?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O triste disso tudo &amp;eacute; que, como                 a autoridade [Palocci] tem foro privilegiado, o despacho                 do procurador-geral &amp;eacute; irrecorr&amp;iacute;vel. Se fosse decis&amp;atilde;o de                 qualquer procurador da Rep&amp;uacute;blica relacionada a pessoas                 que n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;em da prerrogativa de foro, caberia recurso                 ao pr&amp;oacute;prio Gurgel. Mas no caso desse despacho, a decis&amp;atilde;o                 &amp;eacute; irrecorr&amp;iacute;vel. A &amp;uacute;nica hip&amp;oacute;tese de provocarmos uma                 rean&amp;aacute;lise seria o surgimento de um fato novo.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Teve a                     oportunidade de ler a decis&amp;atilde;o de Roberto Gurgel?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Li                 tudo, na &amp;iacute;ntegra.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Num trecho, est&amp;aacute;                     escrito que `a lei penal n&amp;atilde;o tipifica como crime a                     incompatibilidade entre o patrim&amp;ocirc;nio e a renda                     declarada&amp;#8217;. Mais adiantre, afirma-se que Palocci                     pode ser investigado, em tese, por ato de                     improbidade administrativa. Algo que um procurador                     da Rep&amp;uacute;blica lotado em Bras&amp;iacute;lia j&amp;aacute; est&amp;aacute; fazendo. Tem                     nexo?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;N&amp;atilde;o tem nexo.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Por qu&amp;ecirc;?&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;De                  fato, estamos falando de esferas estanques. O que                 caracteriza improbidade nem sempre leva ao delito penal.                 Por exemplo: deixar de cumprir um procedimento exigido                 em lei, como dar publicidade a um ato de governo, &amp;eacute;                 improbidade administrativa, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; crime pun&amp;iacute;vel na                 esfera penal. Por&amp;eacute;m, quando h&amp;aacute; enriquecimento il&amp;iacute;cito,                 praticamente em todos os casos, onde h&amp;aacute; improbidade                 tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; crime. Peculato, concuss&amp;atilde;o, tr&amp;aacute;fico de                 influ&amp;ecirc;ncia. Infelizmente, o procurador de primeiro grau                 enxergou elementos suficientes para agir e o                 procurador-geral n&amp;atilde;o viu o que todo mundo v&amp;ecirc;.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Se avan&amp;ccedil;ar a                     investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o por improbidade aberta pelo procurador                     de Bras&amp;iacute;lia, Gurgel pode ser chamado a rever sua                     posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Sem d&amp;uacute;vida. Na medida em que                 as provas eventualmente colhidas pelo procurador de                 primeiro grau forem enviadas ao procurador-geral, que se                 recusou a busc&amp;aacute;-las, ele pode ser for&amp;ccedil;ado a rever a                 posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas h&amp;aacute; um problema relacionado ao tempo.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Tempo?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Exatamente.                  O procurador-geral deu uma grande for&amp;ccedil;a para o Palocci.                 E o procurador de primeiro grau ter&amp;aacute; enorme dificuldade                 para come&amp;ccedil;ar a obter as provas. Isso pode levar seis                 meses, um ano. Ou mais. A&amp;iacute;, o Gurgel j&amp;aacute; salvou a pele do                 Palocci. Em parte, a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o aberta no primeiro                 grau depende da boa vontade de um juiz e da colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o                 de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os como a Receita Federal. Se j&amp;aacute; tivemos a Caixa                 Econ&amp;ocirc;mica dando uma m&amp;atilde;o ao Palocci no caso do caseiro                 [Francenildo Costa], agora os &amp;oacute;rg&amp;atilde;o p&amp;uacute;blicos podem                 funcionar para dar uma nova m&amp;atilde;o ao ministro.&lt;/p&gt;               &lt;p style="max-width: 100%;"&gt;&lt;strong style="max-width:                   100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;- Acha que o                     arquivamento dificulta a coleta de assinaturas para                     a CPI?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;N&amp;atilde;o tenho ainda condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de                 avaliar como os meus colegas v&amp;atilde;o agir. Do ponto de vista                 moral, o Congresso tem a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fazer a                 investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o procurador-geral se recusou a fazer.                 Agora, s&amp;oacute; resta o Congresso, j&amp;aacute; que o Supremo n&amp;atilde;o foi                 nem provocado para autorizar a abertura da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;             &lt;/div&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;       &lt;strong style="max-width: 100%;"&gt;&lt;em style="max-width: 100%;"&gt;Fonte:           Folha&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7666354111668913915?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7666354111668913915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7666354111668913915&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7666354111668913915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7666354111668913915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/06/demostenes-torres-critica-gurgel-e-o.html' title='Demóstenes Torres critica Gurgel e o arquivamento do caso Palocci'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2018675256576894902</id><published>2011-05-03T16:17:00.000-07:00</published><updated>2011-05-03T16:16:10.738-07:00</updated><title type='text'>À vista ou no débito?</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size:       10pt;"&gt;       &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;A partir de outubro, o Tribunal Regional do         Trabalho do Par&amp;aacute; inaugura um projeto-piloto para usar m&amp;aacute;quinas         de cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito e d&amp;eacute;bito em sess&amp;otilde;es de concilia&amp;ccedil;&amp;atilde;o         judicial. A ideia &amp;eacute; simples: havendo consenso entre as partes, o         pagamento &amp;eacute; imediato. At&amp;eacute; o ano que vem, o Conselho Nacional de         Justi&amp;ccedil;a, idealizador do projeto, espera que a pr&amp;aacute;tica esteja em         pleno funcionamento em toda a Justi&amp;ccedil;a brasileira. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;         do jornal &lt;strong&gt;Folha de S.Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2018675256576894902?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2018675256576894902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2018675256576894902&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2018675256576894902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2018675256576894902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/05/vista-ou-no-debito.html' title='À vista ou no débito?'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-8170969710326769639</id><published>2011-03-31T23:50:00.001-07:00</published><updated>2011-03-31T23:50:46.704-07:00</updated><title type='text'>Justiça pode definir políticas públicas</title><content type='html'>&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;Anuário da           Justiça&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;     &lt;div&gt;       &lt;div style="font-family: Tahoma; direction: ltr; color: rgb(0, 0,         0); font-size: x-small;"&gt;         &lt;div dir="ltr"&gt;&lt;big&gt;             &lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;"Justiça                 pode definir políticas públicas"&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;           &lt;/big&gt;           &lt;div class="yiv952952712authorsTop"&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000"                 face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;&lt;br&gt;                   &lt;a moz-do-not-send="true" href="https://correio.mp.mt.gov.br/owa/?ae=Item&amp;amp;a=New&amp;amp;t=IPM.Note#autores"                     rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;font color="#555555"&gt;Por                       Alessandro Cristo&lt;br&gt;                     &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;           &lt;big&gt;           &lt;/big&gt;           &lt;div class="yiv952952712authorsTop"&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000"                 face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt; &lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;           &lt;big&gt;           &lt;/big&gt;           &lt;div class="yiv952952712authorsTop"&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000"                 face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;Quem deseja saber como                   pensam os ministros dos tribunais superiores e do                   Supremo Tribunal Federal tem duas opções: tentar                   agendar audiências em todos os 89 gabinetes, ou abrir                   as páginas do próximo &lt;a moz-do-not-send="true" href="http://www.conjur.com.br/loja/produto/anuarrio-justica-brasil-2011"                     rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font                         color="#0000cc"&gt;Anuário da Justiça&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.                   Em sua quinta edição, a publicação inovou. Além do                   perfil dos magistrados e das principais decisões do                   último ano, o &lt;a moz-do-not-send="true" href="http://www.conjur.com.br/loja/produto/anuarrio-justica-brasil-2011"                     rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font                         color="#0000cc"&gt;Anuário da Justiça Brasil 2011&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;                   traz agora a opinião de cada um sobre os temas                   palpitantes do momento e os doutrinadores mais lidos.                   O lançamento ocorre no dia 30 de março, no STF,                   juntamente com o do livro &lt;em&gt;As Constituições do                     Brasil&lt;/em&gt;, obra organizada pelo presidente da                   corte, ministro Cezar Peluso.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;           &lt;big&gt;           &lt;/big&gt;           &lt;div class="yiv952952712body"&gt;&lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;Ao                     todo, nas entrevistas e levantamentos                     jurisprudenciais feitos pela equipe da &lt;strong&gt;ConJur&lt;/strong&gt;                     para o &lt;a moz-do-not-send="true" href="http://www.conjur.com.br/loja/produto/anuarrio-justica-brasil-2011"                       rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font                           color="#0000cc"&gt;Anuário&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,                     foram respondidas 30 questões envolvendo as maiores                     polêmicas que circularam pelo Judiciário no último                     ano, divididas por tribunal e, no caso do Superior                     Tribunal de Justiça, também por Seção. Os assuntos                     passaram por temas constitucionais, cíveis,                     processuais, criminais, administrativos, eleitorais,                     trabalhistas, tributários e militares. Os ministros                     do STF responderam a seis cada um. Aos demais foram                     feitas quatro perguntas.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;Uma                     delas trata da relação do Judiciário com o Executivo                     quando o assunto é políticas públicas — tema que o                     leitor pode conferir como aperitivo do que vai                     encontrar no &lt;a moz-do-not-send="true" href="http://www.conjur.com.br/loja/produto/anuarrio-justica-brasil-2011"                       rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font                           color="#0000cc"&gt;Anuário&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.                     Se tivessem de decidir de forma abstrata em um                     julgamento, os ministros do STF e do STJ                     concordariam, por maioria, que o Judiciário pode sim                     determinar que a administração execute políticas                     públicas em casos específicos, como os que envolvem                     o direito à educação e à saúde.Na corte suprema,                     seis dos 11 ministros se manifestaram dessa forma, e                     um admitiu a possibilidade sem qualquer ressalva.                     Três, no entanto, afastam o entendimento como regra,                     entre eles o presidente da casa, ministro Cezar                     Peluso.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;No                     STJ, o resultado foi parecido. Seis integrantes da                     1ª Seção, que julga Direito Público, concordaram que                     a Justiça tem essa incumbência. Apenas um não fez                     qualquer ressalva quanto a limites. Outros três                     dizem que a regra é o inverso, dois de forma                     taxativa.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;No                     cerne do problema estão dois conceitos igualmente                     constitucionais. Um deles é o princípio da separação                     dos Poderes, usado como argumento por                     administradores públicos contra ações judiciais                     pedindo providências do Estado. A tese reconhece ser                     função dos governantes garantir à população um                     mínimo de saúde e educação, por exemplo, mas reserva                     aos mandatários definir como e quando atender a                     esses direitos. Faz sentido, já que o administrador                     não pode ordenar gastos além do orçamento aprovado                     pelo Legislativo, inclusive sob pena de ser                     incriminado na Lei de Responsabilidade Fiscal.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;De                     outro lado está quem defende que não está sob a                     discricionariedade do poder público decidir se                     cumpre ou não a Constituição. Como são fundamentais                     os direitos à saúde e à educação, principalmente                     quando estão em jogo o perigo iminente à vida ou o                     futuro de crianças e adolescentes, não há espaço                     para discussão: chefes do Executivo têm que tomar as                     medidas necessárias nos casos concretos aconteça o                     que acontecer. Se forem omissos, o Judiciário,                     quando provocado, pode ordenar que medidas sejam                     tomadas, e punir com multa ou prisão quem descumprir                     a decisão.A posição, que prevalece na cúpula do                     Judiciário, causa arrepios aos administradores.                     Ações pedindo o fornecimento, pelo Sistema Único de                     Saúde, de caros medicamentos importados ameçam os                     orçamentos municipais e estaduais. A estratégia                     adotada tem sido alegar o que o ministro Gilmar                     Mendes (&lt;em&gt;foto&lt;/em&gt;), do STF, chamou de "reserva                     do possível", espécie de ressalva feita quando                     houver risco de que os serviços a toda a                     coletividade fiquem comprometidos diante de uma                     decisão isolada, que demande as reservas do erário.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;Dilema                       supremo&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;                     "É difícil para o Judiciário fazer essa intervenção,                     pois sua execução depende de um desenho de política                     pública, de orçamento, e pode esbarrar no chamado                     limite do financeiramente possível", disse o                     ministro Gilmar Mendes, respondendo à questão.                     Segundo ele, embora a invocação da reserva do                     possível não imunize a administração quanto ao                     cumprimento de seu papel, é preciso levar esse fator                     em consideração.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;O                     ministro Dias Toffoli, do STF, tem entendimento                     semelhante. "O que o Judiciário não pode é dizer de                     que forma a política pública deve ser efetivada na                     área da saúde, na área da educação. Não pode influir                     no desenho da política pública. Mas pode decidir que                     o Estado é obrigado a dar ao cidadão acesso a essas                     garantias", afirma.Segundo o ministro Ricardo                     Lewandowski, também do Supremo, a regra é cada Poder                     se manter em seu devido lugar, mas direitos                     fundamentais devem ser imediatamente implementados.                     "Nesse caso, não há que se falar em reserva do                     possível, pois entram em cena valores                     constitucionais mais elevados", diz. "A invocação da                     cláusula da reserva do possível é legítima enquanto                     for real, e mais do que isso, enquanto não for                     invocada para fraudar o cumprimento de um dever",                     defende o ministro Celso de Mello (&lt;em&gt;foto&lt;/em&gt;),                     decano do STF. Já para o ministro Ayres Britto, o                     argumento pode até ser levado em consideração, mas                     não se sobressai à Constituição. "Se as políticas                     públicas estão previstas na Constituição, é papel do                     Judiciário tirá-las do papel", resume.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;Para                     o presidente da corte, ministro Cezar Peluso, a                     prática não pode ser tão radical. "É o Executivo, e                     não o Judiciário, que sabe, de acordo com seu                     orçamento e as prioridades da população, se deve                     fazer ou não uma creche, e de que maneira. Nossa                     função não é nem administrar nem legislar", diz.                     Moderado também é o tom do ministro Marco Aurélio.                     "O Supremo Tribunal Federal não implementa política                     governamental", afirma.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;                       Seção dividida&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;                     No STJ, o ministro Hamilton Carvalhido não costuma                     ser tolerante com alegações de governantes quanto a                     falta de recursos para executar políticas                     imprescindíveis. Segundo ele, o argumento pode ser                     usado como artifício para protelar. &lt;b&gt;&lt;big&gt;"Temos                         de mandar fazer. Explicações quanto à reserva do                         possível têm de ser muito bem dadas. O Estado                         tem o ônus de comprovar o que diz"&lt;/big&gt;&lt;/b&gt;,                     exige. A mesma opinião tem o ministro Humberto                     Martins, que lembra de julgado da 2ª Turma em que o                     colegiado determinou a um município que construísse                     creches, com base na previsão de ser dever do Estado                     assegurar esse atendimento.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;Para                     o ministro Castro Meira, nas questões que envolvem                     direito à vida, não há o que o Estado argumentar a                     seu favor. Porém, "o Judiciário precisa ter o                     cuidado de não fazer determinações que culminem na                     prática de um ilítico pelo administrador, com                     despesas não previstas no orçamento".Na opinião do                     ministro Herman Benjamin (&lt;em&gt;foto&lt;/em&gt;), o dilema                     não é tão grande. "Como executor da lei, o                     Judiciário deve controlar políticas públicas já                     legisladas, como aquelas reguladas por leis cujo                     título já traz o termo 'política pública'", define.                     São exemplos as leis que implementam as políticas                     nacionais de meio ambiente, resíduos sólidos, dos                     portadores de deficiência e do idoso. "O que o juiz                     não pode é inventar e receitar medidas."&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;É                     o que também diz o ministro Teori Zavascki, segundo                     o qual a formulação de políticas públicas demandam                     avaliações técnicas, escolhas políticas e suporte                     material e pessoal, que o Judiciário definitivamente                     não tem. "Mas pode exigir o cumprimento das já                     formuladas", lembra.&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;O                     ministro Mauro Campbell Marques contemporiza. "O                     Estado tem de garantir ao cidadão o princípio do                     mínimo necessário previsto constitucionalmente.                     Quando isso não é feito, o Judiciário deve socorrer                     o cidadão", admite. Porém, não é aceitável, segundo                     o ministro, que o Judiciário seja protagonista das                     medidas. "A ordem da competência para a realização                     das políticas públicas é Legislativo, Executivo e,                     por último, o Judiciário." O presidente da 1ª Turma,                     ministro Benedito Gonçalves, prefere o equilíbrio.                     "Diante de um pedido de tratamento ou medicamento                     indispensável para a vida da parte, e o Estado                     alegando a reserva do possível para não atender,                     cabe ao juiz tentar trazer as partes para um acordo,                     a melhor saída nesses casos."&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;             &lt;big&gt;             &lt;/big&gt;             &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;Um                     Judiciário que conheça seu lugar na República é como                     o ministro Asfor Rocha espera ver os julgadores                     diante de situações como essa. "A Justiça pode                     garantir direitos constitucionais e evitar práticas                     ilegais, mas sem impor ao agente público a obrigação                     de implementar tais e quais políticas públicas",                     pondera. O ministro Arnaldo Esteves Lima também tem                     como regra geral a separação dos Poderes, mas                     ressalva: "Nosso sistema não é estanque. O Executivo                     também legisla, e o Legislativo pode administrar".&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;           &lt;/div&gt;         &lt;/div&gt;       &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;blockquote cite="mid:632320.45860.qm@web65905.mail.ac4.yahoo.com"       type="cite"&gt;&lt;big&gt;       &lt;/big&gt;&lt;/blockquote&gt;     &lt;br&gt;     &lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;&lt;b&gt;Consultor             Jurídico&lt;br&gt;           &lt;/b&gt;&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000"         face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;&lt;a moz-do-not-send="true" href="http://www.conjur.com.br/2011-mar-28/ministros-justica-definir-politicas-publicas-revela-anuario"             rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.conjur.com.br/2011-mar-28/ministros-justica-definir-politicas-publicas-revela-anuario&lt;/a&gt;         &lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt; &lt;big&gt; &lt;/big&gt;     &lt;div&gt;&lt;big&gt;&lt;font color="#000000" face="Tahoma" size="2"&gt;&lt;big&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;             &lt;/b&gt;&lt;/big&gt;&lt;/font&gt;&lt;/big&gt;&lt;/div&gt;     &lt;br&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-8170969710326769639?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/8170969710326769639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=8170969710326769639&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8170969710326769639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8170969710326769639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/justica-pode-definir-politicas-publicas.html' title='Justiça pode definir políticas públicas'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-6180175400051088411</id><published>2011-03-28T13:46:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T13:47:21.873-07:00</updated><title type='text'>Eduardo Veiga é escolhido PGJ do MPRS</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Governador do Rio Grande do Sul  nomeia Eduardo de Lima Veiga para o cargo de procurador-geral de Justiça do  estado. Posse do novo PGJ será realizada em abril.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Eduardo de Lima&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt; Veiga foi escolhido pelo  governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, para o cargo de procurador-geral  de Justiça do estado, no biênio 2011 / 2013. O anúncio foi feito, nesta  sexta-feira (25), por meio de nota divulgada no site do governo gaúcho. A  cerimônia de posse&amp;nbsp;está marcada para o próximo dia 4 de  abril.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Em eleição realizada em 14 de  março, Eduardo de Lima Veiga recebeu 305 votos. Também compuseram a lista  tríplice Simone Mariano da Rocha, com 426 votos, e Paulo Fernando dos Santos  Vidal, que obteve 79 votos. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O futuro PGJ do Rio Grande do Sul  tem 48 anos, é formado pela Faculdade de Direito da UFGRS e pós-graduado pela  Universidade George Washington. Lecionou Direito Civil, Direito Penal e  Processual Penal. Ingressou no Ministério Público em 1989. Já foi  promotor-assessor na Procuradoria de Prefeitos e na Assessoria Jurídica do PGJ,  titular da 11ª Promotoria de Justiça Criminal e Coordenou o Centro de Apoio  Operacional Criminal do Ministério Público gaúcho. Eduardo Veiga também foi  subprocurador-geral de Justiça e, atualmente, é membro do Conselho Superior do  MP e do Órgão Especial do Colégio de  Procuradores.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-6180175400051088411?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/6180175400051088411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=6180175400051088411&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6180175400051088411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6180175400051088411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/eduardo-veiga-e-escolhido-pgj-do-mprs.html' title='Eduardo Veiga é escolhido PGJ do MPRS'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-3804820752754406196</id><published>2011-03-23T09:53:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T09:54:55.046-07:00</updated><title type='text'>Novo PGJ do MP-SC</title><content type='html'>&lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&lt;EM&gt;Lio  Marcos Marin é nomeado procurador-geral de Justiça de Santa Catarina. Ele foi o  primeiro colocado na lista com os candidatos ao cargo.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: normal; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-3804820752754406196?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/3804820752754406196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=3804820752754406196&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3804820752754406196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3804820752754406196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/novo-pgj-do-mp-sc.html' title='Novo PGJ do MP-SC'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-8420950165015104826</id><published>2011-03-21T12:03:00.000-07:00</published><updated>2011-03-21T12:23:38.607-07:00</updated><title type='text'>PGJ MP-SC - Conamp envia ofício ao governador de Santa Catarina solicitando a nomeação do primeiro colocado</title><content type='html'>&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Presidente da Conamp envia  ofício ao governador de Santa Catarina solicitando a nomeação do primeiro  colocado na lista com os candidatos a procurador-geral de  Justiça.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O presidente da Associação Nacional  dos Membros do Ministério Público (Conamp), César Mattar Jr., enviou, nesta  sexta-feira (18), ofício ao governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo,  requerendo a nomeação de Lio Marcos Marin ao cargo de procurador-geral de  Justiça do estado. Ele foi o mais votado na lista formada em eleição hoje. Lio,  que é promotor de Justiça, recebeu 193 votos, seguido da promotora de Justiça  Cristiane Rosália Maestri Böell, que obteve 186 votos.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-8420950165015104826?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/8420950165015104826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=8420950165015104826&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8420950165015104826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8420950165015104826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/pgj-mp-sc-conamp-envia-oficio-ao.html' title='PGJ MP-SC - Conamp envia ofício ao governador de Santa Catarina solicitando a nomeação do primeiro colocado'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7732451350877941731</id><published>2011-03-18T10:46:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T10:47:11.123-07:00</updated><title type='text'>Eduardo Barleta assume o MP-PA</title><content type='html'>&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&amp;nbsp; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&lt;EM&gt;Ministério  Público do Pará realiza hoje solenidade de posse do novo procurador-geral de  Justiça. Eduardo Barleta assume o cargo. Presidente da Conamp participa da  cerimônia, marcada para as 17h, em Belém.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"&gt;Antônio Eduardo  Barleta assume, nesta sexta-feira (18), a chefia do Ministério Público do Pará.  Primeiro colocado na lista tríplice formada em eleição pelos promotores e  procuradores de Justiça paraenses, o novo PGJ foi nomeado, em dezembro de 2010,  pela então governadora do estado, Ana Júlia Carepa. O presidente da Associação  Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), César Mattar Jr.,  participará da solenidade de posse e fará discurso durante o evento. A cerimônia  será realizada em Belém, a partir das 17h. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7732451350877941731?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7732451350877941731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7732451350877941731&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7732451350877941731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7732451350877941731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/eduardo-barleta-assume-o-mp-pa.html' title='Eduardo Barleta assume o MP-PA'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2638277791962878560</id><published>2011-03-17T14:03:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T14:03:45.638-07:00</updated><title type='text'>Defensores pedem baixa na OAB-SP, que ameaça</title><content type='html'>&lt;h1 id="textTitle"&gt;Defensores pedem baixa na OAB-SP, que ameaça&lt;/h1&gt;     &lt;div class="body" align="justify"&gt;       Cerca de 80 dos 500 defensores públicos do estado de São Paulo       pediram para ser desligados da seccional paulista da Ordem dos       Advogados do Brasil por considerar que a vinculação com a entidade       não é necessária ao exercício do cargo. A OAB-SP diz que a       inscrição é requisito para tomar posse no cargo e que a baixa pode       ensejar exercício ilegal da profissão. Por isso, encaminhou       denúncia ao Ministério Público pedindo exoneração do grupo e       pretende ajuizar ação Direta de Inconstitucionalidade. As       informações são da coluna de Sonia Racy do jornal &lt;em&gt;O Estado de         S. Paulo&lt;/em&gt;.       &lt;br&gt;       Para a Associação Paulista de Defensores Públicos, essa reação é       causada pelo convênio entre as instituições, que com a expansão do       órgão tende a ser cada vez menos usado. O acordo permite que       advogados atendam pessoas carentes, e recebam repasse por isso, em       locais onde defensores não chegam. Para a OAB, além de evitar       contribuir financeiramente com a OAB, a atitude é uma tentativa de       afirmar a autonomia do órgão, "esquivando-se de responder ao       Tribunal de Ética da Ordem".       &lt;br&gt;       Devido à solicitação, o presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges       D´Urso oficiou a defensora pública geral do estado, Daniela       Sollberger Cembranelli, o presidente em exercício e o       corregedor-geral do Tribunal de Justiça de São Paulo, Antonio Luiz       Reis Kuntz e Carlos Eduardo de Carvalho, e o procurador-geral de       Justiça,  Fernando Grella Vieira. A entidade pede que sejam       tomadas providências sobre a questão, e que o TJ-SP anule as ações       representadas pelos desfiliados.       &lt;br&gt;       Os defensores públicos fundamentam o pedido de baixa da inscrição       na Lei Complementar 132/2009. Nos parágrafos 6° e 9° do artigo       3°-A da lei é determinado que "a capacidade postulatória do       Defensor Público decorre exclusivamente de sua nomeação e posse no       cargo público" e que "o exercício do cargo de Defensor Público é       comprovado mediante apresentação de carteira funcional expedida       pela respectiva Defensoria Pública, conforme modelo previsto nesta       Lei Complementar, a qual valerá como documento de identidade e       terá fé pública em todo o território nacional".       &lt;br&gt;       Segundo D'Urso, essa comunicação já havia sido feita em novembro       do ano passado e reiterada em fevereiro deste ano. Cembranelli       respondeu na última sexta-feira (11/3) informando que foram       instaurados dois procedimentos administrativos para a apuração dos       fatos contra os 72 defensores públicos e contra o coordenador       regional da Defensoria Pública na Região de Araçatuba, Felix       Roberto Damas Junior, primeiro a ter pedido o desligamento. Caso a       Defensora Pública Geral não tome as providências que a OAB       considera cabíveis, diz D'Urso, a atitude poderá ser vista como       grave omissão.       &lt;br&gt;       D'Urso fundamenta seu ponto de vista com o parágrafo l do artigo       3° do Estatuto da OAB — a Lei Federal 8.906/94: "Exercem atividade       de advocacia, sujeitando-se ao regime desta lei, além do regime       próprio a que se subordinem, os integrantes da Advocacia-Geral da       União, da Procuradoria da Fazenda Nacional, da Defensoria Pública       e das Procuradorias e Consultorias Jurídicas dos Estados, do       Distrito Federal, dos Municípios e das respectivas entidades de       administração indireta e fundacional".       &lt;br&gt;       Segundo o presidente da entidade, aqueles que pediram baixa da       inscrição devem ser afastados imediatamente do cargo porque       cessaram suas capacidades postulatórias, privativas dos advogados.       &lt;em&gt;Com informações das Assessorias de Imprensa da Seccional de         São Paulo e do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do         Brasil.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2638277791962878560?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2638277791962878560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2638277791962878560&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2638277791962878560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2638277791962878560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/defensores-pedem-baixa-na-oab-sp-que.html' title='Defensores pedem baixa na OAB-SP, que ameaça'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7023867192090738674</id><published>2011-03-17T05:44:00.001-07:00</published><updated>2011-03-17T05:44:06.606-07:00</updated><title type='text'>Mapa da Violëncia 2011 - Excelente ferramenta para Júri</title><content type='html'>&lt;div&gt;Aos que não conhecem, recomendo fortemente acessarem o relatório e as tabelas do Mapa da Violencia, realizado pelo Instituto Sangaris e Ministério da Justiça. A edição 2011 foi recentemente lançada, sendo objeto de reportagens na imprensa.&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;É sempre conveniente e necessário destacar os altos índice de homicídios que temos no Brasil, 6.° país mais violento do mundo. O Mapa da Violência é uma ferramenta a ser utilizada em processos de júri, latrocínio, crimes de trânsito, etc.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;O link é &lt;a href="http://www.sangari.com/mapadaviolencia/" target="_blank"&gt;http://www.sangari.com/mapadaviolencia/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7023867192090738674?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7023867192090738674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7023867192090738674&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7023867192090738674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7023867192090738674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/mapa-da-violencia-2011-excelente.html' title='Mapa da Violëncia 2011 - Excelente ferramenta para Júri'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5594010437330976704</id><published>2011-03-14T10:00:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T10:01:49.945-07:00</updated><title type='text'>Governador recebe lista tríplice do MP/RS</title><content type='html'>&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Ministério Público do Rio  Grande do Sul forma lista tríplice para procurador-geral de Justiça. Conamp e  AMP/RS enviam ofício ao governador Tarso Genro, solicitando a nomeação do  candidato mais votado.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O Ministério Público do Rio Grande  do Sul realizou, no último sábado (12), a eleição para a chefia da instituição,  no biênio 2011/2013. Com 426 votos, Simone Mariano da Rocha foi a primeira  colocada na lista tríplice, que será entregue ao governador Tarso Genro nesta  segunda-feira (14). Eduardo de Lima Veiga, que recebeu 305 votos, e Paulo  Fernando dos Santos Vidal, com 79 votos, completam a lista. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Antes mesmo da eleição, no mês de  fevereiro, os presidentes da Associação Nacional dos Membros do Ministério  Público (Conamp), César Mattar Jr., e da Associação do Ministério Público do Rio  Grande do Sul (AMP/RS) - em exercício, Victor Hugo Palmeiro de Azevedo Neto,  enviaram ofícios ao governador gaúcho requerendo a nomeação do candidato mais  votado na lista tríplice.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Pela Constituição Federal, Tarso  Genro pode nomear qualquer um dos integrantes da lista, mas, nos ofícios, as  entidades lembram que a escolha do primeiro colocado na eleição sempre foi  defendida pelos membros do MP. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-5594010437330976704?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/5594010437330976704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=5594010437330976704&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5594010437330976704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5594010437330976704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/governador-recebe-lista-triplice-do.html' title='Governador recebe lista tríplice do MP/RS'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7842665895412974506</id><published>2011-03-14T09:59:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T10:00:38.891-07:00</updated><title type='text'>Benedito Torres, candidato mais votado, assume a chefia do Ministério Público de Goiás.</title><content type='html'>&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Benedito Torres assumiu, nesta  sexta-feira, a chefia do Ministério Público de Goiás. &lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Eleito pelos membros do Ministério  Público de Goiás e nomeado por decreto do governador do estado, Marconi Perillo,  em 21 de fevereiro, Benedito Torres Neto tomou posse sexta-feira (11), no cargo  de procurador-geral de Justiça. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Benedito Torres Neto foi o  candidato mais votado na eleição para PGJ, realizada em 18 de fevereiro. No dia  do pleito, o presidente da Conamp enviou ofício ao governador, solicitando a  nomeação do primeiro colocado na lista tríplice.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Natural de Anicuns, o novo  procurador-geral de Justiça goiano&amp;nbsp;concluiu o curso de Direito, em 1987, na  então Universidade Católica de Goiás, hoje Pontifícia Universidade Católica de  Goiás (PUC). Ingressou no MP em 1990. Passou pelas comarcas de Joviânia,  Cristalina e Itaberaí. Atuou como promotor-corregedor no biênio 1999/2000 e foi  promovido a procurador de Justiça em 2002. Presidiu a AGMP por dois  biênios,&amp;nbsp;2004/2006 e 2006/2008.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Da campanha para o cargo, Benedito  Torres destaca três das propostas apresentadas: o canal direto com o  procurador-geral de Justiça, a priorização da atividade-fim e a revisão da Lei  Orgânica Estadual. Conforme pontuado por ele na apresentação do material de  divulgação destas propostas, "a gestão terá a marca da atividade-fim; assim, as  Procuradorias e Promotorias de Justiça serão consideradas em sua singularidade,  respeitadas e valorizadas, reforçando-se a estrutura humana e material daquelas  que necessitarem".&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7842665895412974506?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7842665895412974506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7842665895412974506&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7842665895412974506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7842665895412974506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/benedito-torres-candidato-mais-votado.html' title='Benedito Torres, candidato mais votado, assume a chefia do Ministério Público de Goiás.'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-4265982116490482155</id><published>2011-03-10T18:24:00.001-08:00</published><updated>2011-03-10T18:24:56.319-08:00</updated><title type='text'>STF diz que ato de corromper não é auto-defesa</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;2&amp;ordf; Turma rejeita HC a homem que           ofereceu dinheiro a policial por &amp;#8220;autodefesa&amp;#8221;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;     &lt;/p&gt;     &lt;font face="Times New Roman"&gt;Por unanimidade, a Segunda Turma do       Supremo Tribunal Federal (STF) indeferiu pedido da Defensoria       P&amp;uacute;blica da Uni&amp;atilde;o em Habeas Corpus (HC 105478) que pretendia       absolver Anderson Cristian dos Santos, condenado por tr&amp;aacute;fico de       drogas e corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o ativa, da segunda condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O relator,       ministro Gilmar Mendes, rejeitou a tese da defesa, segundo a qual       oferecer dinheiro a policial para que n&amp;atilde;o fosse efetuado o       flagrante configuraria &amp;#8220;ato de autodefesa&amp;#8221;.&lt;/font&gt;&lt;br&gt;     &lt;font face="Times New Roman"&gt;Anderson foi condenado pela Vara &amp;Uacute;nica       da Comarca de Porto Alegre do Norte (MT) a seis anos de reclus&amp;atilde;o,       por tr&amp;aacute;fico, e absolvido da den&amp;uacute;ncia de corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o ativa. O       Tribunal de Justi&amp;ccedil;a do Mato Grosso (TJ-MT), ao examinar recurso do       Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico, modificou a senten&amp;ccedil;a para incluir a condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o       tamb&amp;eacute;m por corrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/font&gt;&lt;br&gt;     &lt;font face="Times New Roman"&gt;No HC, a Defensoria P&amp;uacute;blica sustenta       que a oferta de dinheiro para evitar o flagrante &amp;eacute; gesto de       autodefesa, pois o autor, surpreendido pela autoridade policial,       &amp;#8220;entrou em pleno desespero e, unicamente com inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de evadir-se       do local para preservar sua liberdade, ofereceu a quantia j&amp;aacute;       apreendida pelo policial para que este permitisse sua fuga&amp;#8221;. A       defesa observa que o dinheiro, apreendido juntamente com as       drogas, j&amp;aacute; estava em poder dos policiais. &amp;#8220;A condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o imposta       pelo tr&amp;aacute;fico &amp;eacute; mais que suficiente para garantir a reprimenda do       paciente&amp;#8221;, afirma a inicial.&lt;/font&gt;&lt;br&gt;     &lt;font face="Times New Roman"&gt;O fundamento da defesa era o de que o       ato estaria respaldado pelo artigo 5&amp;ordm;, inciso LXIII da       Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, que garante ao preso o direito de permanecer       calado. &amp;#8220;O artigo reconhece o direito do agente de negar, de       infirmar os fatos, de silenciar-se, mas n&amp;atilde;o de oferecer dinheiro&amp;#8221;,       afirmou o ministro.&lt;/font&gt;&lt;br&gt;     &lt;span&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=161326&amp;amp;caixaBusca=N"       rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;br&gt;       &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-4265982116490482155?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/4265982116490482155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=4265982116490482155&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4265982116490482155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4265982116490482155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/stf-diz-que-ato-de-corromper-nao-e-auto.html' title='STF diz que ato de corromper não é auto-defesa'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-3969322773089655523</id><published>2011-03-10T17:33:00.001-08:00</published><updated>2011-03-10T17:33:47.007-08:00</updated><title type='text'>Ministra Ellen Gracie defere liminar proposta pelo MP-RS por desrespeito à Súmula Vinculante 10</title><content type='html'>Supremo Tribunal Federal&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;div align="justify"&gt;A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF)       Ellen Gracie deferiu liminar na Reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o (RCL) 10428, ajuizada       na Corte pelo Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico (MP) do Rio Grande do Sul para       suspender ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o da 21&amp;ordf; C&amp;acirc;mara C&amp;iacute;vel do Tribunal de Justi&amp;ccedil;a       ga&amp;uacute;cho que manteve a determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o MP efetuar dep&amp;oacute;sito       pr&amp;eacute;vio de honor&amp;aacute;rios periciais referentes &amp;agrave; per&amp;iacute;cia por ele       solicitada. Vislumbro, neste ju&amp;iacute;zo pr&amp;eacute;vio, o confronto entre o ato       emanado do ju&amp;iacute;zo reclamado e o que expressamente disp&amp;otilde;e a S&amp;uacute;mula       Vinculante 10, decidiu a ministra. &lt;/div&gt;     &lt;p align="justify"&gt;     &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;Na reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o MP ga&amp;uacute;cho diz que a decis&amp;atilde;o do       &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fracion&amp;aacute;rio do TJ-RS questionada na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o teria ofendido a       autoridade da S&amp;uacute;mula Vinculante 10 e o artigo 97 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o       Federal, porque afastou a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 18 da Lei       7.347/1985, especificamente em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; express&amp;atilde;o honor&amp;aacute;rios       periciais, o que equivaleria a declarar a inconstitucionalidade do       mencionado dispositivo legal por via obl&amp;iacute;qua. A 21&amp;ordf; C&amp;acirc;mara C&amp;iacute;vel       do tribunal ga&amp;uacute;cho manteve determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o MP realizasse       dep&amp;oacute;sito pr&amp;eacute;vio dos honor&amp;aacute;rios referentes &amp;agrave; per&amp;iacute;cia solicitada,       sob o argumento de que o Superior Tribunal de Justi&amp;ccedil;a (STJ)       entendera que o recolhimento pr&amp;eacute;vio dos honor&amp;aacute;rios periciais       estaria a cargo do autor da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil p&amp;uacute;blica. &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;Para a ministra Ellen Gracie, a decis&amp;atilde;o da 21&amp;ordf;       C&amp;acirc;mara C&amp;iacute;vel do TJ-RS, ao determinar que fosse efetuado o dep&amp;oacute;sito       pr&amp;eacute;vio de honor&amp;aacute;rios periciais pelo autor da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil p&amp;uacute;blica,       afastou a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da norma especial do artigo 18 da Lei       7.347/1985, que determina que nas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que trata esta lei, n&amp;atilde;o       haver&amp;aacute; adiantamento de custas, emolumentos, honor&amp;aacute;rios periciais e       quaisquer outras despesas nem condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o autora. &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;A relatora salientou, ainda, que a decis&amp;atilde;o       questionada poder&amp;aacute; causar preju&amp;iacute;zos ao MP-RS "pois este ser&amp;aacute;       obrigado a efetuar despesas n&amp;atilde;o previstas em seu or&amp;ccedil;amento". Por       fim, a ministra deferiu a liminar para suspender a decis&amp;atilde;o       questionada at&amp;eacute; o julgamento final (m&amp;eacute;rito) da reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;S&amp;uacute;mula Vinculante 10 &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;"Viola a cl&amp;aacute;usula de reserva de plen&amp;aacute;rio (CF,       artigo 97) a decis&amp;atilde;o de &amp;oacute;rg&amp;atilde;o fracion&amp;aacute;rio de tribunal que, embora       n&amp;atilde;o declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato       normativo do poder p&amp;uacute;blico, afasta sua incid&amp;ecirc;ncia, no todo ou em       parte." &lt;/p&gt;     &lt;p align="justify"&gt;Revista &lt;a moz-do-not-send="true"         href="http://www.revistajuridica.netlegis.com.br/"&gt;Jur&amp;iacute;dica         Netlegis&lt;/a&gt;, 09&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Mar&amp;ccedil;o&amp;nbsp;de&amp;nbsp;2011 &lt;/p&gt;     &lt;div align="justify"&gt;&lt;br&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;br&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-3969322773089655523?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/3969322773089655523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=3969322773089655523&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3969322773089655523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3969322773089655523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/ministra-ellen-gracie-defere-liminar.html' title='Ministra Ellen Gracie defere liminar proposta pelo MP-RS por desrespeito à Súmula Vinculante 10'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2138713630571323815</id><published>2011-03-05T10:52:00.001-08:00</published><updated>2011-03-05T10:52:42.975-08:00</updated><title type='text'>CNJ manda TJRS selecionar juizes leigos mediante concurso e com experiência de apenas dois anos (nova lei)</title><content type='html'>&lt;br&gt;     &lt;div style="font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size:       10pt;"&gt;       &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;font class="corpo_12_azul" id="tx"&gt;Obrigatoriedade             de concurso p&amp;uacute;blico de provas e t&amp;iacute;tulos para juiz leigo dos             Juizados Especiais do RS &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;         &lt;br&gt;         &lt;em&gt;(03.03.11)&lt;/em&gt;         &lt;p&gt;         &lt;/p&gt;         &lt;p&gt;&lt;font id="tx1"&gt;&lt;sub&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por &lt;span                   style="font-weight: bold;"&gt;Marco Antonio Birnfeld&lt;/span&gt;,                 &lt;br&gt;                 criador do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espa&amp;ccedil;o                   Vital&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sub&gt;&lt;br&gt;             &amp;nbsp;&lt;br&gt;             Decis&amp;atilde;o proferida anteontem (1&amp;ordm;) pelo CNJ estabelece,             doravante, a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concurso p&amp;uacute;blico de provas e             t&amp;iacute;tulos para o exerc&amp;iacute;cio do cargo de juiz leigo dos Juizados             Especiais do RS. A decis&amp;atilde;o se deu no julgamento de um pedido             de provid&amp;ecirc;ncia formulado pelo advogado ga&amp;uacute;cho Antonio Carlos             Ribas de Moura J&amp;uacute;nior.&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             No expediente encaminhado ao CNJ, ele sustenta que a             exig&amp;ecirc;ncia de cinco anos de experi&amp;ecirc;ncia na Advocacia para             exerc&amp;iacute;cio da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de juiz leigo nos Juizados Especiais,             contida no artigo 7&amp;ordm; da Lei estadual n&amp;ordm; 9.099/95&lt;span               style="font-style: italic;"&gt;, "desnatura o conceito de               justi&amp;ccedil;a coexistencial, produzida pelos pr&amp;oacute;prios               integrantes da comunidade para restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da paz social,               como idealizado pelo art. 98, I, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1988".&lt;/span&gt;&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             &amp;Eacute; argumentado tamb&amp;eacute;m que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"o               Estado do RS adota, para preenchimento do cargo de juiz               leigo, apenas as exig&amp;ecirc;ncias de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica, conduta               id&amp;ocirc;nea e capacidade de condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de audi&amp;ecirc;ncia"&lt;/span&gt; - sem             realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concurso de provas e t&amp;iacute;tulos.&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             Segundo o requerente, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"os               crit&amp;eacute;rios adotados no RS v&amp;ecirc;m causando sens&amp;iacute;vel diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o               na qualidade jur&amp;iacute;dica das senten&amp;ccedil;as proferidas no &amp;acirc;mbito               dos juizados". &lt;/span&gt;&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             Em sua manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o TJRS informou que&lt;span               style="font-style: italic;"&gt; "o recrutamento dos ju&amp;iacute;zes               leigos para atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos Juizados Especiais &amp;eacute; feito entre               advogados com mais de cinco anos de experi&amp;ecirc;ncia, conforme               estabelecido nos arts. 7&amp;ordm; e 9&amp;ordm; da Lei Estadual n&amp;ordm;               9442/1991".&lt;/span&gt;&lt;br style="font-style: italic;"&gt;             &lt;br&gt;             No pedido de provid&amp;ecirc;ncias foi requerido que &lt;span               style="font-style: italic;"&gt;"se determine ao TJRS que               realize, imediatamente, processo p&amp;uacute;blico de provas e               t&amp;iacute;tulos para sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ju&amp;iacute;zes leigos para o sistema de               Juizados Especiais, entre advogados com mais de dois anos               de experi&amp;ecirc;ncia".&lt;/span&gt;&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             A partir de voto do conselheiro&amp;nbsp; Walter Nunes da Silva             J&amp;uacute;nior, o CNJ concluiu que&lt;span style="font-style: italic;"&gt;               "mostra-se desarrazoada e desproporcional a exig&amp;ecirc;ncia de               per&amp;iacute;odo m&amp;iacute;nimo de cinco anos para acesso &amp;agrave; fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de juiz               leigo dos Juizados Especiais, dada a transitoriedade e               car&amp;aacute;ter auxiliar de tal atividade".&lt;br&gt;               &lt;br&gt;             &lt;/span&gt;O julgado do CNJ conclui que a interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o             sist&amp;ecirc;mica, decorrente das edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Emenda Constitucional             n&amp;ordm; 45, de 2004, e da Lei n&amp;ordm; n&amp;ordm; 12.153, de 2012, leva &amp;agrave;             conclus&amp;atilde;o de que o art. 7&amp;ordm;, caput, da Lei n&amp;ordm; 9.099, de 1995,             est&amp;aacute; revogado na parte em que exige, no m&amp;iacute;nimo, cinco anos             de experi&amp;ecirc;ncia como requisito para o exerc&amp;iacute;cio do cargo de             juiz leigo.&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             Assim, o tempo m&amp;aacute;ximo que pode ser estabelecido na lei             estadual &amp;eacute; de dois anos&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.               "Merece, por conseguinte, nessa parte, ser acolhido o               pleito do requerente, pois o art. 9&amp;ordm; da Lei n&amp;ordm; 9.441, de               1991, do Estado do RS, anterior &amp;agrave;s altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es normativas               citadas, est&amp;aacute;, igualmente, revogado".&lt;/span&gt;&lt;br               style="font-style: italic;"&gt;             &lt;br&gt;             Quanto ao pedido da imediata realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concurso, o CNJ             considera que, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"muito               embora o Provimento n&amp;ordm; 07, de 2010, da Corregedoria               Nacional de Justi&amp;ccedil;a estipule, no &amp;sect; 2&amp;ordm; do seu artigo 7&amp;ordm;, um               prazo de tr&amp;ecirc;s meses, a partir da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ato, para               que os tribunais realizassem os processos seletivos para               recrutamento dos conciliadores e ju&amp;iacute;zes leigos, o               provimento de cargos remunerados traz repercuss&amp;otilde;es               or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias relevantes".&lt;/span&gt;&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             O CNJ reconhece n&amp;atilde;o ter sido poss&amp;iacute;vel ao Tribunal de Justi&amp;ccedil;a             ga&amp;uacute;cho realizar, por enquanto, o certame sem a exist&amp;ecirc;ncia             legal dos cargos e da respectiva dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, sob             pena de responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; luz da Lei Complementar n&amp;ordm;             101/2000 (LRF).&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             Assim, o colegiado aplicou uma&lt;span style="font-style:               italic;"&gt; "interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o l&amp;oacute;gico-sistem&amp;aacute;tica do referido               dispositivo de maneira a compreender que o prazo para               realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do concurso p&amp;uacute;blico nele previsto aplica-se t&amp;atilde;o               somente aos casos em que haja cargos de ju&amp;iacute;zes leigos               criados por lei e a respectiva dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para               seu provimento".&lt;/span&gt;&lt;br&gt;             &lt;br style="font-weight: bold;"&gt;             &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;S&amp;iacute;ntese das decis&amp;otilde;es do CNJ&lt;/span&gt;&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             * Com as edi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Emenda Constitucional n&amp;ordm; 45, de 2004, e             da Lei n&amp;ordm; 12.153, de 2009, foram derrogados o art. 7&amp;ordm;,             caput, da Lei n&amp;ordm; 9.099, de 1995, e o art. 9&amp;ordm; da Lei Estadual             n&amp;ordm; 9.441, de 1991.&lt;br&gt;             &lt;br&gt;             * Fica reconhecida a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de o TJRS, nos termos do &amp;sect; 2&amp;ordm;             do art. 7&amp;ordm; do Provimento n&amp;ordm; 7, de 2010, da Corregedoria             Nacional de Justi&amp;ccedil;a, no prazo de tr&amp;ecirc;s meses, prover essa             esp&amp;eacute;cie de cargo, desde que exista o cargo e haja dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o             or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria espec&amp;iacute;fica para esse fim. (PP n&amp;ordm;             0007929-65.2010.2.00.0000).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2138713630571323815?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2138713630571323815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2138713630571323815&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2138713630571323815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2138713630571323815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/cnj-manda-tjrs-selecionar-juizes-leigos.html' title='CNJ manda TJRS selecionar juizes leigos mediante concurso e com experiência de apenas dois anos (nova lei)'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-4631460483580247939</id><published>2011-03-02T10:28:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T10:29:29.905-08:00</updated><title type='text'>STF e o Poder Investigatório do MP</title><content type='html'>&lt;P class=MsoNormal  style="BACKGROUND: white; TEXT-ALIGN: justify; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous"&gt;&lt;SPAN  lang=PT  style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia size=2&gt;A 2ª Turma do STF, em decisão publicada em 03.02.2010,  reconheceu a legitimidade investigatória do Ministério Público. &lt;STRONG&gt;(HC  93930/RJ)&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="BACKGROUND: white; TEXT-ALIGN: justify; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous"&gt;&lt;SPAN  lang=PT  style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia size=2&gt;A íntegra da decisão está no seguinte  endereço:&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="BACKGROUND: white; TEXT-ALIGN: justify; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous"&gt;&lt;SPAN  lang=PT  style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"&gt;&lt;A  href="http://redir.stf.jus.br/paginador/paginador.jsp?docTP=AC&amp;amp;docID=618675"&gt;http://redir.stf.jus.br/paginador/paginador.jsp?docTP=AC&amp;amp;docID=618675&lt;/A&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="BACKGROUND: white; TEXT-ALIGN: justify; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous"&gt;&lt;SPAN  lang=PT  style="FONT-SIZE: 11pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: 'Arial','sans-serif'"&gt;&lt;FONT  face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;FONT face=Georgia  size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-4631460483580247939?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/4631460483580247939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=4631460483580247939&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4631460483580247939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4631460483580247939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/03/stf-e-o-poder-investigatorio-do-mp.html' title='STF e o Poder Investigatório do MP'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-442190528984464731</id><published>2011-02-22T13:33:00.001-08:00</published><updated>2011-02-22T13:33:51.029-08:00</updated><title type='text'>Aposentadoria - Tempo ficto - Emendas à Constituição 20 e 41</title><content type='html'>&lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Conselho Nacional do Ministério  Público reconhece, por unanimidade, direito ao recebimento do chamado tempo  ficto por promotores e procuradores. Pedido foi formulado pela Conamp e  entidades representativas do MP.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O Conselho Nacional do Ministério  Público (CNMP) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (22), pedido para que  os promotores e procuradores tenham reconhecido o direito ao recebimento do  chamado tempo ficto. Com a decisão, foi autorizada a contagem de 17% sobre o  tempo de serviço que os membros do MP do sexo masculino tinham até a data da  promulgação da Emenda Constitucional (EC) n.º 20 de 1998. O requerimento foi  formulado pela Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp),  pela Associação Paranaense do Ministério Público (APMP-PR), pela Associação  Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e pela Associação Nacional dos  Procuradores do Trabalho (ANPT).&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;No pedido, as entidades alegaram  que, pela redação original da Constituição Federal de 88, para gozarem de  aposentadoria voluntária por tempo de serviço, com proventos integrais, os  membros do Ministério Público deveriam cumprir 30 anos de serviço, tal como os  integrantes da magistratura. A emenda n.º 20 modificou o regime de aposentadoria  dos promotores e procuradores, concedendo um bônus de tempo equivalente a 17%,  tendo em vista que a mudança de regime implicou imposição de severo encargo no  que se refere ao tempo de serviço. Assim, o tempo ficto teve como objetivo  atenuar os efeitos decorrentes da elevação de tempo mínimo necessário para a  aposentadoria dos membros do MP, sendo que, se homem, passou a ser de 35  anos.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Já a EC n.° 41 manteve os critérios  para aposentadoria utilizados pela emenda n.° 20 e a emenda n.° 47 não fez  qualquer menção aos 17% de bônus. "Tal menção era desnecessária, eis que o bônus  se incorporou ao patrimônio jurídico dos membros do Ministério Público e da  Magistratura que se encontravam em serviço no dia 16 de dezembro de 1998",  justificaram as entidades. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Tempo ficto para  magistratura&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Em 31 de agosto de 2010, o Conselho  Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, por unanimidade, pedido de providência para  reconhecer o direito adquirido de magistrados ao recebimento do acréscimo de 17%  ao tempo de serviço, previsto no artigo 8º da Emenda Constitucional n.º 20 de  1998. A decisão deve ser aplicada à contagem de tempo de serviço dos magistrados  do sexo masculino, incidindo sobre o tempo de serviço exercido pelo magistrado  até a data da entrada em vigor da referida Emenda.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-442190528984464731?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/442190528984464731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=442190528984464731&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/442190528984464731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/442190528984464731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/02/aposentadoria-tempo-ficto-emendas.html' title='Aposentadoria - Tempo ficto - Emendas à Constituição 20 e 41'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5178177650408592284</id><published>2011-01-24T13:41:00.000-08:00</published><updated>2011-01-24T13:42:01.878-08:00</updated><title type='text'>TJRS reconhece ilegitimidade da Defensoria Pública para propor ACP para tutela de interesses difusos</title><content type='html'>&lt;DIV title=""&gt;A&amp;nbsp;decisão acolheu parecer do Ministério Público do Estado  &lt;/DIV&gt; &lt;DIV title=""&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV title=""&gt;A tese institucional do Ministério Público sobre a ilegitimidade  da Defensoria Pública para a propositura de Ação Civil Pública&amp;nbsp; (ACP), que  trata da criação do Conselho Tutelar no município de Bagé, foi acolhida pelo  Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A Sexta Câmara Cível, ao julgar  a apelação civil , acolheu parecer do procurador de Justiça Roberto Bandeira  Pereira, defendendo a ilegitimidade ativa da Defensoria Pública do Estado do Rio  Grande do Sul para propor ACP relativa na defesa de interesses difusos,  imprecisos e abstratos, como se qualifica o direito tutelado na ação  mencionada.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O parecer do procurador de Justiça Roberto Bandeira Pereira  está embasado na existência da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3943,  ajuizada pela Conamp no Supremo Tribunal Federal (STF). Na ADI é questionada a  legitimidade da Defensoria Pública para propor Ação Civil Pública. A Conamp  alega que a possibilidade da Defensoria Pública propor, sem restrição, ação  civil pública "afeta diretamente" as atribuições do Ministério Público. Segundo  a Conamp, a lei contraria os artigos 5º , LXXIV , e art. 134 , da Constituição  Federal , que versam sobre as funções da Defensoria Pública de prestar  assistência jurídica integral e gratuita aos que não possuem recursos  suficientes.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O relator foi o desembargador Sérgio Fernando de  Vasconcellos Chaves.&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-5178177650408592284?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/5178177650408592284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=5178177650408592284&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5178177650408592284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5178177650408592284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/01/tjrs-reconhece-ilegitimidade-da.html' title='TJRS reconhece ilegitimidade da Defensoria Pública para propor ACP para tutela de interesses difusos'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-8705508193130432750</id><published>2011-01-12T15:49:00.000-08:00</published><updated>2011-01-12T15:52:51.948-08:00</updated><title type='text'>Boletim Confraria do Júri - nº 61</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;       &lt;tbody&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td style="font: inherit;" valign="top"&gt;             &lt;blockquote style="padding-left: 5px; margin-left: 5px;               border-left: 2px solid rgb(16, 16, 255);"&gt;               &lt;div id="yiv927164938"&gt;                 &lt;div style="font-size: x-small; color: rgb(0, 0, 0);                   direction: ltr; font-family: Tahoma;"&gt;                   &lt;div dir="ltr"&gt; &lt;/div&gt;                   &lt;div id="yiv927164938divRpF263679" style="direction:                     ltr;"&gt; &lt;/div&gt;                   &lt;div&gt;                     &lt;div&gt; &lt;/div&gt;                     &lt;div align="center"&gt;                       &lt;table border="2" cellpadding="0" cellspacing="0"                         width="772"&gt;                         &lt;tbody&gt;                           &lt;tr&gt;                             &lt;td&gt;                               &lt;div align="center"&gt;&lt;img alt=""                                   src="cid:part1.08010700.03080206@gmail.com"                                   border="0" hspace="0"&gt;&lt;/div&gt; 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Neste caso, conforme                                             orientação do Departamento                                             de Informática, basta                                             efetivar uma pequena                                             alteração na configuração do                                             programa Lotus Notes,                                             utilizado para recebimento e                                             envio de e-mail na capital e                                             em algumas comarcas. É                                             simples: Entre no link                                             "Arquivo". Depois, clique em                                             "Preferência". Após, clique                                             em "Preferência de                                             localidade". Entre em                                             "Browser da Internet".                                             Escolha a opção "Microsoft                                             Internet Explorer". Dê "Ok".                                             E feche o programa.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                                     &lt;td rowspan="3" bgcolor="#f5f5f5"                                       valign="center" width="150"&gt;                                       &lt;div align="center"&gt;&lt;font                                           color="#003366" face="Verdana,                                           Arial, Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;&lt;b&gt;&lt;a                                               moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=confrariadojuri@uol.com.br"                                               target="_blank"                                               rel="nofollow"                                               ymailto="mailto:confrariadojuri@uol.com.br"&gt;..:&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;a                                             moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=confrariadojuri@uol.com.br"                                             target="_blank"                                             rel="nofollow"                                             ymailto="mailto:confrariadojuri@uol.com.br"&gt;                                             Fale Conosco&lt;b&gt; :..&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;                                     &lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="white"&gt;&lt;a                                         moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/noticias/artigos_view2.asp?cod=832"                                         target="_blank" rel="nofollow"&gt;Violência                                         Doméstica – Juizado da Violência                                         Doméstica e Familiar ou Tribunal                                         do Júri?&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td&gt;&lt;a moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/noticias/artigos_view2.asp?cod=825"                                         target="_blank" rel="nofollow"&gt;Caso                                         Bruno: Agora é guerra de recurso&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="white" width="620"&gt;&lt;a                                         moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/noticias/artigos_view2.asp?cod=828"                                         target="_blank" rel="nofollow"&gt;STJ:                                         Análise profunda do caso cabe ao                                         Tribunal do Júri&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;                                     &lt;td rowspan="3" bgcolor="gray"                                       valign="center" width="150"&gt;                                       &lt;div align="center"&gt;&lt;font                                           color="#003399" face="Verdana,                                           Arial, Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;&lt;b&gt;A Confraria do                                             Júri deseja a todos um feliz                                             2011, com paz e saúde. &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;                                     &lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="#dcdcdc"&gt;&lt;a                                         moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/noticias/artigos_view2.asp?cod=829"                                         target="_blank" rel="nofollow"&gt;Alçado                                         a herói pelo caso Isabella,                                         Cembranelli diz que sociedade é                                         carente de bons exemplos&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="white"&gt;&lt;a                                         moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/noticias/artigos_view2.asp?cod=831"                                         target="_blank" rel="nofollow"&gt;Decisão                                         que anula júri não pode afirmar                                         culpa do réu&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="white" width="620"&gt;&lt;font                                         color="#000000" face="Arial,                                         Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;a                                           moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/artigos/artigos_view2.asp?cod=46"                                           target="_blank" rel="nofollow"&gt;Relembre:                                           Tribunal do Júri&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                                     &lt;td rowspan="3" bgcolor="#333333"                                       valign="center" width="150"&gt;                                       &lt;div align="center"&gt;&lt;font                                           color="#999999" face="Verdana,                                           Arial, Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;&lt;b&gt;..:&lt;/b&gt; Você está                                           recebendo este boletim porque                                           seu e-mail foi cadastrado em                                           nosso sistema. 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Participe!&lt;/div&gt;                                     &lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr&gt;                                     &lt;td bgcolor="white" valign="bottom"                                       height="79"&gt;                                       &lt;div&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica,                                           sans-serif" size="1"&gt;# &lt;font                                             color="#666666"&gt;Bo&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font                                           color="#666666" face="Verdana,                                           Arial, Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;letim informativo da                                           Confraria do Júri, uma                                           associação civil, sem fins                                           lucrativos, formada por                                           promotores do Júri e com sede                                           em Cuiabá-MT. &lt;b&gt;Presidente:&lt;/b&gt;&lt;a                                             moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=antonio.piedade@mp.mt.gov.br"                                             target="_blank"                                             rel="nofollow"                                             ymailto="mailto:antonio.piedade@mp.mt.gov.br"&gt;                                             Dr. Antonio Sergio Cordeiro                                             Piedade&lt;/a&gt;, promotor de                                           Justiça do Estado de Mato                                           Grosso. &lt;b&gt;Vice-presidente:&lt;/b&gt;                                           &lt;a moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=cesar.novais@mp.mt.gov.br"                                             target="_blank"                                             rel="nofollow"                                             ymailto="mailto:cesar.novais@mp.mt.gov.br"&gt;Dr.                                             César Danilo Ribeiro de                                             Novais&lt;/a&gt;, promotor de                                           Justiça do Estado de Mato                                           Grosso. &lt;b&gt;Secretário:&lt;/b&gt;                                           Allan Sidney do Ó Souza,                                           promotor de Justiça do Estado                                           de Mato Grosso. &lt;b&gt;Tesoureiro:&lt;/b&gt;                                           Samuel Frungilo, promotor de                                           Justiça do Estado de Mato                                           Grosso.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;                                       &lt;div&gt;&lt;font color="#666666"                                           face="Verdana, Arial,                                           Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;# Elaboração deste                                           boletim: &lt;a                                             moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=lemosaugusto@uol.com.br"                                             target="_blank"                                             rel="nofollow"                                             ymailto="mailto:lemosaugusto@uol.com.br"&gt;Antônio                                             Rodrigues de Lemos Augusto&lt;/a&gt;                                           - Advogado (OAB-MT 9120) e                                           Jornalista (DRT-MG 5277)&lt;/font&gt;                                       &lt;/div&gt;                                       &lt;div&gt; &lt;/div&gt;                                     &lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                 &lt;/tbody&gt;                               &lt;/table&gt;                             &lt;/td&gt;                           &lt;/tr&gt;                         &lt;/tbody&gt;                       &lt;/table&gt;                     &lt;/div&gt;                   &lt;/div&gt;                 &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;             &lt;/blockquote&gt;           &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;       &lt;/tbody&gt;     &lt;/table&gt;     &lt;br&gt;         &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-8705508193130432750?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/8705508193130432750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=8705508193130432750&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8705508193130432750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8705508193130432750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/01/boletim-confraria-do-juri-n-61.html' title='Boletim Confraria do Júri - nº 61'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-3223642263240110805</id><published>2011-01-10T14:32:00.000-08:00</published><updated>2011-01-10T20:25:32.275-08:00</updated><title type='text'>Pernambuco terá Promotor-Geral de Justiça</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;em&gt;Governador           de           Pernambuco nomeia Aguinaldo Fenelon de Barros para           Procurador-Geral de Justi&amp;ccedil;a do estado.           &amp;Eacute; a primeira vez que um promotor de           Justi&amp;ccedil;a vai ocupar o cargo no MP           pernambucano.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O         governador de         Pernambuco, Eduardo Campos, nomeou Aguinaldo         Fenelon de Barros ao cargo de Procurador-Geral de         Justi&amp;ccedil;a do estado. Ele foi o primeiro         colocado na lista tr&amp;iacute;plice, formada em         elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 03 de janeiro. No dia do         pleito, o presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o         Nacional dos Membros do Minist&amp;eacute;rio         P&amp;uacute;blico (CONAMP), C&amp;eacute;sar Mattar Jr.,         enviou of&amp;iacute;cio ao governador requerendo a         nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do candidato mais         votado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Aguinaldo         Fenelon         &amp;eacute; o primeiro promotor de Justi&amp;ccedil;a a         assumir a Procuradoria Geral de Justi&amp;ccedil;a de         Pernambuco. At&amp;eacute; dezembro de 2009, apenas         procuradores de Justi&amp;ccedil;a podiam concorrer ao         cargo. Um Projeto de Lei enviado ao Legislativo         pelo MP, com o apoio da CONAMP, modificou a         legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estadual que trata do         assunto, permitindo aos promotores a         candidatura.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Natural         de Goiana, na         Mata Norte de Pernambuco, Aguinaldo Fenelon de         Barros &amp;eacute; graduado em Direito pela         Universidade Federal de Pernambuco e especialista         em Processo Civil pela mesma         institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Exerceu o cargo de         oficial de Justi&amp;ccedil;a no Tribunal de         Justi&amp;ccedil;a de Pernambuco, entre 1989 e 1992.         Aprovado em concurso p&amp;uacute;blico para o cargo         de promotor de Justi&amp;ccedil;a do Minist&amp;eacute;rio         P&amp;uacute;blico de Pernambuco, em 1992, ingressou         na carreira ministerial no mesmo ano e assumiu a         Promotoria de Palmeirina. Depois, passou pelas         Promotorias das cidades de Angelim, Ferreiros,         Goiana, Itamarac&amp;aacute;, Abreu e Lima, Paulista,         Olinda e Recife. Atualmente &amp;eacute; o 13&amp;ordm;         promotor de Justi&amp;ccedil;a C&amp;iacute;vel da         capital.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A         posse do novo PGJ de         Pernambuco vai ser realizada na pr&amp;oacute;xima         quinta-feira (13), &amp;agrave;s 19h, em         Recife.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-3223642263240110805?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/3223642263240110805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=3223642263240110805&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3223642263240110805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3223642263240110805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/01/pernambuco-tera-promotor-geral-de.html' title='Pernambuco terá Promotor-Geral de Justiça'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7289650042470198783</id><published>2011-01-04T04:35:00.001-08:00</published><updated>2011-01-04T04:35:47.970-08:00</updated><title type='text'>Cassada liminar que liberava bacharel sem prova da OAB</title><content type='html'>&lt;h4 class="tipo-b"&gt;Conselho Federal da OAB argumentava que a decis&amp;atilde;o       abria brecha para que bachar&amp;eacute;is sem forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada exercessem a       advocacia&lt;/h4&gt;     &lt;p&gt;O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar       Peluso, cassou ontem &amp;agrave; noite a liminar que permitia que dois       bachar&amp;eacute;is em Direito do Cear&amp;aacute; exercessem a advocacia       independentemente de serem aprovados no exame da Ordem dos       Advogados do Brasil (OAB). A &amp;iacute;ntegra da decis&amp;atilde;o n&amp;atilde;o foi divulgada.       O presidente da OAB, Ophir Cavalcante, comemorou a decis&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;br&gt;       &lt;br&gt;       &amp;#8212; Ela reafirma a import&amp;acirc;ncia do exame de ordem como instrumento de       defesa da sociedade. A decis&amp;atilde;o garante, ainda, que a qualidade do       ensino jur&amp;iacute;dico deve ser preservada &amp;#8212; afirmou. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       Na a&amp;ccedil;&amp;atilde;o que pedia a derrubada da liminar, o Conselho Federal da       OAB argumentava que a decis&amp;atilde;o abria brecha para que bachar&amp;eacute;is sem       forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada exercessem a advocacia. E alegava que a       Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o garante o exerc&amp;iacute;cio livre de profiss&amp;atilde;o, mas prev&amp;ecirc; que       uma lei pode criar restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional. A liminar       havia sido concedida pelo desembargador Vladimir Souza Carvalho,       do Tribunal Regional Federal da 5.&amp;ordf; Regi&amp;atilde;o (TRF-5), cujo filho foi       reprovado por quatro vezes no exame entre 2008 e 2009, conforme a       OAB. &lt;br&gt;       &lt;br&gt;       A decis&amp;atilde;o beneficiou apenas Francisco Cleuton Maciel e Everardo       Lima de Alencar, mas abria brecha para novas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es no mesmo       sentido. Os dois argumentaram ser inconstitucional a exig&amp;ecirc;ncia de       pr&amp;eacute;via aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o na prova como condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o exerc&amp;iacute;cio       profissional da advocacia. &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o do jornal O Estado de S. Paulo. &lt;/p&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7289650042470198783?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7289650042470198783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7289650042470198783&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7289650042470198783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7289650042470198783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2011/01/cassada-liminar-que-liberava-bacharel.html' title='Cassada liminar que liberava bacharel sem prova da OAB'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-1394541914714195057</id><published>2010-12-22T13:49:00.001-08:00</published><updated>2010-12-22T13:49:19.014-08:00</updated><title type='text'>MP/RS permite que promotores concorram a cargo de PGJ</title><content type='html'>O Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Rio Grande do Sul viveu nesta quarta-feira, 22, &lt;br&gt;um dia hist&amp;#243;rico.&lt;p&gt;Em vota&amp;#231;&amp;#227;o un&amp;#226;nime (41x0), o plen&amp;#225;rio da Assembleia Legislativa do Rio &lt;br&gt;Grande do Sul transformou em Lei o projeto 262/2010, que estende a todos &lt;br&gt;os membros da carreira o direito de chefiar a Institui&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;quot;A &lt;br&gt;participa&amp;#231;&amp;#227;o do Promotor de Justi&amp;#231;a no processo eleitoral, como &lt;br&gt;candidato ao cargo de Procurador-Geral de Justi&amp;#231;a, &amp;#233; uma medida salutar &lt;br&gt;e aperfei&amp;#231;oa o processo democr&amp;#225;tico dentro da Institui&amp;#231;&amp;#227;o&amp;quot;, afirmou a &lt;br&gt;procuradora-geral de Justi&amp;#231;a, Simone Mariano da Rocha.&lt;p&gt;A vota&amp;#231;&amp;#227;o e consequente aprova&amp;#231;&amp;#227;o do projeto que estende aos Promotores &lt;br&gt;de Justi&amp;#231;a com mais de dez anos de atua&amp;#231;&amp;#227;o, o direito de concorrer a PGJ &lt;br&gt;ocorreu em tempo recorde gra&amp;#231;as a compreens&amp;#227;o do presidente da &lt;br&gt;Assembleia Legislativa Giovani Cherini que, atendendo pedido da &lt;br&gt;Procuradora-Geral de Justi&amp;#231;a, acelerou a tramita&amp;#231;&amp;#227;o no Poder Legislativo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-1394541914714195057?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/1394541914714195057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=1394541914714195057&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1394541914714195057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1394541914714195057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/12/mprs-permite-que-promotores-concorram.html' title='MP/RS permite que promotores concorram a cargo de PGJ'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-4843749310199055369</id><published>2010-12-13T10:57:00.000-08:00</published><updated>2010-12-13T11:01:10.729-08:00</updated><title type='text'>PL dos Subsídios - PL's 7753/10 e 7746/10</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Um pedido de vista formulado pelo  deputado Sabino Castelo Branco (PTB-AM) retirou hoje (08) da pauta da Comissão  de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara os Projetos de Lei n.º  7753 e 7749, ambos de 2010, que estabelecem, respectivamente, a revisão dos  subsídios do Procurador-Geral da República e dos ministros do Supremo Tribunal  Federal (STF). As matérias estavam na pauta de votações da comissão desta  quarta-feira.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Pelas propostas, os vencimentos  mensais do PGR e dos integrantes do STF passam a ser, a partir de 1º de janeiro  de 2011, de R$ 30.675,48 (14,79%). O objetivo dos PL's, enviados em agosto ao  Congresso pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário, é recompor as perdas  decorrentes do processo inflacionário, com base no  IPCA.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-4843749310199055369?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/4843749310199055369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=4843749310199055369&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4843749310199055369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/4843749310199055369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/12/pl-dos-subsidios-pls-775310-e-774610.html' title='PL dos Subsídios - PL&apos;s 7753/10 e 7746/10'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-710602993183769516</id><published>2010-12-04T12:07:00.001-08:00</published><updated>2010-12-04T12:07:17.962-08:00</updated><title type='text'>José Eduardo Cardozo será Ministro da Justiça</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Presidente eleita escolhe José  Eduardo Cardozo para o Ministério da Justiça. Para CONAMP, futuro ministro terá  papel fundamental no trabalho de reaproximação do Ministério Público com o  Executivo e o Legislativo.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A presidente&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt; da República eleita, Dilma  Rousseff, anunciou hoje (03) três novos ministros para compor o governo, entre  eles, o ministro da Justiça. José Eduardo Cardozo foi confirmado para a pasta. O  anúncio foi feito por meio de comunicado, como ocorreu com a divulgação na  semana passada da equipe econômica. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;"A presidenta eleita orientou os  futuros ministros a trabalhar de forma integrada com os demais setores do  governo para dar cumprimento a seu programa de desenvolvimento com distribuição  de renda e garantia da estabilidade econômica", informou o texto divulgado pela  assessoria de imprensa de Dilma.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A escolha de José Eduardo Cardozo  para o Ministério da Justiça foi vista com otimismo pelo presidente da  Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP), César Mattar Jr.  "José Eduardo sempre foi muito sensato, muito justo. Em todos os momentos que  tivemos dificuldades [no Congresso Nacional], notadamente quando fomos ameaçados  com a lei da mordaça, aquela que tentou calar o Ministério Público, o José  Eduardo abriu as portas", disse, lembrando da atuação de José Eduardo Cardozo na  Câmara dos Deputados. César Mattar Jr. ressalta ainda que o futuro ministro da  Justiça terá papel fundamental no trabalho para estreitar o relacionamento do MP  com o Executivo e o Legislativo.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;CONAMP&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-710602993183769516?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/710602993183769516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=710602993183769516&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/710602993183769516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/710602993183769516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/12/jose-eduardo-cardozo-sera-ministro-da.html' title='José Eduardo Cardozo será Ministro da Justiça'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-526382000033836674</id><published>2010-12-04T12:06:00.001-08:00</published><updated>2010-12-04T12:06:02.756-08:00</updated><title type='text'>Henrique Calandra eleito para AMB fala sobre Magistratura</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: medium; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'"&gt;&lt;B&gt;&lt;FONT color=#000080  size=+1&gt;WALTER CENEVIVA&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/B&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;FONT size=5&gt;&lt;B&gt;Visão nova na  magistratura&amp;nbsp;&lt;/B&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt; &lt;TABLE width=250&gt;   &lt;TBODY&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD&gt;       &lt;HR noShade SIZE=2&gt;       &lt;B&gt;&lt;I&gt;Calandra fala do objetivo de estimular os colegas a tomarem        consciência da quebra de prestígio&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;       &lt;HR noShade SIZE=2&gt;        &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;BR&gt;A ELEIÇÃO DO DESEMBARGADOR paulista Henrique  Calandra, pela oposição, para presidente da Associação dos Magistrados  Brasileiros deve inserir, na magistratura nacional, ao menos duas ordens de  agitação. Uma decorre da posição dos juízes e tribunais paulistas, mais  tendentes que em outros Estados, a resistirem a decisões do Conselho Nacional de  Justiça.&lt;BR&gt;A segunda consiste em voltar os olhos para o exercício da profissão  judicial, ante a verificação de que o povo brasileiro já não vê a magistratura  com bons olhos. Há poucos anos, o juiz de direito era figura sacratíssima para a  sociedade e para os profissionais que lidavam com ele. Não mais, ante o que  parece ser a burocratização da magistratura.&lt;BR&gt;Em suas primeiras declarações,  Calandra disse do objetivo de estimular os colegas, nos segmentos de sua  atividade (federal, estadual, trabalhista, eleitoral, militar), a tomarem  consciência da quebra de prestígio e de seus motivos.&lt;BR&gt;Referiu também pontos  frágeis na relação com as demais funções jurídicas, sobretudo as definidas pela  Constituição como essenciais à Justiça. Aí surgem o Ministério Público, a  Advocacia Pública, a Advocacia e a Defensoria Pública, enunciados nessa ordem,  dos arts. 127 a 135. É preciso reagir, diz Calandra.&lt;BR&gt;Dou o destaque  constitucional de tais funções essenciais em números: o advogado foi definido,  na Carta, em 134 palavras; a Defensoria Pública, em 840; a Advocacia Pública, em  1.195; e o Ministério Público, em 8.665 palavras.&lt;BR&gt;A Ordem dos Advogados do  Brasil é privilegiada, na atenção dada em outros dispositivos constitucionais.  Exemplos: os arts. 103, 103-B, 129, 130, 130-A, 132, a imporem a participação de  seus representantes nas situações indicadas. A advocacia particular tem de 10 a  15 vezes mais profissionais que a magistratura, a demonstrar a insuficiência  numérica desta.&lt;BR&gt;Os magistrados são profissionais do direito encarregados da  realização da Justiça oficial. Precisam mostrar, pelo trabalho, que não se  confundem com peças comuns da máquina burocrática.&lt;BR&gt;Considerada sua obrigação  de resolver conflitos, o juiz e a juíza têm papel muito exigido, profissional e  pessoal, em face da sociedade. Quando se curva aos desígnios do Executivo,  conforme Calandra acentuou, cede sua grandeza.&lt;BR&gt;A União, os Estados e os  municípios são grandes "fregueses" do Poder Judiciário, congestionando caminhos  da Justiça e retardando-na. Têm privilégios processuais, contribuem para a  demora dos processos até mais além de qualquer prazo razoável, com indiferença  olímpica.&lt;BR&gt;O tema tem atualidade na discussão da reforma do Código de Processo  Civil, que não poderá, sob desculpa da eficiência, sacrificar o direito dos  jurisdicionados.&lt;BR&gt;O mesmo se diga do direito penal vigente e do processo  penal, examinados em conjunto. Na atualidade do Rio de Janeiro, a população vê  com certa desconfiança o aparato espetacular dos morros cariocas, que não deve  transformar-se em fogo de palha quando transportado para os corredores do  Fórum.&lt;BR&gt;As primeiras declarações de Calandra sugerem que a missão de recuperar  a imagem do Judiciário tem bons propósitos. Confirma isso sua vivência  atualizada no conhecimento de problemas a enfrentar. Tem visão do que há de ser  a magistratura renovada.&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-526382000033836674?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/526382000033836674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=526382000033836674&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/526382000033836674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/526382000033836674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/12/henrique-calandra-eleito-para-amb-fala.html' title='Henrique Calandra eleito para AMB fala sobre Magistratura'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-8486814104156843044</id><published>2010-12-03T13:40:00.001-08:00</published><updated>2010-12-03T13:40:37.875-08:00</updated><title type='text'>Vaga no STF: Lula deve indicar Luís Inácio Adams, AGU</title><content type='html'>&lt;P&gt;O presidente já teria decidido: Luís Inácio Adams será o novo ministro do  Supremo Tribunal Federal, de acordo com a coluna Poder Online do portal  &lt;EM&gt;iG&lt;/EM&gt;. O Palácio do Planalto, a Advocacia-Geral da União, a subchefia de  assuntos jurídicos da Casa Civil e o Ministério da Justiça ainda não confirmaram  a informação mas, segundo o portal, o nome do atual advogado-geral da União será  submetido ao Senado para ocupar a cadeira do ministro Eros Grau, que se  aposentou em agosto.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Considerado o mais cotado candidato à vaga, o ministro do Superior Tribunal  de Justiça, Cesar Asfor Rocha teria "jogado a toalha" na semana passada. Asfor  Rocha irritou-se com o jogo pesado de ataques pessoais contra sua reputação. A  tática do Planalto foi a de empurrar a escolha para a próxima legislatura,  quando, sabidamente, a base aliada será bem mais ampla que na atual. A  Presidência da República chegou a pedir que Eros postergasse sua aposentadoria e  o pedido, feito em junho, só foi divulgado quase dois meses depois.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A notícia do iG desencadeou intensa troca de telefonemas entre ministros,  advogados e jornalistas. Na premiação do Innovare, no Superior Tribunal de  Justiça, onde se encontravam o ex-ministro da Justiça, Márcio&amp;nbsp;Thomaz  Bastos; seu sucessor, Luiz Paulo Barreto; o ministro do STF, José Antonio  Dias&amp;nbsp;Toffoli; o subchefe da Casa Civil para Assuntos Jurídicos, Beto  Vasconcelos; o presidente da OAB, Ophir Cavalcanti; e o presidente do STF, Cezar  Peluso, o assunto era apenas esse.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;A Assessoria de Imprensa do Planalto negou ter conhecimento da assinatura da  indicação e completou informando que o presidente foi para o Rio de Janeiro  nesta quinta-feira e na tarde de hoje embarcou para Mar Del Plata. A liturgia  das indicações, que Lula observou em todas as nomeações anteriores, manda que o  convite e a assinatura do ato sejam feitas em encontro pessoal. Antes de  embarcar para o Rio, Adams e Lula encontraram-se no Conselho de Desenvolvimento  Econômico e Social ("Conselhão"), mas a última conversa que tiveram foi antes da  viagem do presidente Lula para Maputo e Seul. Na ocasião, Lula teria feito  insinuações a respeito da vaga no STF, mas ficou por aí.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Adams se credenciou para a disputa sem traçar estratégias. Seu trabalho como  procurador-geral da Fazenda Nacional na defesa dos cofres do governo o fez  aparecer como natural candidato para a Advocacia-Geral da União, com a saída de  Dias Toffoli para o Supremo. Expressivas vitórias obtidas pela AGU comandada por  Toffoli são creditadas ao trabalho de Adams, como a que livrou o governo de  pagar o crédito-prêmio do IPI a exportadores. A fatura era estimada em muitos  bilhões. No &lt;A href=""&gt;&lt;FONT color=#0000cc&gt;balanço&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt; deste ano,  divulgado nesta sexta-feira (3/12), Adams reivindica para si o mérito de ter  segurado nos cofres da União a quantia extraordinária de 2,11 trilhões de reais.  Quase todo o valor (cerca de 2 trilhões) refere-se à vitória no caso da disputa  entre a empreiteira Mendes Jr. e a Chesf, em que a construtora se dizia credora  dos valores por falta de correção em contratos.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Como AGU, Adams saiu em defesa de Lula na pré-campanha e atuou com afinco no  Tribunal Superior Eleitoral em defesa do presidente contra as acusações por  campanha eleitoral antecipada. O gaúcho Adams já foi filiado ao PT, mas também  trabalhou no governo Fernando Henrique Cardoso, em defesa das privatizações,  lado a lado com o então AGU, Gilmar Mendes.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Luís Inácio Adams, se nomeado, será o quarto advogado-geral da União alçado à  corte. O decano Celso de Mello, o ministro Gilmar Mendes e Dias Toffoli já  defenderam a União em seus interesses. No caso de Celso de Mello, ele foi  consultor-geral da República. À época, era o cargo que hoje corresponde ao de  AGU.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;Com a indicação, o presidente Lula terá nomeado nove ministros para o  Supremo. Os oito anteriores foram Cezar Peluso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa,  Eros Grau, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Menezes Direito e Dias Toffoli.  Menezes Direito morreu no ano passado, quase um ano antes da aposentadoria de  Eros Grau.&lt;/P&gt; &lt;P&gt;O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso nomeou três ministros para o  Supremo: Nelson Jobim, Ellen Gracie e Gilmar Mendes. Apenas os dois últimos  ainda estão em atividade no tribunal. Os demais veteranos são Marco Aurélio,  indicado por Fernando Collor; e o decano Celso de Mello, indicado por José  Sarney.&lt;/P&gt;&lt;BR&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-8486814104156843044?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/8486814104156843044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=8486814104156843044&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8486814104156843044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8486814104156843044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/12/vaga-no-stf-lula-deve-indicar-luis.html' title='Vaga no STF: Lula deve indicar Luís Inácio Adams, AGU'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7494409081860232931</id><published>2010-12-02T14:12:00.000-08:00</published><updated>2010-12-02T14:13:21.917-08:00</updated><title type='text'>Boletim Confraria do Júri - nº 59</title><content type='html'>&lt;br&gt;     &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;       &lt;tbody&gt;         &lt;tr&gt;           &lt;td style="font: inherit;" valign="top"&gt;             &lt;blockquote style="border-left: 2px solid rgb(16, 16, 255);               padding-left: 5px; margin-left: 5px;"&gt;               &lt;div id="yiv1645447768"&gt;                 &lt;div style="font-family: Tahoma; direction: ltr; color:                   rgb(0, 0, 0); font-size: 13px;"&gt;                   &lt;div&gt;                     &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;                     &lt;div align="center"&gt;                       &lt;table border="2" cellpadding="0" cellspacing="0"                         width="772"&gt;                         &lt;tbody&gt;                           &lt;tr&gt;                             &lt;td&gt;                               &lt;div align="center"&gt;&lt;img alt=""                                   src="cid:part1.06050302.06080107@gmail.com"                                   border="0" hspace="0"&gt;&lt;/div&gt;                             &lt;/td&gt;                           &lt;/tr&gt;                           &lt;tr&gt;                             &lt;td align="middle" bgcolor="#3399cc"&gt;&lt;font                                 color="white" face="Verdana, Arial,                                 Helvetica, sans-serif" size="1"&gt;&lt;b&gt;Acesse:                                   &lt;a moz-do-not-send="true"                                     href="http://www.confrariadojuri.com.br/"                                     rel="nofollow" target="_blank"&gt;www.confrariadojuri.com.br&lt;/a&gt;                                   - N&amp;uacute;mero 59 - Ano III - 01 de dezembro                                   de 2010 - Cuiab&amp;aacute;/MT - Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Quinzenal                                 &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                           &lt;/tr&gt;                           &lt;tr&gt;                             &lt;td&gt;                               &lt;table border="0" cellpadding="3"                                 cellspacing="0" width="770"&gt;                                 &lt;tbody&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="#dcdcdc" width="620"&gt;&lt;font                                         color="#333333" face="Verdana,                                         Arial, Helvetica, sans-serif"                                         size="2"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font                                             face="Arial, Helvetica,                                             sans-serif" size="1"&gt;Aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o:                                             Se voc&amp;ecirc; recebe este                                             informativo pelo endere&amp;ccedil;o                                             eletr&amp;ocirc;nico do Minist&amp;eacute;rio                                             P&amp;uacute;blico de Mato Grosso, pode                                             ser que os links n&amp;atilde;o abram.                                             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E feche o programa.&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                                     &lt;td rowspan="3" bgcolor="#f5f5f5"                                       valign="center" width="150"&gt;                                       &lt;div align="center"&gt;&lt;font                                           color="#003366" face="Verdana,                                           Arial, Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;&lt;b&gt;&lt;a                                               moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=confrariadojuri@uol.com.br"                                               rel="nofollow"                                               target="_blank"                                               ymailto="mailto:confrariadojuri@uol.com.br"&gt;..:&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;a                                             moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=confrariadojuri@uol.com.br"                                             rel="nofollow"                                             target="_blank"                                             ymailto="mailto:confrariadojuri@uol.com.br"&gt;                                             Fale Conosco&lt;b&gt; :..&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;                                     &lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="white"&gt;&lt;a                                         moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/artigos/artigos_view2.asp?cod=135"                                         rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;font                                           face="Arial, Helvetica,                                           sans-serif" size="2"&gt;J&amp;uacute;ri                                           Popular na resid&amp;ecirc;ncia do juiz?                                           A lei diz isso.&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td&gt;&lt;font face="Arial, Helvetica,                                         sans-serif" size="2"&gt;&lt;a                                           moz-do-not-send="true"                                           href="http://www.confrariadojuri.com.br/docs/artigos_view2.asp?cod=46"                                           rel="nofollow" target="_blank"&gt;Acesse                                           material de apoio a evento do                                           MP-PR sobre J&amp;uacute;ri &lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="white" width="620"&gt;&lt;a                                         moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/artigos/artigos_view2.asp?cod=136"                                         rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;font                                           face="Arial, Helvetica,                                           sans-serif" size="2"&gt;Simulacro                                           de Justi&amp;ccedil;a&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; 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                                  &lt;/tr&gt;                                   &lt;tr valign="top"&gt;                                     &lt;td bgcolor="white" width="620"&gt;&lt;font                                         color="#000000" face="Arial,                                         Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;&lt;a                                           moz-do-not-send="true" href="http://www.confrariadojuri.com.br/artigos/artigos_view2.asp?cod=43"                                           rel="nofollow" target="_blank"&gt;Relembre:                                           Reflex&amp;otilde;es preliminares sobre o                                           novo procedimento do J&amp;uacute;ri&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;                                     &lt;td rowspan="3" bgcolor="#333333"                                       valign="center" width="150"&gt;                                       &lt;div align="center"&gt;&lt;font                                           color="#999999" face="Verdana,                                           Arial, Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;&lt;b&gt;..:&lt;/b&gt; Voc&amp;ecirc; est&amp;aacute;                                           recebendo este boletim porque                                           seu e-mail foi cadastrado em                                           nosso sistema. 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                                            Dr. Antonio Sergio Cordeiro                                             Piedade&lt;/a&gt;, promotor de                                           Justi&amp;ccedil;a do Estado de Mato                                           Grosso. &lt;b&gt;Vice-presidente:&lt;/b&gt;                                           &lt;a moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=cesar.novais@mp.mt.gov.br"                                             rel="nofollow"                                             target="_blank"                                             ymailto="mailto:cesar.novais@mp.mt.gov.br"&gt;Dr.                                             C&amp;eacute;sar Danilo Ribeiro de                                             Novais&lt;/a&gt;, promotor de                                           Justi&amp;ccedil;a do Estado de Mato                                           Grosso. &lt;b&gt;Secret&amp;aacute;rio:&lt;/b&gt;                                           Allan Sidney do &amp;Oacute; Souza,                                           promotor de Justi&amp;ccedil;a do Estado                                           de Mato Grosso. &lt;b&gt;Tesoureiro:&lt;/b&gt;                                           Samuel Frungilo, promotor de                                           Justi&amp;ccedil;a do Estado de Mato                                           Grosso.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;                                       &lt;div&gt;&lt;font color="#666666"                                           face="Verdana, Arial,                                           Helvetica, sans-serif"                                           size="1"&gt;# Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste                                           boletim: &lt;a                                             moz-do-not-send="true" href="http://br.mc560.mail.yahoo.com/mc/compose?to=lemosaugusto@uol.com.br"                                             rel="nofollow"                                             target="_blank"                                             ymailto="mailto:lemosaugusto@uol.com.br"&gt;Ant&amp;ocirc;nio                                             Rodrigues de Lemos Augusto&lt;/a&gt;                                           - Advogado (OAB-MT 9120) e                                           Jornalista (DRT-MG 5277)&lt;/font&gt;                                       &lt;/div&gt;                                       &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;                                     &lt;/td&gt;                                   &lt;/tr&gt;                                 &lt;/tbody&gt;                               &lt;/table&gt;                             &lt;/td&gt;                           &lt;/tr&gt;                         &lt;/tbody&gt;                       &lt;/table&gt;                     &lt;/div&gt;                   &lt;/div&gt;                 &lt;/div&gt;               &lt;/div&gt;             &lt;/blockquote&gt;           &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;       &lt;/tbody&gt;     &lt;/table&gt;     &lt;br&gt;     &amp;nbsp;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7494409081860232931?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7494409081860232931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7494409081860232931&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7494409081860232931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7494409081860232931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/12/boletim-confraria-do-juri-n-59.html' title='Boletim Confraria do Júri - nº 59'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-1015272551022730333</id><published>2010-12-02T05:07:00.001-08:00</published><updated>2010-12-02T05:07:09.646-08:00</updated><title type='text'>CONAMP na discussão do CPP no Senado</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;i&gt;Presidente           da CONAMP           e representantes da Pol&amp;iacute;cia se           re&amp;uacute;nem com senadores Aloizio Mercadante e           Renato Casagrande, para discutir o projeto de           reforma do C&amp;oacute;digo de Processo           Penal.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O         presidente da         Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Membros do         Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico (CONAMP),         C&amp;eacute;sar Mattar Jr., se reuniu com os         senadores Aloizio Mercadante (PT-SP) e Renato         Casagrande (PSB-ES), para discutir o Projeto de         Lei do Senado n.&amp;ordm; 156 de 2009, de reforma do         C&amp;oacute;digo de Processo Penal (CPP). Casagrande         &amp;eacute; o relator da mat&amp;eacute;ria e Mercadante         &amp;eacute; autor de emendas apresentadas ao         parecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Representantes         de         entidades ligadas aos delegados das         Pol&amp;iacute;cias Civil e Federal e de policiais         militares, o promotor de Justi&amp;ccedil;a em         Goi&amp;aacute;s e assessor do senador         Dem&amp;oacute;stenes Torres (DEM-GO) Tito Amaral e o         assessor da Procuradoria-Geral de Justi&amp;ccedil;a         de S&amp;atilde;o Paulo F&amp;aacute;bio Bechara         tamb&amp;eacute;m participaram da reuni&amp;atilde;o. O         objetivo foi discutir pontos controversos da         reforma entre os integrantes do MP e da         Pol&amp;iacute;cia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Entre         os pontos         abordados no encontro est&amp;atilde;o o tr&amp;acirc;mite         direto do inqu&amp;eacute;rito civil entre delegados e         MP, o aproveitamento das provas produzidas em         inqu&amp;eacute;rito policial e a         manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras para         arquivamento de pe&amp;ccedil;as de         informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O         atual C&amp;oacute;digo         de Processo Penal data de 1941 e necessita de         atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os principais objetivos         do novo texto s&amp;atilde;o definir claramente a         fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada operador do Direito e         permitir que o processo tenha uma         tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais r&amp;aacute;pida. A         reforma do CPP baseia-se em anteprojeto elaborado         por uma comiss&amp;atilde;o de juristas criada em         julho de 2008, a partir da         aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo plen&amp;aacute;rio do         Senado, de requerimento de Renato Casagrande. Em         maio de 2009, uma comiss&amp;atilde;o         tempor&amp;aacute;ria composta por 11 senadores         continuou o trabalho da comiss&amp;atilde;o de         juristas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-1015272551022730333?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/1015272551022730333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=1015272551022730333&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1015272551022730333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1015272551022730333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/12/conamp-na-discussao-do-cpp-no-senado.html' title='CONAMP na discussão do CPP no Senado'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-218149151869682965</id><published>2010-11-08T08:24:00.000-08:00</published><updated>2010-11-08T08:29:05.763-08:00</updated><title type='text'>CONAMP quer dialogar com presidente Dilma</title><content type='html'>&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&amp;nbsp;  &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Presidente da CONAMP diz, em  entrevista ao Estadão, que espera de Dilma Rousseff trabalho de fortalecimento  das instituições e fim da corrupção.&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Depois de longo período em que o  relacionamento com setores do governo Lula e sua base aliada no Congresso em  diversas oportunidades foi crítico, o Ministério Público vê na gestão da  presidente eleita Dilma Rousseff oportunidade para uma convivência amistosa. Dos  dois lados surgiram manifestações que revelam interesse em uma aproximação e uma  etapa sem tensões.&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Na quarta-feira, a Associação dos  Membros do Ministério Público (CONAMP) - entidade que abriga 14 mil integrantes  - enviou carta à petista congratulando-a "em razão da retumbante vitória nas  urnas". &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O documento é subscrito por César  Mattar Jr., presidente da entidade. Em nome de sua classe ele destaca que os  promotores estão certos de que Dilma "prestigiará os órgãos externos de  controle, muito particularmente o Ministério Público, instituição inarredável ao  estado democrático de direito e às metas sociais de vosso governo". &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;"Não estamos fazendo cobranças,  esse não é o momento. Até porque ela (Dilma) já estendeu a mão", anotou Mattar  Jr. "Importante é que haja um canal de diálogo. O mínimo que se pode esperar é  que ela defenda o fortalecimento das instituições, não só o Ministério Público  como as polícias, por meio de um novo pacto republicano. O País espera que essa  onda de corrupção seja banida de uma vez por todas." &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;STRONG&gt;Compromisso&lt;/STRONG&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Em seu primeiro pronunciamento,  após ser proclamada vencedora, domingo à noite, Dilma declarou que não terá  tolerância com o "erro e o malfeito" na administração e que dará respaldo aos  órgãos de fiscalização e de controle. A Constituição confere ao Ministério  Público papel de guardião da democracia e fiscal da lei. A ele cabe investigar  corrupção e improbidade. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;No auge do mensalão e do caso Santo  André - investigação sobre desvios na gestão do prefeito Celso Daniel (PT),  assassinado em 2002 -, o então deputado José Dirceu, homem forte do Planalto,  pediu controles para a promotoria. No Congresso, multiplicam-se retaliações de  parlamentares do núcleo de apoio ao Planalto por meio de projetos que impõem  restrições aos promotores e os acusam de abusos e viés político em sua conduta.  &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;Três projetos, em particular,  incomodam demais os promotores: o que assegura foro privilegiado a políticos e  gestores públicos acusados com base na Lei da Improbidade; o que penaliza o  Ministério Público em ações temerárias; e o que tira da categoria o poder de  investigação no âmbito criminal. Os promotores querem Dilma como aliada para  convencer deputados e senadores a barrarem tais iniciativas. Eles anotam que  alguns parlamentares que integravam a frente anti-Ministério Público não se  reelegeram. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;"Vamos fazer um levantamento de  todos esses projetos e pedir para o governo verificar", disse o promotor José  Carlos Cosenzo, ex-presidente da CONAMP. "Esperamos uma interlocução com o  Ministério da Justiça para cuidar do que é interesse de cada instituição e  evitar confrontos. O fortalecimento do Ministério Público significa preservar os  princípios que aí estão, evitar que esse mundo de projetos de interesses  localizados não avancem, para o bem da instituição e do próprio governo."  &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;A reaproximação vem sendo  articulada diretamente com José Eduardo Martins Cardozo, coordenador da campanha  de Dilma. "José Eduardo sempre foi muito sensato, muito justo", disse Mattar Jr.  "Em todos os momentos que tivemos dificuldades, notadamente quando fomos  ameaçados com a lei da mordaça, aquela que tentou calar o Ministério Público, o  José Eduardo abriu as portas." &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;O líder dos promotores propõe  "acabar com o período de caça às bruxas". "Problemas existem no Congresso,  notadamente ligados à corrupção, e também dentro do Ministério Público,  denúncias de excessos. Mas tudo isso deve ser tratado de forma pontual, não pode  atingir as instituições e a legitimidade que a sociedade lhes  entregou".&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 9pt; FONT-FAMILY: Verdana"&gt;&lt;EM&gt;Fonte: jornal O Estado de S.  Paulo, matéria escrita por Fausto Macedo&lt;/EM&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-218149151869682965?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/218149151869682965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=218149151869682965&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/218149151869682965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/218149151869682965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/11/conamp-quer-dialogar-com-presidente.html' title='CONAMP quer dialogar com presidente Dilma'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7235524615562489415</id><published>2010-11-02T09:13:00.000-07:00</published><updated>2010-11-02T09:17:56.448-07:00</updated><title type='text'>Mantido o cancelamento da inscrição de servidores do MP/RS na OAB</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;EM&gt;(01.11.10)&lt;/EM&gt; &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT id=tx1&gt;Como noticiado pelo &lt;SPAN  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Espaço Vital&lt;/SPAN&gt; em 09.06.10, o  Sindicato dos Servidores do Ministério Público do RS (Simpe-RS) impetrou mandado  de segurança no STF contra o Conselho Nacional do Ministério Público  entidade  que deseja cancelar a inscrição dos servidores do MP-RS na OAB.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Segundo o  Simpe-RS, o CNPM determinou que os servidores que possuem o título de bacharel  em Ciências Jurídicas e Sociais informem se estão inscritos no quadro de  advogados da OAB. O Conselho pretende enviar à Ordem a lista desses nomes para  que suas respectivas inscrições sejam canceladas. &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Isso seria feito em  cumprimento à Resolução nº 27 do CNMP, que considera a condição de servidor do  Ministério Público incompatível à atividade paralela da advocacia.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;O  mandado de segurança pedia liminar para suspender a formulação da lista de nomes  a ser enviada à OAB e, no mérito, a declaração da ilegalidade do ato do  CNMP.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A tese do Sindicato dos Servidores do Ministério Público do RS era  de que a Lei nº 11.415/06, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do  Ministério Público da União, não poderia ser aplicada aos ministérios públicos  estaduais a título de isonomia (para equiparar servidores federais e  estaduais).&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Nessa lei, há a expressa vedação ao exercício da Advocacia,  mas isso, de acordo com o Simpe, contrariaria a Lei nº 8.906/94 (Estatuto da  Advocacia) que impede o exercício da Advocacia apenas para os servidores da  administração direta, indireta e fundacional contra a Fazenda Pública que os  remunere ou à qual seja vinculada a entidade empregadora.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Além disso, a  própria Lei nº 11.415/06, na opinião do Simpe-RS, não teria legitimidade para  vigorar por ter sido, supostamente, proposta pelo procurador-geral da República.  O vício formal se daria porque a iniciativa deveria ter sido do presidente da  República, já que a norma trata de regime jurídico de servidores públicos da  União, de acordo com o artigo 61, II, c, da Constituição Federal.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A  segurança, porém, foi denegada pelo relator, ministro Dias Toffoli, para quem  não há periculum in mora, pois "a impetração ocorreu bem após o vencimento do  prazo para a apresentação das listagens de servidores inscritos na Ordem dos  Advogados do Brasil." &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Segundo o ministro, &lt;SPAN  style="FONT-STYLE: italic"&gt;"há razões para admitir a própria inviabilidade do  meio utilizado pela impetrante", devendo ser aplicada a Súmula n. 266 do STF,  "dada a manifesta intenção de atacar, por meio de writ of mandamus, de norma com  elevado caráter de abstratividade. É indiferente se o ato normativo possui  natureza estritamente legal. O que importa é a produção de efeitos com  caracteres similares à lei." &lt;/SPAN&gt;&lt;BR style="FONT-STYLE: italic"&gt;&lt;BR&gt;Pela  decisão do ministro Dias Toffoli, não possível atacar, via mandado de segurança,  ato de caráter normativo em tese, que dispõe genérica e impessoalmente sobre a  vedação ao exercício da Advocacia. (MS nº 28871 - com informações do STF e da  redação do &lt;SPAN style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-STYLE: italic"&gt;Espaço  Vital&lt;/SPAN&gt;).&lt;/FONT&gt;&lt;FONT id=tx2&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7235524615562489415?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7235524615562489415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7235524615562489415&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7235524615562489415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7235524615562489415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/11/mantido-o-cancelamento-da-inscricao-de.html' title='Mantido o cancelamento da inscrição de servidores do MP/RS na OAB'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-8705466241546168363</id><published>2010-10-21T12:06:00.000-07:00</published><updated>2010-10-21T12:10:52.187-07:00</updated><title type='text'>Pedro Taques - Senador PDT/MT</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;SPAN class=ecxApple-style-span  style="FONT-SIZE: 15px; FONT-FAMILY: Helvetica, sans-serif"&gt; &lt;DIV class=ecxnewsText  style="FONT-SIZE: 13px; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-DECORATION: none"&gt; &lt;H3  style="FONT-WEIGHT: bold; FONT-SIZE: 15px; COLOR: rgb(0,0,0); TEXT-ALIGN: left; TEXT-DECORATION: none"&gt;Eleito,  ex-procurador quer combater o crime parlamentar&lt;/H3&gt; &lt;P style="FONT: 13px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;FREDERICO VASCONCELOS&lt;/B&gt;&lt;BR  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;DE SÃO PAULO&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;O ex-procurador  da República Pedro Taques foi eleito senador por Mato Grosso, onde combateu o  crime organizado e a corrupção nos últimos 15 anos. Candidato pelo PDT, obteve  708,4 mil votos.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;Tanques se queixa  de que Lula e Dilma Rousseff não cumpriram o compromisso de apoiar os candidatos  da base, pois pediram votos para Blairo Maggi (PR).&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;Acompanhe a Folha  Poder no Twitter&lt;BR style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Conheça nossa página no  Facebook&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;Ele já vasculhou  o caixa eleitoral de políticos do PSDB no Estado, pediu a prisão de Jader  Barbalho (PMDB-PA) e começou a investigação que levaria Roseana Sarney (PMDB-MA)  a desistir de concorrer a Presidência.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Folha - Qual será o seu principal foco no  Senado?&lt;/B&gt;&lt;BR style="TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Pedro Taques&lt;/B&gt;&amp;nbsp;- Criar leis, até porque sou  da área jurídica, e fiscalizar o Executivo.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;O sr. combateu o crime organizado e a corrupção.  Pretende dar ênfase a essa área?&lt;/B&gt;&lt;BR style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Lógico que  sim, não posso esquecer meu passado. Mas não posso ser monotemático.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Quais as outras questões que pretende  levantar?&lt;/B&gt;&lt;BR style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Pretendo tratar da democratização  dos meios de comunicação, diante do número de rádios e redes de televisão  concedidos a políticos, e também do financiamento público de campanha. Quero  discutir a imunidade processual dos parlamentares, que é uma vergonha. Alguns  parlamentares usam o mandato para cometer crimes.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Como vê as propostas dos dois candidatos para  combater o crime organizado?&lt;/B&gt;&lt;BR style="TEXT-DECORATION: none"&gt;A criação de  um Ministério da Segurança Pública é algo que me atrai. Temos que repensar o  papel das Forças Armadas, o fortalecimento das polícias na fronteira, para  evitar o tráfico de drogas. A União tem que ter um papel mais forte, sob pena de  chegarmos ao que a Colômbia viveu e ao que o México vive.&lt;BR  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Estou falando como técnico. Eu fiz cursos nos  Estados Unidos e na Itália. A proposta de um ministério é mais interessante do  que uma maior atuação da Secretaria Nacional de Segurança.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Quais as dificuldades que enfrentou em sua  campanha?&lt;/B&gt;&lt;BR style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Algumas pessoas que eu combati  pressionaram para que os doadores não fizessem contribuições. Fui afastado pela  classe política, que não me via com bons olhos.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Quem o apoiava?&lt;/B&gt;&lt;BR  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Só eu aparecia no meu programa eleitoral, enquanto  Lula e Dilma pediam votos para o outro candidato [Maggi]. Dilma foi duas vezes  lá.&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT: 14px arial, sans-serif; TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;B  style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Quem o sr. apoiará no segundo turno: Dilma ou  Serra?&lt;/B&gt;&lt;BR style="TEXT-DECORATION: none"&gt;Eu me reservo o direito de analisar  as propostas de Dilma antes de declarar apoio. Não posso apoiar quem não sabe da  minha existência.&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;A href=""  target=_blank&gt;http://m.folha.uol.com.br/poder/817304-eleito-ex-procurador-quer-combater-o-crime-parlamentar.html&lt;/A&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-8705466241546168363?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/8705466241546168363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=8705466241546168363&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8705466241546168363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/8705466241546168363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/10/pedro-taques-senador-pdtmt.html' title='Pedro Taques - Senador PDT/MT'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-3203328601055434994</id><published>2010-10-19T06:05:00.001-07:00</published><updated>2010-10-19T06:05:47.551-07:00</updated><title type='text'>STJ - HC 171152 - Crime por dispensa irregular de licitação não depende de lesão efetiva à Administração</title><content type='html'>O crime previsto no artigo 89 da Lei 8.666/1993, por dispensa ou     inexigibilidade ilegal de licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o depende de preju&amp;iacute;zo ou     fraude efetiva ao er&amp;aacute;rio. Para caracteriz&amp;aacute;-lo, basta a mera conduta     irregular. A decis&amp;atilde;o &amp;eacute; da Sexta Turma do Superior Tribunal de     Justi&amp;ccedil;a (STJ), que manteve condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ex-vice-prefeito de Mogi     Mirim (SP). &lt;br&gt;     &lt;br&gt;     Quando no cargo, Jos&amp;eacute; dos Santos Moreno firmou, sem licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o     pr&amp;eacute;via, contrato verbal com uma empresa de terraplenagem. Por isso,     foi condenado &amp;agrave; pena de tr&amp;ecirc;s anos de deten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, convertida em     presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os &amp;agrave; comunidade, al&amp;eacute;m de multa. &lt;br&gt;     &lt;br&gt;     No pedido de habeas corpus ao STJ, sua defesa pedia a absolvi&amp;ccedil;&amp;atilde;o por     falta de justa causa, porque n&amp;atilde;o teria agido com inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de     prejudicar a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica nem teria havido qualquer dano     real aos cofres municipais. &lt;br&gt;     &lt;br&gt;     Mas o relator,&amp;nbsp;ministro Og Fernandes, reafirmou o entendimento do     STJ de que o crime previsto no artigo 89 da Lei de Licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; de     mera conduta.&amp;nbsp;Nas palavras de um dos precedentes citados, o crime     ocorre com a mera dispensa ou afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;     inexig&amp;iacute;vel, fora das hip&amp;oacute;teses previstas em lei, tendo o agente     consci&amp;ecirc;ncia dessa circunst&amp;acirc;ncia, independentemente de efetivo     preju&amp;iacute;zo &amp;agrave; Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br&gt;     &lt;br&gt;     O relator tamb&amp;eacute;m citou doutrina para esclarecer que a caracteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o     do crime ocorre com a presen&amp;ccedil;a do dolo gen&amp;eacute;rico, &amp;#8220;que consiste na     vontade conscientemente dirigida &amp;agrave; dispensa e n&amp;atilde;o exig&amp;ecirc;ncia de     licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou &amp;agrave; inobserv&amp;acirc;ncia das formalidades exigidas para a sua     realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; gen&amp;eacute;rico posto n&amp;atilde;o reclamar a norma que o sujeito     ativo tenha um objetivo espec&amp;iacute;fico para o seu patroc&amp;iacute;nio, como obter     vantagem pecuni&amp;aacute;ria ou funcional, que a licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o se conclua ou que     esta ou aquela empresa seja vencedora do certame&amp;#8221;. &lt;br&gt;     &lt;br&gt;     O ministro ainda registrou que a decis&amp;atilde;o condenat&amp;oacute;ria afirmou n&amp;atilde;o     haver qualquer raz&amp;atilde;o plaus&amp;iacute;vel para a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do contrato da     forma em que se deu, nem situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o emergencial que a justificasse.&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     STJ - HC 171152&lt;br&gt;     &lt;br&gt;     &lt;small&gt;&lt;small&gt;&lt;a class="moz-txt-link-freetext" href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99456"&gt;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99456&lt;/a&gt;&lt;/small&gt;&lt;/small&gt;&lt;br&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-3203328601055434994?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/3203328601055434994/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=3203328601055434994&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3203328601055434994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3203328601055434994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/10/stj-hc-171152-crime-por-dispensa.html' title='STJ - HC 171152 - Crime por dispensa irregular de licitação não depende de lesão efetiva à Administração'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2762286644870896782</id><published>2010-10-18T15:36:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T15:40:31.922-07:00</updated><title type='text'>Brasil, sozinho, tem mais faculdades de Direito que todos os países</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 13px; FONT-FAMILY: Arial,Helvetica"&gt; &lt;DIV style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: arial; TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;P style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial,Helvetica"&gt;Brasília, 14/10/2010 -  O Brasil tem mais faculdades de Direito do que todos os países no mundo, juntos.  Existem 1.240 cursos para a formação de advogados em território nacional  enquanto no resto do planeta a soma chega a 1.100 universidades. Os números  foram informados pelo representante do Conselho Federal da Ordem dos Advogados  do Brasil (OAB) no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o advogado catarinense  Jefferson Kravchychyn. "Temos 1.240 faculdades de direito. No restante do mundo,  incluindo China, Estados Unidos, Europa e África, temos 1.100 cursos, segundo os  últimos dados que tivemos acesso", disse o conselheiro do CNJ.&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial,Helvetica"&gt;Segundo ele, sem o  exame de ordem, prova obrigatória para o ingresso no mercado jurídico, o número  de advogados no País -que está próximo dos 800 mil seria muito maior.&amp;nbsp;"Se  não tivéssemos a&amp;nbsp;OAB teríamos um número maior de advogados do que todo o  mundo. Temos um estoque de mais de 3 milhões de bacharéis que não estão  inscritos na Ordem", afirmou Kravchychyn.&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial,Helvetica"&gt;Fonte: Portal  IG&lt;/P&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2762286644870896782?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2762286644870896782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2762286644870896782&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2762286644870896782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2762286644870896782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/10/brasil-sozinho-tem-mais-faculdades-de.html' title='Brasil, sozinho, tem mais faculdades de Direito que todos os países'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5178657398346863364</id><published>2010-10-14T14:09:00.000-07:00</published><updated>2010-10-14T14:13:49.391-07:00</updated><title type='text'>ACP - Legitimidade da Defensoria Pública</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN-LEFT: 78pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;INCIDENTE DE ARGUIÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE. AÇÃO  CIVIL PÚBLICA. DEFENSORIA PÚBLICA LEGITIMIDADE. DEFESA DOS  NECESSITADOS.&lt;?XML:NAMESPACE PREFIX = O /&gt;&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN-LEFT: 78pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;Na defesa dos necessitados, com insuficiência de  recursos, a Defensoria Pública pode manejar diferentes ações, incluindo a ação  civil pública. &lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN-LEFT: 78pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;No caso em exame, a  Defensoria extrapolou a sua função constitucional ao manejar ação civil pública  em matéria que não está afeta às suas atividades, na defesa de interesses dos  titulares de cadernetas de poupança, nos anos de 1989, 1990 e 1991.  &lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN-LEFT: 78pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;Declaração de inconstitucionalidade parcial do artigo  5º, II, da Lei nº 7.347/85, sem redução de texto, por ofensa ao artigo 134 da  Constituição Federal. &lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal style="MARGIN-LEFT: 78pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;B&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;(ARGUIÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE  2008.70.00.030789-1/PR, REL. DES. FEDERAL MARIA LÚCIA LUZ LEIRIA, CORTE  ESPECIAL/TRF4, MAIORIA, J. 27.08.2010, DE  15.09.2010)&lt;O:P&gt;&lt;/O:P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;/P&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-5178657398346863364?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/5178657398346863364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=5178657398346863364&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5178657398346863364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5178657398346863364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/10/acp-legitimidade-da-defensoria-publica.html' title='ACP - Legitimidade da Defensoria Pública'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2353400331878255691</id><published>2010-10-14T14:00:00.000-07:00</published><updated>2010-10-14T14:09:44.541-07:00</updated><title type='text'>Mapa da Violência 2010</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Todos aqueles Promotores de Justiça que enfrentam  o Tribunal do Júri devem dar uma boa olhada no Mapa da Violência 2010. Os dados  são assustadores:&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;A  href="http://www.institutosangari.org.br/mapadaviolencia/"&gt;http://www.institutosangari.org.br/mapadaviolencia/&lt;/A&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"&gt;&lt;FONT  face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;Conteúdo: portal-social  &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp; 31/03/2010 13h02min  &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 24pt; mso-font-kerning: 18.0pt"&gt;Brasil ocupa sexto lugar na  taxa de homicídios no mundo&amp;nbsp;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-outline-level: 1"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 24pt; mso-font-kerning: 18.0pt"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 13.5pt"&gt;Comunicação Portal Social &lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-outline-level: 1"  align=justify&gt;&lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=3&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 13.5pt"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;?xml:namespace  prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office"  /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;O  Brasil ainda lidera o ranking de assassinatos no planeta, em números absolutos.  São 46 mil homicídios por ano, em média. Mas, em termos proporcionais, deixou de  encabeçar esse campeonato macabro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;O  Brasil ocupa hoje o sexto lugar na taxa de homicídios por 100 mil habitantes,  num ranking de 91 países. A média é de 25 assassinatos por 100 mil habitantes.  Fomos superados em violência, nos últimos anos, por El Salvador, Colômbia,  Guatemala, Ilhas Virgens Americanas e  Venezuela.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;O  sociólogo Julio Waiselfisz, coordenador da pesquisa Mapa da Violência, nem pensa  em comemorar essa mudança. Em primeiro lugar, porque acredita que ela pode ser  circunstancial, sazonal. Em segundo lugar, porque o que ocorreu foi um aumento  da violência em outros países latino-americanos, sem que o Brasil tenha  experimentado redução significativa nos  indicadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;A  cautela é necessária, também, na medida em que o Brasil está longe de ser um  lugar seguro. Em 2007, mesmo com todas as reduções de homicídios, aconteceram  ainda 47,7 mil assassinatos, o que representa 131 vítimas diárias. Isso  significa que acontece no país, a cada dia, um massacre equivalente ao do  Carandiru (em 1992, durante a repressão à rebelião na Casa de Detenção do  Carandiru, em São Paulo, foram mortos 111  detentos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;A  constatação de que o Brasil não é nenhum paraíso também está expressa se for  comparado com outros países com um pé no primeiro mundo. Nos Estados Unidos, a  taxa anual é de seis homicídios por 100 mil habitantes.&lt;BR&gt;Fonte: Zero  Hora&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;/SPAN&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;SPAN  style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt"&gt;&lt;FONT  face=Georgia size=2&gt;&lt;STRONG&gt;ONG Brasil Sem Grades:&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN  style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt"&gt;&lt;FONT  face=Georgia size=2&gt; &lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"  align=justify&gt;&lt;SPAN style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;SPAN  style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt"&gt;&lt;FONT  face=Georgia size=2&gt;O Brasil ocupa&lt;/FONT&gt; &lt;FONT face=Georgia&gt;&lt;FONT size=2&gt;a 6º  posição no ranking dos países mais violentos. Já ocupou a 4ª posição com uma  média de 48 mil mortes por ano, com um número duas vezes superior à média  mundial. Em 2004 as taxas de homicídios eram 40 vezes superiores as taxas da  Inglaterra, França, Alemanha, Japão e Egito. Na cidade do Rio de Janeiro dados  recentes referem 32 mortes para cada 100 mil habitantes, enquanto em Buenos  Aires a pesquisa revela 6 mortes para o mesmo número de  habitantes.&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-margin-top-alt: auto; mso-margin-bottom-alt: auto"&gt;&lt;SPAN  style="FONT-SIZE: 12pt"&gt;&lt;SPAN  style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt"&gt;&lt;A  href="http://www.brasilsemgrades.org.br/ws/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=118:homicidios-e-impunidade&amp;amp;catid=46:artigos&amp;amp;Itemid=179"&gt;&lt;FONT  face=Georgia  size=2&gt;http://www.brasilsemgrades.org.br/ws/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=118:homicidios-e-impunidade&amp;amp;catid=46:artigos&amp;amp;Itemid=179&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P class=MsoNormal  style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;SPAN  style="LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 11.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT  face=Georgia size=2&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2353400331878255691?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2353400331878255691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2353400331878255691&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2353400331878255691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2353400331878255691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/10/mapa-da-violencia-2010.html' title='Mapa da Violência 2010'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-6907569220801257743</id><published>2010-10-05T11:09:00.000-07:00</published><updated>2010-10-05T11:13:29.176-07:00</updated><title type='text'>Crítica: Sessão de leitura no STF, CONRADO HÜBNER MENDES</title><content type='html'>&lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Calibri&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT face="Times New Roman" size=5&gt;Sessão de  leitura no STF &lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;CONRADO HÜBNER MENDES&lt;/STRONG&gt;&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;&lt;/P&gt; &lt;TABLE width=250&gt;   &lt;TBODY&gt;   &lt;TR&gt;     &lt;TD&gt;       &lt;HR noShade SIZE=2&gt;       &lt;B&gt;&lt;I&gt;Fomos expostos a 14 horas de uma sonolenta sessão de leitura: a        sessão pública do STF preserva um ritual, mas raramente altera o        julgamento&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;        &lt;HR noShade SIZE=2&gt;     &lt;/TD&gt;&lt;/TR&gt;&lt;/TBODY&gt;&lt;/TABLE&gt;&lt;BR&gt;Mais de 14 horas foram gastas para que o Supremo  Tribunal Federal decidisse sobre a constitucionalidade de um artigo da Lei da  Ficha Limpa. Queríamos saber se essa norma seria aplicável ao processo eleitoral  em curso.&lt;BR&gt;A importância e a urgência do caso dispensam comentários.&lt;BR&gt;O  tribunal nos respondeu o seguinte: cinco ministros acham que sim, cinco acham  que não. Como uma cadeira estava vaga, não houve como desempatar. Sem decisão, o  caso foi arquivado.&lt;BR&gt;Lembrei-me de bem-humorada passagem no final de um  julgamento em maio de 2008 (ADI 3510, vídeo disponível no YouTube).&lt;BR&gt;Entre  risos de colegas, o ministro Eros Grau, minoria no julgamento, declarou: "Esse  tribunal deu lições de serenidade hoje. (...) Aqui não há individualidade  nenhuma, me considero integrado nesse todo (...)&lt;BR&gt;Para mim não foi 6 a 5, para  mim foi uma decisão do tribunal do qual eu faço parte, e não sou senão um pedaço  desse tribunal".&lt;BR&gt;Em seguida, o ministro Celso de Mello complementou: "O  ministro Eros Grau tem toda razão quando diz que esse tribunal, considerado o  princípio da colegialidade, há de proferir decisões como um todo orgânico. Aqui  não há vencidos e não há vencedores. (...) Há apenas um debate legitimado pelo  dissenso das ideias, ideias que foram expostas de maneira refletida, de maneira  calma, de maneira tranquila".&lt;BR&gt;São sintomas de esquizofrenia institucional, de  cisão entre a realidade e a percepção da realidade. Posso estar errado no  diagnóstico.&lt;BR&gt;Sintomas, afinal, são só sintomas.&lt;BR&gt;Talvez essas 14 horas  tenham sido gastas num profundo debate, no qual, após intensa troca de  argumentos e um esforço sincero para digerir as posições em jogo, cada ministro,  apesar de tentar, não se convenceu. Preferiu abraçar-se a seu voto, que, a  propósito, trouxe pronto do seu gabinete.&lt;BR&gt;Na minha opinião, não foi isso o  que vimos. Fomos expostos a 14 horas de uma sonolenta sessão de leitura. Era o  texto escrito, não o ministro, que participava daquela sessão. Construímos um  tribunal no qual o encontro entre os juízes passou a ser a parte menos  importante do seu processo decisório.&lt;BR&gt;A sessão pública preserva um ritual,  mas raramente altera o julgamento. Tem sido quase irrelevante.&lt;BR&gt;Como, pelo que  sabemos, os ministros tampouco se encontram em privado para discutir os casos, o  que nos resta é ouvir a leitura desta colcha de retalhos, soma de 11 (nesse  caso, de dez) pedaços mal costurados. Efeito dessa curiosa colegialidade à  brasileira. Enxergar nisso uma "decisão orgânica" soa como licença poética.&lt;BR&gt;A  cadeira vaga expôs uma ferida aberta há anos no Tribunal. Não se espera que uma  corte, numa sociedade pluralista, alcance o consenso. O desacordo pode mostrar a  vitalidade da discussão e a complexidade do tema.&lt;BR&gt;Em muitas cortes do mundo,  votos vencidos são evidências da qualidade da deliberação, não o contrário. São  bem-vindos para o arejamento da argumentação jurídica.&lt;BR&gt;A pluralidade de votos  do STF, porém, indica fenômeno diverso.&lt;BR&gt;Enraizou-se, ali, um excessivo apego  à autoria individual e um desinteresse em produzir votos coletivos.&lt;BR&gt;A boa  técnica judicial pede, no entanto, desapego. Situações extremas podem resultar  num impasse.&lt;BR&gt;O que vimos nesse caso não foi uma situação extrema, mas  cotidiana. Por azar, não havia ninguém para desempatar.&lt;BR&gt;Tamanha  irracionalidade se naturalizou no dia a dia da Casa. Ao contrário do que se  disse, o STF é também responsável pelo impasse.&lt;BR&gt;O tribunal precisa repensar  seu modo de decidir. "De maneira refletida, de maneira calma, de maneira  tranquila."&lt;BR&gt; &lt;DIV&gt; &lt;HR noShade SIZE=1&gt; &lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT size=-1&gt;&lt;B&gt;CONRADO HÜBNER MENDES&lt;/B&gt;, 33, doutor em ciência política  pela USP, é professor licenciado da Direito GV.&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-6907569220801257743?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/6907569220801257743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=6907569220801257743&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6907569220801257743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6907569220801257743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/10/critica-sessao-de-leitura-no-stf.html' title='Crítica: Sessão de leitura no STF, CONRADO HÜBNER MENDES'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-3489718187942786731</id><published>2010-09-28T18:15:00.000-07:00</published><updated>2010-09-28T18:16:16.016-07:00</updated><title type='text'>Revogada resolução que exige nível superior para oficial de justiça</title><content type='html'>&lt;div&gt;A Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o 48 do Conselho Nacional de Justi&amp;ccedil;a (CNJ), que exige       a conclus&amp;atilde;o de curso superior como requisito para ingresso no       cargo de oficial de Justi&amp;ccedil;a, foi revogada, nesta ter&amp;ccedil;a-feira       (28/09), por decis&amp;atilde;o un&amp;acirc;nime dos conselheiros. O plen&amp;aacute;rio acatou o       voto do conselheiro Marcelo Neves no recurso ao Procedimento de       Controle Administrativo (PCA 00003879320102000000). Neves entendeu       que o trabalho de oficial de Justi&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o exige conhecimento de       n&amp;iacute;vel superior e que tal defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o em termos nacionais extrapola a       compet&amp;ecirc;ncia do CNJ.&lt;/div&gt;     &lt;div&gt;&amp;#8220;&amp;Eacute; mais adequado que uma decis&amp;atilde;o deste tipo seja tomada pelos       tribunais ou o Legislativo de cada estado, de forma que atenda &amp;agrave;s       particularidades locais&amp;#8221;, defendeu o conselheiro. Segundo Neves, a       obrigatoriedade de diploma universit&amp;aacute;rio para o ingresso no cargo       pode prejudicar o funcionamento do Judici&amp;aacute;rio em localidades menos       desenvolvidas, ou naquelas em que houver problema or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rio,       correndo-se o risco de os cargos permanecerem vagos. Com a       decis&amp;atilde;o, prevalece o crit&amp;eacute;rio determinado nas legisla&amp;ccedil;&amp;otilde;es       estaduais quanto &amp;agrave; escolaridade para o ingresso no cargo de       oficial de justi&amp;ccedil;a, seja ele de n&amp;iacute;vel m&amp;eacute;dio ou superior, com base       nas necessidades de or&amp;ccedil;amento ou recursos humanos especificas de       cada tribunal.&lt;/div&gt;     &lt;div&gt;A decis&amp;atilde;o foi tomada em recurso interposto pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos       Oficiais de Justi&amp;ccedil;a Estaduais do Brasil (Fojebra) contra decis&amp;atilde;o       anterior do CNJ que n&amp;atilde;o acatou a solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da entidade. Os       oficiais pediam a suspens&amp;atilde;o do edital 03/2010 do concurso para o       cargo no Tribunal de Justi&amp;ccedil;a do Rio Grande do Sul, que n&amp;atilde;o exigia       escolaridade de n&amp;iacute;vel superior. Com a decis&amp;atilde;o de revogar a       resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CNJ, o recurso foi considerado prejudicado pelo       Conselho.&lt;/div&gt;     &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;     &lt;div&gt;&lt;em&gt;Mariana Braga&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div&gt;&lt;em&gt;Ag&amp;ecirc;ncia CNJ de Not&amp;iacute;cias&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-3489718187942786731?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/3489718187942786731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=3489718187942786731&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3489718187942786731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3489718187942786731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/09/revogada-resolucao-que-exige-nivel.html' title='Revogada resolução que exige nível superior para oficial de justiça'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5868000857996464821</id><published>2010-09-27T09:03:00.001-07:00</published><updated>2010-09-27T09:03:30.644-07:00</updated><title type='text'>Cobrança de mensalidade em curso de pós-,graduação é viável</title><content type='html'>&lt;div class="noticias" id="fonte"&gt;&lt;strong&gt;Extra&amp;iacute;do de: &lt;span           id="fontLink" style="text-decoration: none;"&gt;&lt;font             color="#0f4571"&gt;Justi&amp;ccedil;a Federal do Estado de Goi&amp;aacute;s&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;       &lt;/strong&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp; 24 de Setembro de 2010 &lt;/div&gt;     &lt;div class="texto" id="texto"&gt;       &lt;div&gt;Cidad&amp;atilde;o que pretendia frequentar, gratuitamente, curso de         p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o lato sensu na &lt;/div&gt;       &lt;div&gt;Universidade Federal de Goi&amp;aacute;s teve seu pedido negado pela         Justi&amp;ccedil;a Federal. &lt;/div&gt;       &lt;div&gt;Em sua decis&amp;atilde;o, o Juiz Federal Roberto Carlos de Oliveira         ressaltou que os cursos de p&amp;oacute;s-gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o lato sensu, tamb&amp;eacute;m         chamados cursos de especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, s&amp;atilde;o destinados ao         aprimoramento profissional e &amp;agrave; atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no interesse         individual do aluno, o que os coloca em posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o secund&amp;aacute;ria junto         &amp;agrave;s universidades, uma vez que estas priorizam a pesquisa e a         produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica. &lt;/div&gt;       &lt;div&gt;Ainda, o art. &lt;a id="citacaoLegis" title="Artigo 213 do           Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Republica Federativa do Brasil 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988"&gt;&lt;font             color="#0f4571"&gt;213&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a id="citacaoLegis"           title="Par&amp;aacute;grafo 2 do Artigo 213 do Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Republica           Federativa do Brasil 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988"&gt;&lt;font             color="#0f4571"&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, da &lt;a id="citacaoLegis"           title="Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Republica Federativa do Brasil 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/823945/constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988"&gt;&lt;font             color="#0f4571"&gt;CF&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;, deixa claro que "as         atividades universit&amp;aacute;rias de pesquisa e extens&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o receber         apoio do Poder P&amp;uacute;blico", o que n&amp;atilde;o implica em obrigatoriedade de         custeio por parte do ente p&amp;uacute;blico. &lt;/div&gt;       &lt;div&gt;Acesso ao inteiro teor da decis&amp;atilde;o, clique no link &lt;/div&gt;       &lt;div&gt;&lt;span id="fontLink" style="cursor: pointer; color: rgb(0, 0,           153); text-decoration: underline;"&gt;&lt;a class="moz-txt-link-freetext" href="http://www.go.trf1.gov.br/publicacoes/judiciais/decisoes_sentencas/decisao_40119-62.2010.4.01.3500_cobranca_mensalidade_pos_ufg.pdf"&gt;http://www.go.trf1.gov.br/publicacoes/judiciais/decisoes_sentencas/decisao_40119-62.2010.4.01.3500_cobranca_mensalidade_pos_ufg.pdf&lt;/a&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;     &lt;/div&gt;     &lt;br&gt;     &lt;br&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-5868000857996464821?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/5868000857996464821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=5868000857996464821&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5868000857996464821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5868000857996464821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/09/cobranca-de-mensalidade-em-curso-de-pos.html' title='Cobrança de mensalidade em curso de pós-,graduação é viável'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2411702183601501885</id><published>2010-09-24T10:40:00.000-07:00</published><updated>2010-09-24T10:40:19.972-07:00</updated><title type='text'>Justiça Seja Feita</title><content type='html'>&lt;object style="background-image: url(&amp;quot;http://i2.ytimg.com/vi/qJZSbm0dXVk/hqdefault.jpg&amp;quot;);" height="295" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qJZSbm0dXVk?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qJZSbm0dXVk?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="never" allowfullscreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash" height="295" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2411702183601501885?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2411702183601501885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2411702183601501885&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2411702183601501885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2411702183601501885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/09/justica-seja-feita.html' title='Justiça Seja Feita'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-543986647162410519</id><published>2010-09-16T18:56:00.000-07:00</published><updated>2010-09-16T18:57:07.186-07:00</updated><title type='text'>MP-RJ: novo programa pode solucionar 90% dos desaparecimentos</title><content type='html'>O Minist&amp;#233;rio P&amp;#250;blico do Rio de Janeiro, em parceria com a Pol&amp;#237;cia &lt;br&gt;Civil, apresentou nesta ter&amp;#231;a-feira um programa in&amp;#233;dito de compila&amp;#231;&amp;#227;o de &lt;br&gt;dados de pessoas desaparecidas. O sistema, segundo o MP, cruza &lt;br&gt;informa&amp;#231;&amp;#245;es vindas de diversos &amp;#243;rg&amp;#227;os de per&amp;#237;cia, hospitais e delegacias &lt;br&gt;para apurar casos de desaparecimento e identificar pessoas mortas para &lt;br&gt;que n&amp;#227;o sejam enterradas como indigentes.&lt;br&gt;Segundo o procurador Rog&amp;#233;rio Scantamburlo, do Centro Integrado de &lt;br&gt;Apura&amp;#231;&amp;#227;o Criminal (Ciac), a compila&amp;#231;&amp;#227;o de dados de desaparecidos &lt;br&gt;permitir&amp;#225; levar a parceria ao interior do Estado e desburocratizar o &lt;br&gt;processo de investiga&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;quot;Nossa meta &amp;#233; elucidar 90% de todos os casos &lt;br&gt;de desaparecimento. Temos um banco de dados para analisarmos de 20 anos. &lt;br&gt;Poderemos tra&amp;#231;ar at&amp;#233; o perfil de um assassino em s&amp;#233;rie&amp;quot;, disse.&lt;br&gt;De acordo com o promotor Pedro Borges, optou-se por um programa bem &lt;br&gt;simples, com uma interface f&amp;#225;cil de manipular e que n&amp;#227;o exija um &lt;br&gt;computador muito moderno. &amp;quot;As sindic&amp;#226;ncias que tratam de desaparecimento &lt;br&gt;ser&amp;#227;o revistas uma por uma. Daremos um arquivo digno a todos os casos. &amp;#201; &lt;br&gt;dever do Estado investigar o desaparecimento das pessoas, temos que dar &lt;br&gt;essa resposta. Aqui, estamos assumindo esse compromisso. N&amp;#227;o cabe aos &lt;br&gt;parentes a responsabilidade de investigar&amp;quot;, afirmou.&lt;br&gt;Os promotores, acompanhados do procurador-geral de Justi&amp;#231;a do Minist&amp;#233;rio &lt;br&gt;P&amp;#250;blico, Cl&amp;#225;udio Lopes, se reuniram com o secret&amp;#225;rio de Seguran&amp;#231;a do &lt;br&gt;Rio, Jos&amp;#233; Mariano Beltrame, para apresentar o bando de dados. &amp;quot;Essa &lt;br&gt;iniciativa &amp;#233; muito positiva, excelente, um trabalho fant&amp;#225;stico. Uma &lt;br&gt;resposta para uma fam&amp;#237;lia que antes nem poderia ter o atestado de &amp;#243;bito &lt;br&gt;de seu parente desaparecido, pois n&amp;#227;o era identificado&amp;quot;, disse Beltrame.&lt;br&gt;O Programa de Identifica&amp;#231;&amp;#227;o de V&amp;#237;timas (PIV) conta ainda com a parceria &lt;br&gt;do Instituto De Identifica&amp;#231;&amp;#227;o F&amp;#233;lix Pacheco (IFP), Instituto de &lt;br&gt;Criminal&amp;#237;stica Carlos Eboli (ICCE), Instituto M&amp;#233;dico Legal (IML) e &lt;br&gt;Instituto de Pesquisa e Per&amp;#237;cias em Gen&amp;#233;tica Forense (IPPGF), &lt;br&gt;Departamento Geral de Pol&amp;#237;cia T&amp;#233;cnica e Cient&amp;#237;fica (DGPTC), Coordena&amp;#231;&amp;#227;o &lt;br&gt;das Delegacias de Acervo Cartor&amp;#225;rio (CDEAC), al&amp;#233;m de hospitais da capital&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-543986647162410519?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/543986647162410519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=543986647162410519&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/543986647162410519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/543986647162410519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/09/mp-rj-novo-programa-pode-solucionar-90.html' title='MP-RJ: novo programa pode solucionar 90% dos desaparecimentos'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-3261248472760120439</id><published>2010-09-10T14:45:00.000-07:00</published><updated>2010-09-10T14:49:23.855-07:00</updated><title type='text'>Agravo - mudanças legislativas</title><content type='html'>&lt;!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN"&gt; &lt;HTML&gt;&lt;HEAD&gt; &lt;META http-equiv=Content-Type content="text/html; charset=iso-8859-1"&gt; &lt;META content="MSHTML 6.00.6000.17063" name=GENERATOR&gt; &lt;STYLE&gt;&lt;/STYLE&gt; &lt;/HEAD&gt; &lt;BODY bgColor=#ffffff&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;SPAN&gt;LEI Nº 12.322, DE 9 DE SETEMBRO DE  2010&lt;/SPAN&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV align=center&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;/STRONG&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 11.25pt 177.2pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;B&gt;&lt;I&gt;&lt;SPAN&gt;Transforma  o agravo de instrumento interposto contra decisão que não admite recurso  extraordinário ou especial em agravo nos próprios autos, alterando dispositivos  da Lei no &lt;A title="Código Processo Civil - Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;5.869&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;, de 11 de  janeiro de 1973 - &lt;A title="Código&amp;#13;&amp;#10;Processo Civil - Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;Código de Processo  Civil&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;. &lt;/SPAN&gt;&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;O  PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu  sanciono a seguinte Lei: &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;B&gt;&lt;SPAN&gt;Art.  1o&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN&gt; O inciso II do § 2o e o &lt;A  title="Parágrafo 3 do Artigo&amp;#13;&amp;#10;475O do Código Processo Civil - Lei&amp;#13;&amp;#10;5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;§ 3o&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt; do art. &lt;A  title="Artigo 475O do Código&amp;#13;&amp;#10;Processo Civil - Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;475-O&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;, os arts. &lt;A  title="Artigo 544 do Código Processo&amp;#13;&amp;#10;Civil - Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;544&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt; e &lt;A  title="Artigo 545 do Código Processo Civil&amp;#13;&amp;#10;- Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;545&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt; e o &lt;A  title="Parágrafo 1 do Artigo 736 do&amp;#13;&amp;#10;Código Processo Civil - Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;parágrafo único&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt; do  art. &lt;A title="Artigo 736 do Código Processo Civil&amp;#13;&amp;#10;- Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;736&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt; da Lei no &lt;A  title="Código Processo Civil - Lei&amp;#13;&amp;#10;5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;5.869&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;, de 11 de  janeiro de 1973 - &lt;A title="Código&amp;#13;&amp;#10;Processo Civil - Lei 5869/73"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75617&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;Código de Processo  Civil&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;, passam a vigorar com a seguinte redação: &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;"Ar.  475-O.  ..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;.............&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;.....&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;§ 2o  ..............................&lt;WBR&gt;..........................&lt;WBR&gt;........&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;...&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;II -  nos casos de execução provisória em que penda agravo perante o Supremo Tribunal  Federal ou o Superior Tribunal de Justiça (art. 544), salvo quando da dispensa  possa manifestamente resultar risco de grave dano, de difícil ou incerta  reparação.&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;§ 3o  Ao requerer a execução provisória, o exequente instruirá a petição com cópias  autenticadas das seguintes peças do processo, podendo o advogado declarar a  autenticidade, sob sua responsabilidade pessoal:&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;......................."  (NR)&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;"Art.  544. Não admitido o recurso extraordinário ou o recurso especial, caberá agravo  nos próprios autos, no prazo de 10 (dez) dias.&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;§ 1o  O agravante deverá interpor um agravo para cada recurso não  admitido.&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;...&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;§ 3o  O agravado será intimado, de imediato, para no prazo de 10 (dez) dias oferecer  resposta. Em seguida, os autos serão remetidos à superior instância,  observando-se o disposto no art. 543 deste Código e, no que couber, na Lei no &lt;A  title="Lei de Recursos Repetitivos - Lei&amp;#13;&amp;#10;11672/08"  href="http://www.iagentemail.com.br/IMI-click2.php?idc=1071782&amp;amp;ida=14903&amp;amp;idl=75618&amp;amp;em=ZHJhbW9zMjVAZ21haWwuY29t"  target=_blank&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(15,69,113)"&gt;11.672&lt;/SPAN&gt;&lt;/A&gt;, de 8 de  maio de 2008.&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;§ 4o  No Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça, o julgamento do  agravo obedecerá ao disposto no respectivo regimento interno, podendo o  relator:&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;I -  não conhecer do agravo manifestamente inadmissível ou que não tenha atacado  especificamente os fundamentos da decisão agravada;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;II -  conhecer do agravo para:&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;a)  negar-lhe provimento, se correta a decisão que não admitiu o  recurso;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;b)  negar seguimento ao recurso manifestamente inadmissível, prejudicado ou em  confronto com súmula ou jurisprudência dominante no tribunal;&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;c)  dar provimento ao recurso, se o acórdão recorrido estiver em confronto com  súmula ou jurisprudência dominante no tribunal." (NR)&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;"Art.  545. Da decisão do relator que não conhecer do agravo, negar-lhe provimento ou  decidir, desde logo, o recurso não admitido na origem, caberá agravo, no prazo  de 5 (cinco) dias, ao órgão competente, observado o disposto nos §§ 1o e 2o do  art. 557." (NR)&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;"Art.  736.  ..............................&lt;WBR&gt;..............................&lt;WBR&gt;........&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;Parágrafo  único. Os embargos à execução serão distribuídos por dependência, autuados em  apartado e instruídos com cópias das peças processuais relevantes, que poderão  ser declaradas autênticas pelo advogado, sob sua responsabilidade pessoal."  (NR)&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;B&gt;&lt;SPAN&gt;Art.  2o&lt;/SPAN&gt;&lt;/B&gt;&lt;SPAN&gt; Esta Lei entra em vigor 90 (noventa) dias após a data de sua  publicação oficial. &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;Brasília,  9 de setembro de 2010; 189o da Independência e 122o da República.&lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;LUIZ  INÁCIO LULA DA SILVA &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;Luiz  Paulo Teles Ferreira Barreto &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;Luís  Inácio Lucena Adams &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV  style="BACKGROUND: white; MARGIN: 0cm 0cm 7.5pt; LINE-HEIGHT: normal"&gt;&lt;SPAN&gt;Este  texto não substitui o publicado no DOU de 10.9.2010 &lt;/SPAN&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;/BODY&gt;&lt;/HTML&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-3261248472760120439?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/3261248472760120439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=3261248472760120439&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3261248472760120439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/3261248472760120439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/09/agravo-mudancas-legislativas.html' title='Agravo - mudanças legislativas'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7038556274418471918</id><published>2010-09-04T13:45:00.001-07:00</published><updated>2010-09-04T13:45:52.262-07:00</updated><title type='text'>Reforma do CPP - Nota Técnica do CNJ</title><content type='html'>&lt;meta http-equiv="Content-Type" content="text/html; 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        font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Conselho Nacional         de Justi&amp;ccedil;a &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align:       justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;         font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align:       justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;           font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;           color: rgb(0, 52, 104);"&gt;NOTA T&amp;Eacute;CNICA CNJ N&amp;ordm; 10, DE 17 DE           AGOSTO DE 2010&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;         font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt; &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 163.05pt; text-align:       justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;         font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Ref.:         Projeto de Lei do C&amp;oacute;digo de         Processo Penal n&amp;ordm; 156/2010 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;         font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;CONSIDERANDO o compromisso         constitucional         estabelecido pelo artigo 103B, &amp;sect; 4&amp;deg;, II, em zelar pela         observ&amp;acirc;ncia do princ&amp;iacute;pio         da efici&amp;ecirc;ncia na atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Poder Judici&amp;aacute;rio, determinada pelo         caput do artigo         37 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;CONSIDERANDO que, conforme o         disposto no artigo 19,         XV de seu Regimento Interno, compete ao Conselho se pronunciar         sobre         anteprojetos de lei quando caracterizado o interesse do Poder         Judici&amp;aacute;rio; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;CONSIDERANDO os termos da         Portaria CNJ n&amp;deg; 126, de         17 de junho de 2009, que instituiu Grupo de Trabalho para         elaborar Nota T&amp;eacute;cnica         sobre o Projeto de Lei de Reforma do Processo Penal; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;CONSIDERANDO a exist&amp;ecirc;ncia do         Projeto de Lei de         Reforma do C&amp;oacute;digo de Processo Penal (PLS 156/2009); &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;O Conselho Nacional de         Justi&amp;ccedil;a vem dirigir-se ao         Senado Federal e posicionar-se sobre o referido Projeto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;I - RESUMO DA PROPOSTA &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;1. O Projeto de Lei n&amp;deg;         156/2009, que visa &amp;agrave;         aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo C&amp;oacute;digo de Processo Penal, foi concebido com o         escopo de         atualizar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o processual penal em vigor, de forma a         compatibilizar         alguns institutos com a ordem Constitucional surgida a partir de         1988. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;2. A exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de motivos do         Projeto valoriza a         prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o das garantias individuais, destacando que isso n&amp;atilde;o         inviabiliza a         celeridade dos procedimentos e a almejada efetividade do Direito         Penal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;3. O Projeto aguarda         inclus&amp;atilde;o na Ordem do Dia para         a terceira sess&amp;atilde;o de discuss&amp;atilde;o, em turno &amp;uacute;nico, no Senado         Federal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;II - CONVENI&amp;Ecirc;NCIA E         OPORTUNIDADE DE EXPEDI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE         NOTA T&amp;Eacute;CNICA &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;4. A mat&amp;eacute;ria objeto da         proposta do Projeto de         C&amp;oacute;digo de Processo Penal interessa a todo o Poder Judici&amp;aacute;rio         porquanto afeta,         direta ou indiretamente, o exerc&amp;iacute;cio da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o jurisdicional,         inserindo-se,         assim, no &amp;acirc;mbito de compet&amp;ecirc;ncias constitucionais expressas do         Conselho Nacional         de Justi&amp;ccedil;a, quanto ao controle da efici&amp;ecirc;ncia (CF, art. 103-B, &amp;sect;         4&amp;ordm;, II). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;5. Doutra parte, este         Conselho aprovou na 100&amp;ordf;         Sess&amp;atilde;o Ordin&amp;aacute;ria o Plano de Gest&amp;atilde;o e Funcionamento de Varas         Criminais e de         Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Penal. Cuida-se de um conjunto de medidas que visam &amp;agrave;         moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do         sistema penal e processual penal brasileiro, algumas de cunho         administrativo e         outras pendentes de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa, mas todas destinadas         a dar mais         efici&amp;ecirc;ncia e celeridade ao processo penal. Importante registrar,         ainda, que o         III Encontro Nacional do Poder Judici&amp;aacute;rio estabeleceu o ano de         2010 como o Ano         da Justi&amp;ccedil;a Criminal &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;6. Assim e considerando o         que estabelece a Portaria         n&amp;ordm; 126 da Presid&amp;ecirc;ncia, mostra-se conveniente e oportuna a tomada         de posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o         institucional do Conselho Nacional de Justi&amp;ccedil;a quanto ao Projeto         de Lei         referido. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;III - AN&amp;Aacute;LISE DA PROPOSTA &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;7. O Projeto de Lei         156/2009, ao pretender imprimir         mais efici&amp;ecirc;ncia ao processo penal, deve observar, no que tange         aos         procedimentos investigat&amp;oacute;rios e ao processo parcial ou         totalmente eletr&amp;ocirc;nico, a         aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei n&amp;ordm; 11.419/2006. &amp;Eacute; imperioso registrar que o         Conselho Nacional         de Justi&amp;ccedil;a est&amp;aacute; desenvolvendo, juntamente com outros Tribunais         brasileiros, o         Processo Judicial Eletr&amp;ocirc;nico (PJe) com previs&amp;atilde;o de implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o         gradativa no         territ&amp;oacute;rio nacional a partir do primeiro semestre de 2011. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;8. O Projeto, preocupando-se         com a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de         um modelo acusat&amp;oacute;rio, institui a figura do ?juiz das garantias?,         que ser&amp;aacute; o         respons&amp;aacute;vel pelo exerc&amp;iacute;cio das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es jurisdicionais alusivas &amp;agrave;         tutela         imediata e direta das inviolabilidades pessoais, sob duas         preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es b&amp;aacute;sicas,         segundo a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de motivos, a saber: a de otimizar a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o         jurisdicional         criminal e a de manter o distanciamento do juiz incumbido de         julgar o processo.         Contudo, a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa ideia, sob o aspecto operacional,         mostra-se incompat&amp;iacute;vel         com a atual estrutura das justi&amp;ccedil;as estadual e federal. O         levantamento efetuado         pela Corregedoria Nacional de Justi&amp;ccedil;a no sistema Justi&amp;ccedil;a Aberta         revela que 40%         das varas da Justi&amp;ccedil;a Estadual no Brasil constituem-se de comarca         &amp;uacute;nica, com         apenas um magistrado encarregado da jurisdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim, nesses         locais, sempre         que o &amp;uacute;nico magistrado da comarca atuar na fase do inqu&amp;eacute;rito,         ficar&amp;aacute;         automaticamente impedido de jurisdicionar no processo,         impondo-se o         deslocamento de outro magistrado de comarca distinta. Logo, a         ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tal         regramento acarretar&amp;aacute; &amp;ocirc;nus ao j&amp;aacute; minguado or&amp;ccedil;amento da maioria         dos judici&amp;aacute;rios         estaduais quanto ao aumento do quadro de ju&amp;iacute;zes e servidores,         limitados que         est&amp;atilde;o pela Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como no que tange         ao gasto com deslocamentos         e di&amp;aacute;rias dos magistrados que dever&amp;atilde;o atender outras comarcas.         Ademais, diante         de tais dificuldades, com a eventual implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tal medida         haver&amp;aacute; riscos         ao atendimento do princ&amp;iacute;pio da razo&amp;aacute;vel dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo, a         par de um perigo         iminente de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de muitas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es penais. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute;         necess&amp;aacute;rio anotar que         h&amp;aacute; outros motivos de afastamentos dos magistrados de suas         unidades judiciais,         como nos casos de licen&amp;ccedil;a, f&amp;eacute;rias, convoca&amp;ccedil;&amp;otilde;es para Turmas         Recursais ou para         composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Tribunais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;9. Imp&amp;otilde;e-se a tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o         direta do inqu&amp;eacute;rito         policial entre os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de persecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o (com a supress&amp;atilde;o dos         incisos IV e XIV do         artigo 14), retomando-se a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o origin&amp;aacute;ria do projeto,         possibilitando-se o         arquivamento do procedimento no &amp;acirc;mbito interno do Minist&amp;eacute;rio         P&amp;uacute;blico, com         posterior controle do ato por seu Conselho Superior. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;10. &amp;Eacute; recomend&amp;aacute;vel a         altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 31 do         Projeto, estabelecendo-se o prazo de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;aacute;ximo de 360         (trezentos e         sessenta) dias para conclus&amp;atilde;o do Inqu&amp;eacute;rito quando o investigado         estiver solto,         findo o qual dever&amp;aacute; ser oferecida a den&amp;uacute;ncia ou arquivado o         procedimento. Uma         vez extrapolado o prazo, a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; prosseguir no         m&amp;aacute;ximo por igual         prazo, a requerimento do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico, mediante decis&amp;atilde;o         fundamentada do         juiz, diante de caso de complexidade probat&amp;oacute;ria ou com n&amp;uacute;mero         excessivo de         investigados. Exaurido o prazo da prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; ser         oferecida a den&amp;uacute;ncia         ou arquivado o procedimento, salvo se a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o depender de         coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o         internacional ou justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;11. &amp;Eacute; louv&amp;aacute;vel a iniciativa         de se extinguir a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o         penal privada, instituto que n&amp;atilde;o se coaduna com o princ&amp;iacute;pio do         direito penal         m&amp;iacute;nimo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;12. O rol das motiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es que         levam &amp;agrave; suspei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no         artigo 54 do projeto, n&amp;atilde;o deve ser taxativo e sim         exemplificativo, pois         situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es outras poder&amp;atilde;o surgir e dar ensejo ao prudente         afastamento do         julgador do processo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;13. Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s regras         referentes &amp;agrave; interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o         de parte civil no processo criminal, nos termos em que est&amp;aacute;         colocado no projeto         ocorrer&amp;aacute; uma excessiva dila&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo, comprometendo a         razo&amp;aacute;vel dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da         a&amp;ccedil;&amp;atilde;o penal, al&amp;eacute;m de gerar uma contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de interesses civis         no processo         penal, raz&amp;atilde;o pela qual se recomenda uma revis&amp;atilde;o das medidas         propostas (arts.         78-81). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;14. &amp;Eacute; conveniente a         reintrodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cita&amp;ccedil;&amp;atilde;o por         hora certa no processo penal, tal como concebido pela reforma de         2008, desde         que atenda &amp;agrave;s especificidades do processo penal e n&amp;atilde;o fa&amp;ccedil;a         refer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave;s regras         de processo civil. Faz-se necess&amp;aacute;ria uma disciplina mais         criteriosa quanto a         essa forma de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ato. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;15. Sugere-se a modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o         da reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo         155, II, para estabelecer que a nulidade tamb&amp;eacute;m ocorre quando         originada de         suspei&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou impedimento dos demais sujeitos processuais para os         quais as exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es         s&amp;atilde;o previstas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;16. O artigo 164 do Projeto         aborda o procedimento a         ser adotado em mat&amp;eacute;ria de prova il&amp;iacute;cita. Contudo, por tratarem         das exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s         provas il&amp;iacute;citas por deriva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de modo tecnicamente equivocado, o         que gera uma         extens&amp;atilde;o t&amp;atilde;o grande para o &amp;acirc;mbito da exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o que chega a         invalidar a norma         constitucional da inadmissibilidade da prova il&amp;iacute;cita, o Grupo         prop&amp;otilde;e a exclus&amp;atilde;o         do par&amp;aacute;grafo terceiro do aludido dispositivo, &amp;agrave; unanimidade e,         por maioria, a         exclus&amp;atilde;o do par&amp;aacute;grafo segundo do mesmo artigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;17. A mat&amp;eacute;ria relativa &amp;agrave;         intercepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o telef&amp;ocirc;nica         at&amp;eacute; hoje foi objeto de lei pr&amp;oacute;pria (Lei 9.296/96). Releva         ressaltar que a         proposta de inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mat&amp;eacute;ria no Projeto de C&amp;oacute;digo de Processo         Penal,         primeiramente, destoa da sistem&amp;aacute;tica, porquanto outras t&amp;eacute;cnicas         especiais de         investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o como colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o premiada, a&amp;ccedil;&amp;atilde;o controlada,         capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental e         infiltra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agentes s&amp;atilde;o tratados em lei extravagante (Lei         9.034/95). Em         segundo lugar, a proposta deixou de analisar uma lacuna         existente quanto &amp;agrave;         disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial de criptografia na comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o         telef&amp;ocirc;nica, o que tem         se mostrado uma grande barreira para a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es         relevantes para         a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o criminal. Esse ponto, bem como o atual         desenvolvimento, pela         Pol&amp;iacute;cia Federal, de sistema que garantir&amp;aacute; maior seguran&amp;ccedil;a e         facilitar&amp;aacute; esse         tipo de atividade, devem ser alvo de um grande debate na         legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica,         entre Anatel, empresas de telefonia, fabricantes de aparelhos         telef&amp;ocirc;nicos,         pol&amp;iacute;cia e sociedade civil. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em terceiro plano, cumpre         referir que o projeto         tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o aborda a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de         instrumentos         tecnol&amp;oacute;gicos (equipamentos e programas) que digam respeito         diretamente a         inger&amp;ecirc;ncias sobre direitos fundamentais do cidad&amp;atilde;o. A medida &amp;eacute;         t&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria         quanto o controle da venda de armas e outros produtos de uso         restrito no Brasil         e encontra paralelo em outros pa&amp;iacute;ses. Assim, &amp;eacute; conveniente         excluir do projeto a         regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da intercepta&amp;ccedil;&amp;atilde;o telef&amp;ocirc;nica, relegando o tema a         amplo debate em         legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o extravagante. Registre-se, ademais, que h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios         projetos         tramitando a respeito da mat&amp;eacute;ria no Congresso Nacional. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;18. No que tange ao Livro Do         Processo e         Procedimento, na linha da reforma processual penal aprovada pelo         Congresso em         2008, imp&amp;otilde;e-se algumas considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Sugere-se a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do         artigo 261,         inciso III, para que o juiz seja apenas comunicado dos         afastamentos do r&amp;eacute;u, sem         necessidade de emiss&amp;atilde;o de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;19. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; justificativa         jur&amp;iacute;dica para deixar de         aplicar &amp;agrave; Justi&amp;ccedil;a Militar os ritos estabelecidos neste C&amp;oacute;digo.         Nessa linha, &amp;eacute;         oportuna a inclus&amp;atilde;o dos crimes submetidos &amp;agrave; Justi&amp;ccedil;a Militar         entre os casos         pass&amp;iacute;veis de suspens&amp;atilde;o do processo, bem como a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o para         dois anos da pena         m&amp;iacute;nima de infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os efeitos da suspens&amp;atilde;o do processo,         cumulado ou n&amp;atilde;o         com multa, conforme proposta do Conselho Nacional de Justi&amp;ccedil;a j&amp;aacute;         enviada ao         parlamento. Deve ser prevista, ainda, a possibilidade de         transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o penal no         &amp;acirc;mbito da Justi&amp;ccedil;a Militar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;20. O Projeto, como se         percebe, busca a         conformidade com o modelo acusat&amp;oacute;rio constitucional. No entanto,         a previs&amp;atilde;o         contida no artigo 415 destoa desse escopo. O pedido de         absolvi&amp;ccedil;&amp;atilde;o equivale ao         n&amp;atilde;o-exerc&amp;iacute;cio da pretens&amp;atilde;o acusat&amp;oacute;ria, isto &amp;eacute;, o acusador est&amp;aacute;         abrindo m&amp;atilde;o de         proceder contra algu&amp;eacute;m. Como conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, n&amp;atilde;o pode o juiz         condenar, sob pena         de exercer o poder punitivo sem a necess&amp;aacute;ria invoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no mais         claro         retrocesso ao modelo inquisitivo. O poder punitivo &amp;eacute;         condicionado &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia         de uma acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim, se o acusador deixar de exercer a         pretens&amp;atilde;o acusat&amp;oacute;ria         - pedindo a absolvi&amp;ccedil;&amp;atilde;o -, cai por terra a possibilidade de o         Estado-Juiz         exercer o poder punitivo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;21. Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; mat&amp;eacute;ria         recursal, deve ser mantida         como regra a irrecorribilidade da decis&amp;atilde;o interlocut&amp;oacute;ria, nos         termos da         sistem&amp;aacute;tica recursal atual, apenas com a mudan&amp;ccedil;a da nomenclatura         para agravo,         como consta do Projeto, por&amp;eacute;m, dispensando-se o mesmo tratamento         dado ao agravo         no processo civil atual. O agravo seria cab&amp;iacute;vel, apenas, quanto         &amp;agrave;s medidas         interlocut&amp;oacute;rias que tenham reflexo no andamento do processo e no         que se refere         &amp;agrave;s cautelares reais. N&amp;atilde;o &amp;eacute; conceb&amp;iacute;vel a hip&amp;oacute;tese de interposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o         de agravo nas         situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que &amp;eacute; cab&amp;iacute;vel habeas corpus na sistem&amp;aacute;tica atual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;22. No tocante &amp;agrave; repercuss&amp;atilde;o         geral, em que pese o         aspecto positivo da proposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o texto acrescenta novos         crit&amp;eacute;rios para         considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exist&amp;ecirc;ncia de repercuss&amp;atilde;o, consistentes em         quest&amp;otilde;es relevantes         "do ponto de vista social, jur&amp;iacute;dico ou grave viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o de         direitos         humanos". &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Mais adequada, todavia, &amp;eacute; a         repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o do rol         previsto no atual C&amp;oacute;digo de Processo Civil (Art. 543 - A, &amp;sect; 1&amp;ordm;:         "...quest&amp;otilde;es relevantes do ponto de vista econ&amp;ocirc;mico, pol&amp;iacute;tico,         social ou         jur&amp;iacute;dico, que ultrapassem os interesses subjetivos da         causa..."), pois os         termos nele utilizados s&amp;atilde;o mais abrangentes, abarcando todas as         hip&amp;oacute;teses em         que possa haver repercuss&amp;atilde;o geral. Assim, a proposta, ao inovar         nos termos,         acabaria por trazer mais dificuldades de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois traz         elementos (grave         viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos humanos) sobre os quais a jurisprud&amp;ecirc;ncia         ainda teria de         delimitar a abrang&amp;ecirc;ncia, al&amp;eacute;m de restringir as possibilidades de         aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do         instituto na esfera penal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;23. No que se refere ao tema         das Medidas         Cautelares, deve ser ressaltada a import&amp;acirc;ncia de se manter no         Projeto a         aglutina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das medidas cautelares pessoais e reais em um &amp;uacute;nico         Livro, com         disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais (arts. 523 a 637). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;24. Por quest&amp;atilde;o de         proporcionalidade, em raz&amp;atilde;o da         possibilidade de imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tratamento hospitalar ou         ambulatorial ao         imputado, &amp;eacute; recomend&amp;aacute;vel incluir no artigo 525 do Projeto a         veda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de         aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medida cautelar mais grave do que a medida de         seguran&amp;ccedil;a decorrente         de senten&amp;ccedil;a. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;25. S&amp;atilde;o extremamente         importantes as medidas         introduzidas de suspens&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio de profiss&amp;atilde;o, atividade         econ&amp;ocirc;mica e         fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, bem como a medida de suspens&amp;atilde;o de atividades da         pessoa         jur&amp;iacute;dica. No entanto, sugere-se a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais criteriosa         quanto ao         estabelecimento de prazos de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e quanto &amp;agrave; extens&amp;atilde;o da         medida (arts. 531 e         594). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;26. A fim de possibilitar         que o preso conhe&amp;ccedil;a         imediatamente os motivos determinantes da pris&amp;atilde;o e para         viabilizar o pronto         exerc&amp;iacute;cio da defesa, sugere-se a inclus&amp;atilde;o da necessidade de         envio de c&amp;oacute;pia da         decis&amp;atilde;o que decretou a pris&amp;atilde;o juntamente com o mandado, para         conhecimento do         investigado/acusado (arts. 536, 537, 538 e 539). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;27. No que se refere aos         novos fundamentos         introduzidos no Projeto para decreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pris&amp;atilde;o preventiva,         imp&amp;otilde;e-se a         modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada ao inciso V do art. 554, para deixar         claro que a         pris&amp;atilde;o deve ocorrer apenas para evitar a reitera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conduta         para o futuro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Sugere-se, ainda, o         aperfei&amp;ccedil;oamento do conceito de         "ordem p&amp;uacute;blica", para uma defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o conceitual. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;28. Sugere-se a previs&amp;atilde;o         expressa da possibilidade         de progress&amp;atilde;o de regime depois do tr&amp;acirc;nsito em julgado de decis&amp;atilde;o         condenat&amp;oacute;ria         para o Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico, al&amp;eacute;m da observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da         proporcionalidade diante da         pena j&amp;aacute; aplicada, de forma que a medida cautelar n&amp;atilde;o deve ser         mais gravosa do         que pena que venha a ser definitivamente aplicada (art. 556). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;29. Com intuito de tornar         mais precisa a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o         dada ao artigo 620 do Projeto, sugere-se a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o para "a&amp;ccedil;&amp;atilde;o         e omiss&amp;atilde;o         dolosa", porquanto pode haver situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, principalmente no que         se refere         ao mercado financeiro, em que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens tornados         indispon&amp;iacute;veis pode se         dar em raz&amp;atilde;o de seu pr&amp;oacute;prio risco intr&amp;iacute;nseco, que poderia ser         evitado caso o         investigado ou acusado pudesse agir, mas est&amp;aacute; proibido em raz&amp;atilde;o         do disposto no         artigo 615. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;30. Uma vez decretado o         seq&amp;uuml;estro, imp&amp;otilde;e-se a         inclus&amp;atilde;o da necessidade de imediata avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do bem,         notadamente porque, de         acordo com o artigo 625, poder&amp;aacute; haver a aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o antecipada do         bem, a pedido         do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico (art. 623). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;31. A previs&amp;atilde;o da         possibilidade de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de         aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o antecipada dos bens seq&amp;uuml;estrados &amp;eacute; salutar e consta de         outros         projetos de lei apoiados por este Conselho. Para melhor         disciplina do         instituto, entretanto, &amp;eacute; apropriado que se fa&amp;ccedil;a a invers&amp;atilde;o do         procedimento         descrito no Projeto, com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o no momento         anterior &amp;agrave;         manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das partes. Havendo decis&amp;atilde;o determinando a         aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o antecipada de         bens, o agravo de instrumento deve ter efeito suspensivo (Art.         625). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;32. Tamb&amp;eacute;m visando &amp;agrave; t&amp;eacute;cnica         mais refinada,         sugere-se a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da terminologia empregada nos artigos 627         a 628 para, ao         inv&amp;eacute;s de ?hipoteca legal?, utilizar-se ?especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da         hipoteca?. As medidas         descritas em tais dispositivos devem visar, tamb&amp;eacute;m, &amp;agrave;         quantifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do dano         material, considerando a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o demonstrada pelo legislador         a respeito do         tema em outras partes do Projeto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;33. Impende registrar que o         Sistema Nacional de         Bens Apreendidos (SNBA) mantido pelo Conselho Nacional de         Justi&amp;ccedil;a identificou         dificuldades dos magistrados quanto &amp;agrave; gest&amp;atilde;o dos bens         seq&amp;uuml;estrados. Assim, &amp;eacute;         importante que o ordenamento processual penal estabele&amp;ccedil;a a         previs&amp;atilde;o de         utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens por parte do Estado, ou crie ferramentas de         gest&amp;atilde;o,         inclusive, com a possibilidade de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens pelo         pr&amp;oacute;prio         investigado/acusado, quando for conveniente ou necess&amp;aacute;rio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;34. Considerando a         import&amp;acirc;ncia do tema para a         investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crimes transnacionais, &amp;eacute; apropriado que a         quest&amp;atilde;o da coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o         internacional direta seja estabelecida em lei espec&amp;iacute;fica.         Contudo, considerando         que o novo C&amp;oacute;digo de Processo Penal deve abranger os novos         institutos de         colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial, sugere-se a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dispositivo que         abarque a         previs&amp;atilde;o de outros instrumentos de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o al&amp;eacute;m da         tradicional Carta         Rogat&amp;oacute;ria, fixando-se a compet&amp;ecirc;ncia para o Juiz de primeiro         grau, como de sorte         j&amp;aacute; ocorre hoje. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;35. Por fim, insta registrar         que no Plano de Gest&amp;atilde;o         e Funcionamento de Varas Criminais e de Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Penal aprovado         por este         Conselho consta a proposta de que, por ocasi&amp;atilde;o da imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de         regime fechado         na senten&amp;ccedil;a condenat&amp;oacute;ria, dever&amp;aacute; o juiz, motivadamente, examinar         se &amp;eacute; hip&amp;oacute;tese         de decreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pris&amp;atilde;o preventiva ou n&amp;atilde;o. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;IV - CONCLUS&amp;Atilde;O &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Em conclus&amp;atilde;o, e por tais         motivos, considera o         Conselho Nacional de Justi&amp;ccedil;a necess&amp;aacute;rios os ajustes elencados         para o         aperfei&amp;ccedil;oamento do PL 156/2009. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;A presente Nota T&amp;eacute;cnica foi         aprovada, por         unanimidade, pelo Plen&amp;aacute;rio do Conselho Nacional da Justi&amp;ccedil;a na         sess&amp;atilde;o realizada         nesta data, conforme certid&amp;atilde;o anexa. Encaminhe-se c&amp;oacute;pia desta ao         Presidente do         Senado Federal, ao Presidente da Comiss&amp;atilde;o de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e         Justi&amp;ccedil;a do Senado         Federal, &amp;agrave; Casa Civil da Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica, &amp;agrave; Secretaria         de Assuntos         Legislativos do Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a e &amp;agrave; Secretaria da Reforma         do Judici&amp;aacute;rio         do Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height:       normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times         New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Bras&amp;iacute;lia, 17 de agosto de         2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align:       justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;         font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Ministro Cezar         Peluso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align:       justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;         font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;Presidente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7038556274418471918?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7038556274418471918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7038556274418471918&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7038556274418471918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7038556274418471918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/09/reforma-do-cpp-nota-tecnica-do-cnj.html' title='Reforma do CPP - Nota Técnica do CNJ'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-6450481962488282127</id><published>2010-08-16T19:25:00.001-07:00</published><updated>2010-08-16T19:25:15.271-07:00</updated><title type='text'>Congresso Nacional do Júri - Carta de Gramado</title><content type='html'>&lt;div class="post hentry"&gt; &lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;/h3&gt; &lt;div class="post-body entry-content"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CARTA DE GRAMADO&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt;OS PROMOTORES DE JUSTI&amp;Ccedil;A DO TRIBUNAL DO J&amp;Uacute;RI, REUNIDOS EM ENCONTRO NACIONAL, ENTRE OS DIAS 12 A 14 DE AGOSTO DE 2010, NA CIDADE DE GRAMADO, ESTADO FEDERADO DO RIO GRANDE DO SUL, AP&amp;Oacute;S REFLEX&amp;Otilde;ES, DISCUSS&amp;Otilde;ES E DELIBERA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES ACERCA DA INSTITUI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O CONSTITUCIONAL DO J&amp;Uacute;RI, MANIFESTAM PUBLICAMENTE O SEGUINTE&lt;br&gt; &lt;br&gt; 1) O Tribunal do J&amp;uacute;ri, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o judicante composto por membros da comunidade, consubstancia not&amp;aacute;vel instrumento democr&amp;aacute;tico de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da justi&amp;ccedil;a, vocacionado &amp;agrave; defesa do direito fundamental &amp;agrave; vida humana, merecendo indispens&amp;aacute;vel respeito por parte dos legisladores e operadores do direito &amp;agrave; sua hist&amp;oacute;ria, estrutura e aos valores que lhe foram consagrados na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal,&lt;br&gt; &lt;br&gt; 2) A partir deste contexto, constata-se irrefut&amp;aacute;vel a necessidade de preservar a ess&amp;ecirc;ncia e efetividade do Tribunal Popular, bem como os princ&amp;iacute;pios que historicamente, at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o, nortearam e garantiram o seu bom funcionamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 3) As mudan&amp;ccedil;as pretendidas pelo projeto de reforma do processo penal violam princ&amp;iacute;pios constitucionais importantes, tais como a incomunicabilidade do Conselho de Senten&amp;ccedil;a e o sigilo das vota&amp;ccedil;&amp;otilde;es, garantidores da liberdade de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do convencimento &amp;iacute;ntimo do jurado, que deve ser influenciado unicamente pela atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica e igualit&amp;aacute;ria das partes durante a instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e julgamento da causa.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 4) A pontualidade das melhorias a serem aplicadas a este Tribunal Constitucional deve ser discutida com os operadores do direito, conhecedores das graves distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es criadas pela &amp;uacute;ltima altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o recentemente implementada pela lei n. 11.689/08 que, a pretexto de modernizar o processo penal e reduzir a criminalidade, induziu em erro o tecido social e os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, numa falsa percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de combate &amp;agrave; impunidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 5) A igualdade entre as partes, o afastamento das morda&amp;ccedil;as impostas e o pleno acesso dos jurados a todos os elementos de prova devem ser metas permanentemente buscadas para o justo aperfei&amp;ccedil;oamento e funcionamento do Tribunal do J&amp;uacute;ri, bem como para a devida puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos autores de crime doloso contra a vida.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 6) A desejada redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da impunidade n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; alcan&amp;ccedil;ada por estas malsinadas propostas legislativas. A melhoria do aparelho investigat&amp;oacute;rio, atrav&amp;eacute;s do aprimoramento das t&amp;eacute;cnicas de apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos delitos, e as necess&amp;aacute;rias modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas e instrumentais na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das penas devem ser prioridades para o Estado, coibindo-se o abolicionismo irrespons&amp;aacute;vel, travestido de pseudo garantismo, que somente causa intranquilidade no meio social, fomentando a criminalidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 7) &amp;Eacute; imperativo, tamb&amp;eacute;m, o aprimoramento da estrutura afeta &amp;agrave;s Promotorias do J&amp;uacute;ri, impondo-se &amp;agrave;s Chefias Institucionais a imediata implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas voltadas &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de perfeitas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o - e pleno desempenho - do Promotor de Justi&amp;ccedil;a na esfera criminal, notadamente a especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do membro que atuar&amp;aacute; no plen&amp;aacute;rio do j&amp;uacute;ri, n&amp;atilde;o se olvidando da seguran&amp;ccedil;a pessoal do membro do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico e sua fam&amp;iacute;lia, evitando-se a repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;aacute;gicos epis&amp;oacute;dios como as graves amea&amp;ccedil;as dirigidas ao colega Edson Augusto Cardozo de Souza (PA) e os assassinatos de Fabr&amp;iacute;cio Ramos Couto (PA) e Marcelo Dario Mu&amp;ntilde;oz K&amp;uuml;fner (RS), atacados, todos, em raz&amp;atilde;o do exerc&amp;iacute;cio de suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 8) Assim, os Promotores do J&amp;uacute;ri, imbu&amp;iacute;dos do firme proposito de combater os desprop&amp;oacute;sitos legislativos assinalados, bem como quaisquer outras tentativas de indevidamente mitigar a Institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tribunal do J&amp;uacute;ri, estabelecem como meta priorit&amp;aacute;ria preservar os inderrog&amp;aacute;veis valores democr&amp;aacute;ticos concernentes ao poder soberano do povo de julgar o seu semelhante pela pr&amp;aacute;tica de ato doloso atentat&amp;oacute;rio ao basilar direito &amp;agrave; vida.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 9) Conclama-se, por fim, a todos que atuam no plen&amp;aacute;rio e &amp;agrave; sociedade em geral, repudiar veementemente quaisquer altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que comprometam o regular funcionamento do J&amp;uacute;ri, limitando suas caracter&amp;iacute;sticas enquanto institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, sobretudo as &amp;uacute;ltimas propostas de reforma do processo penal, cujo teor fragiliza marcantemente o colegiado popular, sinalizando a possibilidade de sua extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o em futuro pr&amp;oacute;ximo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Aos catorze dias do m&amp;ecirc;s de agosto do ano de 2010, a Comiss&amp;atilde;o Redatora eleita, composta por Cristiano Salau Mour&amp;atilde;o (RS), Mauricio Silva Miranda (DF) e Antonio Eduardo Cunha Setubal (BA), que redigiram e encerram o presente documento.&lt;br&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-6450481962488282127?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/6450481962488282127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=6450481962488282127&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6450481962488282127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/6450481962488282127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/08/congresso-nacional-do-juri-carta-de.html' title='Congresso Nacional do Júri - Carta de Gramado'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-2425494575588400757</id><published>2010-08-16T17:31:00.000-07:00</published><updated>2010-08-16T17:35:00.880-07:00</updated><title type='text'>Lei da Ficha Limpa terá curta existência</title><content type='html'>&lt;DIV class=yiv922800329body&gt; &lt;DIV&gt;Na prática, ao que tudo indica, a Lei da Ficha Limpa deverá ter curta  existência. O Congresso Nacional dá com uma mão para tirar com a outra.  Primeiro, aprova uma lei que cria severos efeitos concretos contra os políticos  condenados judicialmente para, logo depois, por outra lei, engessar a atuação  das autoridades que os poderiam processar ou julgar.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Era mesmo estranho que políticos potencialmente sujeitos aos impedimentos  da Lei da Ficha Limpa (muitos já condenados em primeira instância judicial)  quisessem aprová-la. Pois é. O Senado acaba de aprovar a antilei da Ficha Limpa   a PEC 89/2003, amarrando definitivamente as mãos de juízes, procuradores e  promotores de Justiça.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Trata-se da mais pesada ameaça contra a independência funcional (garantia  de isenção) de juízes e representantes do Ministério Público, até aqui  enfrentadas.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;As tentativas de edição das chamadas Leis da Mordaça e da Algema contra  promotores de Justiça atuantes na apuração de crimes e atos de improbidade  administrativa de agentes políticos, na última década, não chegaram a esse  ponto.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;É que membros do Judiciário e Ministério Público, pelo texto original da  CF/88, depois de passarem pelo estágio probatório (vitalícios), só podem perder  o cargo por sentença judicial transitada em julgado, em caso de crime  incompatível com a função, improbidade administrativa, exercício da advocacia,  atividade político-partidária, recebimento de honorários ou custas, cumulação  ilegal de funções, abandono do cargo por mais de trinta dias corridos. Outras  condutas e faltas funcionais, aliás, não ficam sem sanção, passíveis que são de  advertência, censura, suspensão, remoção.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Entretanto, se aprovada a PEC 89, poderão ser demitidos por deliberação do  órgão a que estão sujeitos (Tribunal ou Conselho Superior, conforme o caso), em  processo administrativo. E o pior, se antes se exigia, para a demissão, a  prática de condutas tipificadas de forma expressa e precisa na CF ou na Lei  Orgânica, pela PEC 89 bastará a caracterização de procedimento incompatível com  o decoro de suas funções (conduta aberta a julgar-se ou não enquadrada conforme  o critério subjetivo de quem estiver no comando institucional).&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Só para exemplificar o grande e inaceitável risco para o regime republicano  e a democracia, os promotores de Justiça paulistas que, no final da década de  1980 e começo da de 90, denunciaram à imprensa a chamada República dos  Promotores, estariam sujeitos à perda do cargo por deliberação do Conselho  Superior, à época composto por integrantes ou simpatizantes da citada República  dos Promotores, que diziam: esses promotores de oposição estão contra a  instituição, lavando roupa suja fora de casa. À época, aqueles que estavam no  comando institucional editavam normas proibindo a entrevista com a imprensa sem  autorização superior.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;E é bom lembrar que as administrações superiores do Poder Judiciário e do  Ministério Público, por puro e censurável preconceito, até muito pouco tempo  atrás, não admitiam o ingresso de mulheres em seus concursos públicos e definiam  como reprováveis condutas normais. Ainda recentemente, mulheres eram impedidas  de fazer a prova de ingresso da magistratura se trajadas com calça comprida.  Sentença de Corregedoria anotava que não convinha ao promotor de Justiça  comparecer a festas públicas. Sob esse raciocínio, a luta contra a discriminação  poderia ser considerada também conduta incompatível com as funções.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Hoje, com a possibilidade de a administração do Poder Judiciário ou do  Ministério Público, por meio da rede digital, mesmo de forma questionável,  rastrear o correio eletrônico de seus integrantes, se aprovada a referida PEC  89, poderia o juiz ou o promotor perder o cargo pelo simples fato de ter  recebido (ainda que involuntária e ocasionalmente) um e-mail de conteúdo  impróprio (e-mail com este teor, por exemplo, poderia ser causa de exoneração),  especialmente se fizesse oposição política à cúpula institucional do  momento.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Juízes e promotores, por conta da natureza de seu trabalho, já vivem  permanentemente na corda bamba. De se imaginar como ficarão inseguros se e  quando aprovada a PEC 89. Coragem nenhuma será suficiente para fazer um promotor  instaurar um inquérito contra um prefeito do mesmo partido do governador.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Vitaliciedade e inamovibilidade, entre outras prerrogativas do cargo, não  pertencem aos juízes e promotores, mas à sociedade que, como pagadora e  destinatária de seus serviços, não pode aceitar que Poder Judiciário e  Ministério Público percam sua necessária independência e se submetam a  ingerências de qualquer natureza.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;A civilização demorou milênios para concluir que certas autoridades  precisam de tais prerrogativas, como condição indispensável para a correta  atuação. Tanto é assim que não há país civilizado na história contemporânea que  não adote os mesmos princípios. O legislador brasileiro, todavia, sem qualquer  suporte científico, e numa penada, arvora-se em asseverar o contrário.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;A sociedade brasileira, em razão dos sucessivos governos autoritários que  enfrentou, aprendeu infelizmente a se omitir. Disso decorre o fato de que, entre  as autoridades públicas, quem quer fazer não tem alçada e quem tem alçada não  quer fazer.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Só fortes e estáveis prerrogativas do cargo, especialmente a independência  funcional, a inamovibilidade e a certeza de que a demissão não ocorrerá sem  motivo inequivocamente sério e justo, podem assegurar que determinada autoridade  não sofrerá represálias externas ou de sua própria corporação se tiver que  perseguir poderosos.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Não é sem motivo, então, que, no país, só se viram poderosos agentes  públicos processados, julgados e condenados por atos de improbidade, tanto na  esfera civil como na criminal, depois da CF/88, que não pode ser agora alterada,  nesse ponto, sob pena de enorme, danoso e lamentável retrocesso.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;De fato, sem saberem previamente se sua conduta será considerada  incompatível com a função e, por consequência, com a perda da independência  funcional, órgãos de instância inferior só investigarão, processarão ou julgarão  poderosos agentes quando se sentirem autorizados pelos órgãos de instância  superior.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Em outras palavras, a PEC 89, para a glória exclusiva dos maus políticos,  concentrará a decisão acerca da instauração de uma investigação ou de seu  resultado nas mãos dos órgãos superiores do Ministério Público ou do Poder  Judiciário, conforme o caso. Funcionará certamente como um foro privilegiado.  Que criminoso não gostaria de escolher o juiz de sua causa? Os mortais serão  processados e julgados pelo promotor e juiz de primeiro grau. Os não iguais, os  acima da lei, estes só se sujeitarão a outras instâncias.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Cem por cento das decisões de primeira instância, determinando, em Ação  Civil Pública, a remoção de presos em excesso de cadeias públicas, tendo em  vista o notório estado de calamidade em que se encontram, num verdadeiro  atentado aos direitos humanos, têm os seus efeitos suspensos por decisão da  presidência e do pleno dos tribunais estaduais. Esse é apenas um exemplo de que  a cúpula do poder cede mais a pressões políticas do que as instâncias  inferiores.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Que governador não gostaria de poder remover de seu cargo o promotor ou o  juiz que lhe vem incomodando ou perseguindo seus correligionários? Depois de  aprovada a referida PEC, é de pasmar, terá força até para fabricar sua  demissão.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;A história recente do país bem demonstrou no que deram atos ditatoriais  como o que se pretende instituir.&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;Fonte: &lt;A  href="http://www.conjur.com.br/2010-ago-15/lei-institui-ficha-limpa-curta-existencia"  target=_blank  rel=nofollow&gt;http://www.conjur.com.br/2010-ago-15/lei-institui-ficha-limpa-curta-existencia&lt;/A&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;H1 id=yiv922800329textTitle&gt;&lt;A  href="http://www.conjur.com.br/2010-ago-15/lei-institui-ficha-limpa-curta-existencia#autores"  target=_blank rel=nofollow&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;Por Airton Florentino de  Barros&lt;/FONT&gt;&lt;/A&gt;&lt;/H1&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;FONT face=Georgia size=2&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-2425494575588400757?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/2425494575588400757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=2425494575588400757&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2425494575588400757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/2425494575588400757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/08/lei-da-ficha-limpa-tera-curta.html' title='Lei da Ficha Limpa terá curta existência'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-129908260858715036</id><published>2010-08-14T13:35:00.001-07:00</published><updated>2010-08-14T13:35:27.901-07:00</updated><title type='text'>Audiência de Instrução: Inversão na Formulação de Perguntas e Nulidade</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Audi&amp;ecirc;ncia de Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Invers&amp;atilde;o na Formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Perguntas e Nulidade&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div  style="font-family: Tahoma; direction: ltr; color: rgb(0, 0, 0); font-size: 13px;"&gt; &lt;div&gt; &lt;p&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="2"&gt;A Turma indeferiu &lt;i&gt;habeas corpus&lt;/i&gt; em que se objetivava a anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da audi&amp;ecirc;ncia de instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e julgamento e, conseq&amp;uuml;entemente, da senten&amp;ccedil;a condenat&amp;oacute;ria proferida contra o paciente. A impetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o sustentava a exist&amp;ecirc;ncia de nulidade absoluta, consistente na invers&amp;atilde;o da ordem de inquiri&amp;ccedil;&amp;atilde;o das testemunhas, pois a magistrada de 1&amp;ordm; grau teria feito suas perguntas em primeiro lugar para, somente depois, permitir que as partes o fizessem. Salientou-se, de in&amp;iacute;cio, tratar-se de v&amp;iacute;cio sujeito &amp;agrave; san&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nulidade relativa, que deveria ser arg&amp;uuml;ido oportunamente, o que n&amp;atilde;o ocorrera, da&amp;iacute; a superveni&amp;ecirc;ncia da preclus&amp;atilde;o. Ademais, n&amp;atilde;o teria sido demonstrado preju&amp;iacute;zo concreto decorrente da alegada nulidade, pois a invers&amp;atilde;o da ordem do sistema de perguntas diretas, previsto no art. 212 do CPP (&amp;#8220;&lt;i&gt;Art. 212. As perguntas ser&amp;atilde;o formuladas pelas partes diretamente &amp;agrave; testemunha, n&amp;atilde;o admitindo o juiz aquelas que puderem induzir a resposta, n&amp;atilde;o tiverem rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a causa ou importarem na repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outra j&amp;aacute; respondida&lt;/i&gt;.&amp;#8221;), n&amp;atilde;o alteraria o sistema acusat&amp;oacute;rio. Nesse sentido, a decreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nulidade a partir desse fato seria considerar o processo um fim em si mesmo, e n&amp;atilde;o um meio para se conseguir a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei penal. No ponto, divergiu o Min. Marco Aur&amp;eacute;lio, por entender que a forma prevista no citado artigo seria essencial e que o preju&amp;iacute;zo estaria certificado na senten&amp;ccedil;a condenat&amp;oacute;ria. Contudo, tendo em conta a organicidade do Direito, asseverou que a inobserv&amp;acirc;ncia de forma prevista em lei, como essa alusiva ao interrogat&amp;oacute;rio, encerraria nulidade relativa. Por sua vez, n&amp;atilde;o houvera o insurgimento da defesa no momento pr&amp;oacute;prio, o que implicara preclus&amp;atilde;o. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;HC 103525/PE, rel. Min. C&amp;aacute;rmen L&amp;uacute;cia, 3.8.2010&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;(HC-103525)&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-129908260858715036?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/129908260858715036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=129908260858715036&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/129908260858715036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/129908260858715036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/08/audiencia-de-instrucao-inversao-na.html' title='Audiência de Instrução: Inversão na Formulação de Perguntas e Nulidade'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-1344161088271099490</id><published>2010-08-12T07:11:00.001-07:00</published><updated>2010-08-12T07:11:59.025-07:00</updated><title type='text'>Mais impunidade no artigo 380 do Anteprojeto do CPP</title><content type='html'>&lt;font face="Calibri"&gt; &lt;div class="yiv1759280313post-body entry-content"&gt; &lt;div&gt;O par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico do artigo primeiro da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal disp&amp;otilde;e que todo poder emana do povo, podendo ser exercido de forma direta ou indireta. O artigo seguinte, a&amp;ccedil;ambarcando a Teoria de Montesquieu, define o Legislativo, o Executivo e o Judici&amp;aacute;rio como Poderes da Rep&amp;uacute;blica. Na verdade o poder &amp;eacute; uno, por&amp;eacute;m, tripartido em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es (legislativa, executiva e judicante).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Periodicamente, os cidad&amp;atilde;os brasileiros v&amp;atilde;o &amp;agrave;s urnas com o desiderato de elegerem seus representantes juntos aos Poderes Legislativo e Executivo. No entanto, em tese, fazendo &lt;em&gt;tabula rasa&lt;/em&gt; da titularidade do poder, o ingresso no Poder Judici&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o ocorre sob a batuta da democracia sen&amp;atilde;o da meritocracia. O cidad&amp;atilde;o torna-se magistrado, em regra (exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &lt;em&gt;v.g.&lt;/em&gt; quinto constitucional) , por concurso p&amp;uacute;blico e n&amp;atilde;o pela escolha popular.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A&amp;iacute; surge a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tribunal do J&amp;uacute;ri como o verdadeiro &lt;em&gt;Janus&lt;/em&gt; da democracia no Poder Judici&amp;aacute;rio. Nesse tribunal, a sociedade &amp;eacute; convocada a julgar aquele que, violando o &lt;em&gt;Contrato Social Penal&lt;/em&gt;, d&amp;aacute; cabo &amp;agrave; vida do semelhante. &amp;Eacute; a porta de entrada da democracia no Poder Judici&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; a oportunidade que a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem de escolher em que tipo de sociedade quer viver: a que impera a vida e a paz ou, ao contr&amp;aacute;rio, a que flui a morte e a viol&amp;ecirc;ncia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Violado o &lt;em&gt;Contrato Social Penal&lt;/em&gt;, nasce para a sociedade o direito de punir o transgressor. Assim, ao promotor de justi&amp;ccedil;a, membro do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico, titular de parcela da soberania do Estado (&lt;em&gt;jus puniendi&lt;/em&gt;), incumbe a miss&amp;atilde;o de postular a absolvi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do inocente ou a condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do culpado, na medida de sua culpabilidade, tudo sob o crivo da lei, das provas processuais e da sua consci&amp;ecirc;ncia.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A arma do tribuno do J&amp;uacute;ri, diferente da do r&amp;eacute;u, n&amp;atilde;o &amp;eacute; branca nem de fogo, mas, &amp;agrave; moda de Drummond, &amp;eacute; a palavra. Nesse ambiente, deve imperar o debate democr&amp;aacute;tico de id&amp;eacute;ias e, principalmente, o direito &amp;agrave; liberdade de express&amp;atilde;o. Cada argumento tem seu contra-argumento; cada prova tem sua contraprova; cada tese tem sua ant&amp;iacute;tese. Incumbem, pois, &amp;agrave;s partes anot&amp;aacute;-las e contradit&amp;aacute;-las, com olhos voltados ao convencimento dos jurados. Afinal, como ensina a ret&amp;oacute;rica, h&amp;aacute; argumentos para toda e qualquer tese, basta eleg&amp;ecirc;-los. Exemplo: Disse o tribuno: - "Os portugueses se horrorizavam ao saberem que os &amp;iacute;ndios matavam as pessoas e as comiam". Replicou seu adverso: -"Os &amp;iacute;ndios experimentavam tal estado ao saberem que os portugueses matavam as pessoas e n&amp;atilde;o as comiam".&lt;br&gt; &lt;br&gt; No entanto, nossos legisladores, desprezando as bases elementares da &lt;em&gt;legisprud&amp;ecirc;ncia&lt;/em&gt;, amiudadamente, lan&amp;ccedil;am m&amp;atilde;o de leis com o escopo de manietarem e amorda&amp;ccedil;arem as partes no Tribunal do J&amp;uacute;ri, tudo em preju&amp;iacute;zo da verdade real, da democracia, da liberdade de express&amp;atilde;o e, principalmente, da justi&amp;ccedil;a.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Um claro exemplo disso &amp;eacute; o atual artigo 478 do C&amp;oacute;digo de Processo Penal, que pro&amp;iacute;be as partes de explorarem em plen&amp;aacute;rio o conte&amp;uacute;do da decis&amp;atilde;o de pron&amp;uacute;ncia&lt;em&gt; et al&lt;/em&gt;, o uso de algemas e o sil&amp;ecirc;ncio do r&amp;eacute;u. Esse dispositivo, al&amp;eacute;m de violar o direito &amp;agrave; liberdade de express&amp;atilde;o das partes, compromete o princ&amp;iacute;pio da plenitude da defesa &lt;span  style="font-size: 85%;"&gt;&lt;font size="3"&gt;(&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;a  href="http://promotordejustica.blogspot.com/2008/08/inconstitucionalidade-do-novo-artigo.html"  rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;font  color="#333333" size="3"&gt;clique aqui&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;span  style="font-size: 85%;"&gt;)&lt;/span&gt;. Veja s&amp;oacute;: Suponha a hip&amp;oacute;tese &amp;#8211; &lt;em&gt;muito comum, por sinal&lt;/em&gt; - em que o magistrado pronuncia o r&amp;eacute;u apenas por homic&amp;iacute;dio simples, extirpando as qualificadoras. O Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico, irresignado, recorre ao Tribunal de Justi&amp;ccedil;a, obtendo &amp;ecirc;xito na empreitada, qual seja, ver inclu&amp;iacute;das na pron&amp;uacute;ncia as qualificadoras, nos termos da den&amp;uacute;ncia. Diante disso, no julgamento pelo J&amp;uacute;ri, a defesa estaria impedida de explorar a decis&amp;atilde;o monocr&amp;aacute;tica, talvez desta forma: &amp;#8220;O magistrado que, presidindo toda a instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o processual, colheu a prova, entendeu pela ocorr&amp;ecirc;ncia de homic&amp;iacute;dio simples, conforme a decis&amp;atilde;o de pron&amp;uacute;ncia de fls., enquanto os desembargadores, distante da realidade f&amp;aacute;tica e do contato com a colheita das provas, optaram pelo homic&amp;iacute;dio qualificado. Ora, jurados, o mesmo magistrado que desqualificou o crime &amp;eacute; o que preside este julgamento, pessoa s&amp;eacute;ria e altamente comprometida com a causa da justi&amp;ccedil;a&amp;#8221;.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Mas isso ainda n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada com o que vem por a&amp;iacute;. Tramita no Congresso Nacional o &lt;/font&gt;&lt;a  href="http://www.midia.apmp.com.br/arquivos/pdf/anteprojeto%20CPP.pdf"  rel="nofollow" target="_blank"&gt;&lt;font color="#333333"&gt;anteprojeto&lt;/font&gt;&lt;/a&gt; do novo C&amp;oacute;digo de Processo Penal, em que, al&amp;eacute;m das veda&amp;ccedil;&amp;otilde;es citadas, inclui outra: fica proibido que as partes fa&amp;ccedil;am refer&amp;ecirc;ncia aos depoimentos prestados na fase de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o criminal (art. 380).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Essa proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o fere de morte o princ&amp;iacute;pio da verdade real, pois desconsidera o &lt;em&gt;depoimento em bruto&lt;/em&gt; que, segundo Locard, &amp;eacute; prestado logo ap&amp;oacute;s o crime, que guarda m&amp;aacute;xima conformidade com o fato ocorrido.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A experi&amp;ecirc;ncia demonstra que, no calor dos fatos, as testemunhas tendem a declararem o que realmente ocorreu. Com o passar do tempo, vem o esquecimento, a mudan&amp;ccedil;a de endere&amp;ccedil;o para local incerto, a (auto)sugest&amp;atilde; o e a influ&amp;ecirc;ncia dos envolvidos (acusado, v&amp;iacute;tima, familiares e advogados). Ora, o depoimento deve ser sopesado pela verossimilhan&amp;ccedil; a e n&amp;atilde;o pela fase da persecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o penal do Estado em que fora colhido.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O novo dispositivo, se aprovado, ser&amp;aacute; mais uma porta larga para impunidade. Em outras palavras, diante de uma prova coesa, veross&amp;iacute;mil e bem colhida na fase de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, basta que as testemunhas se retratem em ju&amp;iacute;zo, mudem de endere&amp;ccedil;o para local incerto ou - &lt;em&gt;numa vis&amp;atilde;o pessimista, mas poss&amp;iacute;vel, mormente no que diz respeito &amp;agrave;s organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es criminosas&lt;/em&gt; - que haja seus assassinatos antes do depoimento judicial para que o acusado alcance a impunidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Num palco democr&amp;aacute;tico como &amp;eacute; o Tribunal do J&amp;uacute;ri, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o para proscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas ao direito de argumentar, desde que observadas a lealdade processual e a urbanidade. Os cidad&amp;atilde;os-jurados, ungidos pela soberania dos veredictos, t&amp;ecirc;m o direito a amplo e irrestrito acesso a todos os atos e fatos processuais, por meio do contato direto com os autos e atrav&amp;eacute;s das argumenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es das partes, para que, assim, decidam a causa penal com justi&amp;ccedil;a.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Portanto, em homenagem &amp;agrave; verdade real, &amp;agrave; democracia, &amp;agrave; liberdade de express&amp;atilde;o e, principalmente, &amp;agrave; justi&amp;ccedil;a e &amp;agrave; vida, esse tipo de proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser banido &lt;em&gt;ab ovo&lt;/em&gt; do universo jur&amp;iacute;dico, sob pena de recrudescimento do crime e da impunidade, em preju&amp;iacute;zo, obviamente, da pr&amp;oacute;pria coes&amp;atilde;o social.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;font size="3"&gt;Por C&amp;eacute;sar Danilo Ribeiro de Novais, Promotor de Justi&amp;ccedil;a (MPMT) e editor do blog &lt;a class="moz-txt-link-abbreviated" href="http://www.promotordejustica.blogspot"&gt;www.promotordejustica.blogspot&lt;/a&gt;. com. &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-1344161088271099490?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/1344161088271099490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=1344161088271099490&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1344161088271099490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/1344161088271099490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/08/mais-impunidade-no-artigo-380-do.html' title='Mais impunidade no artigo 380 do Anteprojeto do CPP'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-7616172657143369992</id><published>2010-08-05T21:02:00.001-07:00</published><updated>2010-08-05T21:02:51.310-07:00</updated><title type='text'>Denúncia caso Bruno do Flamengo</title><content type='html'>Para quem quiser ler a den&amp;uacute;ncia do caso Bruno:&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a class="moz-txt-link-freetext" href="http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2010/08/05/bruno_denuncia-3.pdf"&gt;http://media.folha.uol.com.br/cotidiano/2010/08/05/bruno_denuncia-3.pdf&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;i&gt;den&amp;uacute;ncia, caso Bruno, Flamengo, Eliza Sam&amp;uacute;dio&lt;/i&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-7616172657143369992?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/7616172657143369992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=7616172657143369992&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7616172657143369992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/7616172657143369992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/08/denuncia-caso-bruno-do-flamengo.html' title='Denúncia caso Bruno do Flamengo'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5577061933375749819</id><published>2010-08-05T20:16:00.000-07:00</published><updated>2010-08-05T20:16:41.867-07:00</updated><title type='text'>Roda Viva - Juiz Fausto de Sanctis</title><content type='html'>Para quem quiser assistir, antes que tirem da internet:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: #990000;"&gt;http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2593931093627541655-5577061933375749819?l=ministeriopublicobrasil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/feeds/5577061933375749819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2593931093627541655&amp;postID=5577061933375749819&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5577061933375749819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2593931093627541655/posts/default/5577061933375749819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ministeriopublicobrasil.blogspot.com/2010/08/roda-viva-juiz-fausto-de-sanctis.html' title='Roda Viva - Juiz Fausto de Sanctis'/><author><name>Ministério Público Brasil</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2593931093627541655.post-5632847190560217420</id><published>2010-08-05T17:15:00.001-07:00</published><updated>2010-08-05T17:15:27.205-07:00</updated><title type='text'>PEC 505/10</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 
